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	<title>O Credito Pessoal &#187; TAEG</title>
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	<description>tudo sobre o crédito num só local</description>
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<title>O Credito Pessoal</title>
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		<title>O que deve saber antes de recorrer ao crédito</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Jan 2012 23:32:52 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Contrair financiamento bancário tornou-se uma atitude normal um pouco por todo o mundo e muitos são aqueles que vêm este auxílio monetário como algo corrente de que se deve usufruir. Porém, a verdade é que o crédito é um compromisso sério que deve ser bastante ponderado, pois as implicações de tirar partido deste mecanismo sem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Contrair financiamento bancário tornou-se uma atitude normal um pouco por todo o mundo e muitos são aqueles que vêm este auxílio monetário como algo corrente de que se deve usufruir. Porém, a verdade é que o crédito é um compromisso sério que deve ser bastante ponderado, pois as implicações de tirar partido deste mecanismo sem que se possuam as condições adequadas podem ser absolutamente devastadoras, o que será fatal num momento em que a economia é desculpa para todos os ataques orçamentais perversos ao nível e qualidade de vida dos portugueses.</p>
<p>Nesse sentido, apresentamos-lhe hoje um artigo no qual sublinhamos o que deve saber antes de recorrer ao crédito para que tenha atenção aos aspectos mais importantes que a este dizem respeito. Assim terá em sua posse toda a informação essencial para avaliar correctamente as suas hipóteses de subscrever este préstimo bancário sem que tenha de vir a comprovar da forma mais dolorosa que não estava preparado para se comprometer da maneira que o fará se desconhecer o que significa ter um crédito a seu cargo.</p>
<p>– Note que cada género de crédito tem restrições e características muito próprias, pelo que convém estudar o desejado até ao mais ínfimo detalhe, até porque raramente se encontram claramente expostas a totalidade das condições, sendo regra geral remetidas para um segundo plano pelas entidades que “oferecem” este serviço. Contudo, essa é precisamente a razão para as ler cuidadosamente, uma vez que a tentativa de as fazer passar despercebidas pode querer dizer que afinal são cruciais;</p>
<p>– Preste atenção à TAEG e TAN bem como os restantes custos associados porque são estes itens que encarecem (e muito) o valor final a pagar pelo consumidor. Não se deixe levar pelas facilidades anunciadas e “falas bonitas”, pois é nos pequenos aspectos que serão definidos os seus encargos reais;</p>
<p>– Consulte regularmente as páginas oficiais das entidades reguladoras (Banco de Portugal e Banco Central Europeu) para estar sempre ocorrente das alterações de taxas e condições aplicáveis em cada situação, evitando assim que seja surpreendido por uma qualquer modificação que o afecte ou o obrigue a rever os seus planos orçamentais;</p>
<p>– Leia o contrato ponto por ponto, linha por linha, certificando-se de que compreende o acordo do princípio ao fim. Se estiver com dúvidas relativamente a algum aspecto não mantenha essa interrogação e esclareça-a junto do credor. Não existem informações secundárias ou dispensáveis. Todos os detalhes têm importância e no seu conjunto é que reside a verdadeira natureza (e peso monetário) do contrato.</p>
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		<title>Crédito pessoal: propostas do mercado nacional</title>
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		<pubDate>Wed, 11 May 2011 23:22:18 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[As medidas de austeridade impostas pelo Governo através do Plano de Estabilidade e Crescimento (PEC) obrigaram os portugueses a apertar (ainda mais) o cinto e as consequências traduzem-se muitas vezes na necessidade de recorrer a um financiamento extra para suportar as despesas, pois tornou-se mais complicado ultrapassá-las somente com o rendimento mensal. Porém, embora nem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As medidas de austeridade impostas pelo Governo através do Plano de Estabilidade e Crescimento (PEC) obrigaram os portugueses a apertar (ainda mais) o cinto e as consequências traduzem-se muitas vezes na necessidade de recorrer a um financiamento extra para suportar as despesas, pois tornou-se mais complicado ultrapassá-las somente com o rendimento mensal. Porém, embora nem sempre o crédito seja a melhor forma de acabar com as dificuldades no que respeita aos gastos, poderá ainda assim representar uma ajuda preciosa em alturas de maior aflição. </p>
