risco de endividamento

As famílias cujos créditos representem mais de 40% do rendimento mensal encontram-se em risco de endividamento e não devem contrair mais empréstimos. Esta é a recomendação da Deco, a associação de defesa do consumidor. Até final de Setembro entraram na Deco 2143 processos de sobreendividamento. O número de processos não é maior do que no ano passado, mas a quantidade de famílias que pede ajuda é bastante superior. Muitas das situações que chegam à Deco já se encontram numa fase muito tardia, com processos em tribunal, ou em situações em que já não há possibilidade de reestruturação de créditos. Os tempos que se aproximam não vão ser fáceis e significa que as famílias têm de gerir mais responsavelmente o seu dinheiro. A recomendação é que os créditos não ultrapassem os 40 por cento do rendimento mensal das famílias, segundo o Gabinete de Apoio ao Sobreendividamento da Deco. Actualmente, face às medidas de austeridade...

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Novas linhas de crédito anunciadas

O primeiro-ministro anunciou hoje a criação de duas novas linhas de crédito, uma destinada a microempresas e outra na área do microcrédito, numa sessão em que fez veementes apelos à confiança na economia portuguesa. José Sócrates falava perante cem jovens de variadas áreas sociais (mas em que dominavam os empresários), numa sessão que decorreu no Parque das Nações e que se integrou no programa que assinala os 100 dias de executivo minoritário socialista. Respondendo a uma pergunta de uma jovem empresária (que ainda recentemente esteve no desemprego) de Castelo de Paiva, o primeiro-ministro disse que o Orçamento do Estado para 2010 "não apenas manterá as ajudas às empresas e aos desempregados, como também as reforçará". "Vamos reforçar os apoios em especial para os jovens que querem promover a sua actividade, através da criação de duas novas linhas de crédito: uma destinada às microempresas, a Invest mais; e outra destinada ao...

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Taxa de Esforço

Para saber se ainda tem capacidade para contrair mais empréstimos tem de calcular a sua taxa de esforço. Isto é, o peso das suas prestações com empréstimos no seu rendimento. Quanto mais baixo for esse valor melhor. Este valor mede-se em percentagem. Para calcular a sua taxa de esforço determine o seu (ou do agregado familiar) rendimento bruto anual, divida por doze. Divida o valor da sua prestação por este valor e terá a sua taxa de esforço. Lembre-se sempre contudo que a sua Taxa de Esforço não deverá superar os 35% do Rendimento Mensal disponível, percentagem máxima recomendável para que não corra riscos de sobreendividamento. Por exemplo, para um rendimento anual de 20.000,00 Euros e uma prestação mensal de 700,00 Euros a taxa de esforço é de 42%. Considere sempre a Taxa de esforço antes de contrair um empréstimo....

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