<p>Quando o dinheiro não chega para liquidar as contas na totalidade, sobretudo nos períodos em que surgem os custos com seguros, impostos e outros montantes com os quais é impossível falhar, um crédito pessoal poderá ser a tábua de salvação pela qual se esperava. Contudo, há que ter em conta que só mesmo em último caso se deve recorrer àquele, porque apesar de deixar alguma margem de manobra excepcional, é sempre um encargo que se está a adicionar, sendo certo que se prolongará por alguns meses ou até anos, dependendo da quantia requerida.</p>
<p>Atendendo às dificuldades económicas que os portugueses atravessam na actualidade, ocreditopessoal.com elaborou uma lista com diversos créditos existentes no mercado nacional e tem disponibilizado regularmente artigos nos quais são expostas as particularidades, vantagens e desvantagens de cada um deles. Facilitámos-lhe desta forma a tarefa e reunimos em apenas alguns parágrafos a informação crucial sobre as propostas de um conjunto de entidades credoras, simplificando as “letras pequeninas” e realçando o que de mais útil se deve reter das alternativas de crédito pessoal das várias empresas a actuarem neste sector em Portugal.</p>
<p>No estudo das múltiplas opções para um financiamento livre, destacámos assim o quão importante é o valor da tributação aplicada ao crédito pessoal, sobretudo no que concerne à Taxa Anual Efectiva Global (TAEG) e Taxa Anual Nominal (TAN), não esquecendo os eventuais custos de abertura de processo ou semelhantes. Considerámos ainda o pagamento das prestações mediante taxa fixa ou variável, disponível em alguns casos, mas apenas vantajoso numa minoria. Por último, e não menos importante, sublinhámos a necessidade de se estar atento a produtos e serviços extra que vêm no “cabaz” dos financiamentos, dado que na maioria das vezes são desnecessários e nada acrescentam ao crédito em termos de mais-valias, contribuindo unicamente para a subida do montante final imputado ao cliente.</p>
<p>Se está a pensar em recorrer ao crédito pessoal, o principal conselho que se pode conceder é o de verificar as alternativas existentes, compará-las entre si e seleccionar exclusivamente as que se enquadrem da melhor forma no género de financiamento que se pretende. Faça o máximo de simulações possível, variando as condições de subscrição e anotando os resultados, escolhendo desta forma a solução pela qual enveredar em plena consciência das várias hipóteses pelas quais se poderia ter optado.</p>
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		<title>Bancos disparam na subida de comissões</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Mar 2011 22:31:03 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[As instituições bancárias continuam a restringir o acesso ao crédito para diminuírem os números do malparado, presentemente no recorde de 8.23 por cento no computo geral, mas a partir de Abril os clientes vão sofrer agravamentos em todos os serviços prestados por aquelas entidades, desde o financiamento específico aos cartões de crédito, além das contas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As instituições bancárias continuam a restringir o acesso ao crédito para diminuírem os números do malparado, presentemente no recorde de 8.23 por cento no computo geral, mas a partir de Abril os clientes vão sofrer agravamentos em todos os serviços prestados por aquelas entidades, desde o financiamento específico aos cartões de crédito, além das contas correntes, cuja taxação também deverá subir dentro de duas semanas.</p>
<p>O próximo aumento de custos irá produzir efeitos directos e imediatos no crédito ao consumo, actualmente o terceiro mais elevado de toda a Zona Euro, uma consequência da crise global e total desequilíbrio das contas públicas, os dois verdadeiros motivos que estão na base do receio dos investidores internacionais, os principais financiadores dos empréstimos a entidades nacionais, nas quais se inclui o Estado e os bancos.</p>
<p>A notícia de que as instituições serão livres de impor actualizações aos seus contratos foi divulgada na passada quarta-feira, dia 14, pelo Banco de Portugal (BdP), segundo o qual essa permissão se justifica pelo facto de o país manter níveis alarmantes no que ao crédito malparado diz respeito. Em causa estará ainda a falta de confiança externa e a considerável queda desta nos próprios consumidores portugueses, “abraços” com um dos períodos de maior aperto orçamental, imposto pela conjuntura económica mundial e sobretudo pela situação insustentável das contas estatais.</p>
<p>A acentuada subida dos juros em produtos e serviços bancários vem-se registando desde que entrou em vigor o terceiro Pacto de Estabilidade e Crescimento (PEC) do Governo, tendo essencialmente originado severos problemas às famílias possuidoras de crédito bancário, habitacional ou de qualquer outro género. No entanto, vai ser em Abril que chegam a um máximo histórico desde a sua implementação, com a Taxa Anual Efectiva Global (TAEG) limite a poder ser colocada nos 34.3 por cento, ou seja, mais 1.1 pontos do que actualmente, um acréscimo ríspido em menos de 30 dias.</p>
<p>Os novos agravamentos deverão tornar ainda mais difícil obter um crédito, embora os especialistas antevejam o reverso da situação, ou seja, o afastamento de clientes dos bancos. Esta é uma tendência que se tem vindo a multiplicar desde o início do ano passado e deverá intensificar-se caso as instituições decidam aproveitar a possibilidade de cobrarem mais pelos seus préstimos, ao abrigo da medida que o Estado implementou em Janeiro de 2010 e tinha sido deixada de lado até agora, decisão que será alterada já em Abril.</p>
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		<title>Escolher a modalidade ideal no crédito pessoal</title>
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		<pubDate>Sat, 12 Mar 2011 20:43:45 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O mercado do financiamento extra para gastos imediatos, vulgarmente conhecido como crédito, tem sofrido inúmeras alterações nos últimos anos e continua a modificar-se com a evolução da crise económica, bastante sentida em Portugal por motivos que nada têm a ver com os consumidores ou cidadãos nacionais mas sim com a inépcia de sucessivos governos e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado do financiamento extra para gastos imediatos, vulgarmente conhecido como crédito, tem sofrido inúmeras alterações nos últimos anos e continua a modificar-se com a evolução da crise económica, bastante sentida em Portugal por motivos que nada têm a ver com os consumidores ou cidadãos nacionais mas sim com a inépcia de sucessivos governos e a irresponsabilidade social de empresas com fins exclusivamente capitalistas que agora se repercutiu em níveis de endividamento recorde.</p>
<p>Nesse sentido, torna-se decisivo saber que opções existem para quem mesmo em tempo de dificuldades económicas necessita ou deseja recorrer a crédito, porque embora esta alternativa não seja a mais indicada no período de carência actual, há determinados casos em que as circunstâncias deixam uma reduzida margem de manobra. Assim, estar consciente dos truques e dicas para conseguir os melhores contratos é fundamental, pelo que lhe apresentamos quatro conselhos básicos.</p>
<p>– Cuidado com a TAEG exigida em cada situação. Este é um dos principais “trunfos” das empresas e muitas vezes deliberadamente ocultado nas “letras pequeninas”, o que acontece sobretudo nos contratos a entidades financeiras e não tanto aos bancos, embora a atenção deva ser igual em ambas as circunstâncias, pois em nenhum deles se está livre de aceitar condições que nem se tinha conhecimento que existissem (porque raramente se lêem todos os aspectos dos longos contratos);</p>
<p>– Antes de subscrever o crédito, questione o seu gestor de conta sobre a possibilidade de entrar com um depósito a prazo, conta-ordenado ou títulos de dívida adquirida como garantia para facilitar uma eventual diminuição dos juros cobrados. Nem todas as instituições aceitam aquelas como cauções, mas não custa nada confirmar, bem pelo contrário. Só tem a ganhar, até porque lhe podem ser apresentadas outras hipóteses de reduzir as prestações que talvez não tivesse ponderado;</p>
<p>– Se o montante a pedir for inferior a 3500 euros, procure alternativas que não o crédito, dado que abaixo dessa quantia será muito pouco vantajoso empenhar-se, especialmente porque as primeiras mensalidades serão certamente muito elevadas, algo actualmente habitual no sistema bancário nacional;</p>
<p>– Utilize todos os argumentos possíveis na sua pesquisa de mercado. Mencione as garantias que pode oferecer ao credor, propostas melhores que tenha recebido de outras entidades ou inclusivamente o facto de ter outros produtos subscritos nessa empresa, se esse for o caso, pois este é sempre um importante “trunfo” que por norma significa uma atençãozinha na mensalidade imposta.</p>
<p>Para quem está a pensar em recorrer ao crédito pessoal, estes quatro conselhos podem vir a ser-lhe bastante úteis e mesmo que pudessem não sê-lo também não perderia nada ao experimentar. No período que a economia atravessa, todas as hipóteses de conseguir o negócio mais acessível são bem-vindas, logo, quaisquer formas de reduzir, ainda que remotamente, os encargos imputados, devem ser aproveitadas ao máximo.</p>
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		<title>Dicas para contratar um crédito pessoal</title>
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		<pubDate>Sun, 20 Feb 2011 00:23:26 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[crédito pessoal]]></category>
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		<description><![CDATA[O crédito está cada vez mais caro e difícil de conseguir, devido à conjuntura actual. Qual é o melhor banco para fazer um crédito pessoal? É muito difícil responder a esta pergunta mas aqui ficam mais uma vez alguns conselhos, fáceis de entender e que poderão representar muito na altura de contratar um crédito pessoal. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O crédito está cada vez mais caro e difícil de conseguir, devido à conjuntura actual. Qual é o melhor banco para fazer um crédito pessoal? É muito difícil responder a esta pergunta mas aqui ficam mais uma vez alguns conselhos, fáceis de entender e que poderão representar muito na altura de contratar um crédito pessoal.</p>
<p>1. Aconselhamos sempre os consumidores a <strong>avaliarem bem os encargos</strong> que vão ter ao subscreverem um crédito pessoal, para que a taxa de esforço do orçamento familiar não ultrapasse os 30% a 40%.</p>
<p>2. Recomendamos também aos consumidores que <strong>consultem as condições praticadas</strong> no maior número possível de bancos, para poder ver quem é que pratica as taxas mais baixas do mercado.</p>
<p>3. O melhor indicador que deve servir de comparação entre as ofertas dos vários bancos é a <strong>TAEG</strong>, dado que esta taxa inclui todos os encargos associados ao crédito, incluindo seguros e comissões.</p>
<p>Por Taxa Anual Efectiva Global entende-se o custo total do crédito para o consumidor, expresso em percentagem anual do montante do crédito concedido. A TAEG é calculada pela determinação do custo total do crédito para o consumidor numa base anual, tendo em conta os valores das obrigações assumidas, considerando os créditos utilizados, os reembolsos e os encargos actuais e futuros que tenham sido acordados entre o consumidor e o credor. Inclui juros, comissões, seguros, impostos, comissões, etc. </p>
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		<title>Crédito Pessoal Credibom</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Aug 2010 21:48:14 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Nas propostas livres de complicações do crédito pessoal, a Credibom tem disponível um conjunto de soluções dirigidas a diversas finalidades, desde o sector auto às desejadas respostas para dar conta daqueles gastos mais substanciais na área da habitação. É, aliás, esta variedade, que concede à actual alternativa daquela entidade, a sua característica de maior destaque. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nas propostas livres de complicações do crédito pessoal, a Credibom tem disponível um conjunto de soluções dirigidas a diversas finalidades, desde o sector auto às desejadas respostas para dar conta daqueles gastos mais substanciais na área da habitação. É, aliás, esta variedade, que concede à actual alternativa daquela entidade, a sua característica de maior destaque.</p>
<p>No financiamento a particulares da Credibom, o Crédito Lar é um dos produtos com as condições mais flexíveis, possuindo um grau de adaptabilidade a considerar. Seja através da modalidade “clássico” ou “0% juros”, o presente auxílio monetário permite que este se adapte a diferentes circunstâncias e possibilidades, tornando-se numa oportunidade de bom nível para quem tenha um orçamento menos abonado, dado que existe a hipótese de criar um plano totalmente personalizado, não se perdendo a totalidade das vantagens oferecidas com o produto.</p>
<p>Quem optar pela Solução Lar tem à sua espera um crédito que vai desde os 150 euros ao total do montante necessário, podendo este ser aplicado em compras de quaisquer produtos para a habitação e não só. Desde móveis a electrodomésticos, equipamentos informáticos e de multimédia, artigos pessoais, viagens e eventuais finalidades relacionadas com o lazer, a quantia solicitada pode ser utilizada em todos estes produtos e serviços mencionados.</p>
<p>Ao subscrever o Crédito Lar da Credibom, o cliente poderá liquidar a verba requerida num prazo de até 60 meses, sendo a tributação inferior aos 19.7 por cento. Neste caso concreto, a Taxa Anual Efectiva Global (TAEG) varia entre os 8.7 e 19.6 pontos percentuais, sendo necessário o conhecimento de todos os pressupostos do financiamento em particular para determinar a taxação exacta, pelo que apenas através de uma simulação é possível saber a percentagem absoluta. Porém, a Taxa Anual Nominal (TAN) não oscilará muito, encontrando-se situada nos 15.750 por cento, atendendo a um pedido exemplo de 2.500 euros a 48 meses de liquidação.</p>
<p>Numa avaliação genérica, a proposta de crédito pessoal Credibom não é a mais vantajosa quando colocada a par com as demais existentes no mercado nacional, embora possa ser a solução mais adequada para quem deseja usufruir de uma soma para aquisições diversas, enquadradas no presente financiamento, mas não permitidas em alternativas facultadas por outras entidades credoras a operar em Portugal. Assim, e ainda que a taxação tenha um hiato muito dispare entre o máximo e mínimo concedidos, o melhor conselho é simular um crédito nas circunstâncias que se pretendem, verificando posteriormente se as condições oferecidas se adequam às possibilidades económicas e pressupostos que se está preparado para cumprir.</p>
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		<title>Crédito Pessoal Cofidis</title>
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		<pubDate>Sun, 29 Aug 2010 21:36:50 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Relembrada em Portugal como tendo sido uma das primeiras empresas a entrar no mercado nacional com negócio exclusivamente assente na internet e telefone, a Cofidis é actualmente uma das entidades credoras com o maior volume de financiamento a crédito em terras de Camões, com uma actividade regular, que embora tenha caído nos últimos anos, permanece [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Relembrada em Portugal como tendo sido uma das primeiras empresas a entrar no mercado nacional com negócio exclusivamente assente na internet e telefone, a Cofidis é actualmente uma das entidades credoras com o maior volume de financiamento a crédito em terras de Camões, com uma actividade regular, que embora tenha caído nos últimos anos, permanece com números muito bons para o momento de crise em que se vive.</p>
<p>A grande vantagem facultada pelos serviços Cofidis está relacionada com a rapidez de avaliação e concessão dos mesmos. Como é anunciado pela própria publicidade, 48 horas após analisado e confirmado o empréstimo, a quantia poderá ser utilizada, sem mais demoras ou complicações de natureza alguma, com toda a comodidade e sem quaisquer burocracias.</p>
<p>O financiamento pessoal exposto no presente artigo encerra um montante mínimo de 500 euros e máximo de 20 mil euros, podendo ser amortizado num prazo de até 90 meses, com Taxa Anual Efectiva Global (TAEG) compreendida entre os 14.76 e 28.45 por cento. Porém, as importâncias, tempo de liquidação da dívida e condições de adesão são específicas de cada uma das quatro modalidades: Valor Top, Maxi Crédito, Conta Certa e Vida Livre.</p>
<p>Olhando particularmente para as alternativas disponíveis, o Valor Top permite um plafond de 11 mil a 20 mil euros e pagamentos desde 242 euros por mês com TAEG de 15.2 pontos percentuais e Taxa Anual Nominal (TAN) a 12.85 por cento. Já o Maxi Crédito poderá ir dos cinco aos 10 mil euros, em prestações a partir dos 115 euros, taxados a 19.9 (TAEG) e 16.80 (TAN) por cento.</p>
<p>Para ambos os casos referidos no último parágrafo, existe a possibilidade de seleccionar o mais adequado plano de liquidação de valores, sem que isso tenha consequência ao nível de eventuais agravamentos financeiros. Da mesma forma, sempre que for conveniente efectuar uma amortização extra poder-se-á realizar-se, sem quaisquer custos adicionais.</p>
<p>A alternativa Conta Certa apresenta um financiamento de 500 a quatro mil euros, com mensalidades desde 15 euros, TAEG de 28.9 por cento e TAN a 23.87 pontos percentuais. A mesma tributação, limites mínimos e máximos de crédito se aplicam ao Vida Libre, embora as prestações deste tenham de ser de pelo menos 20 euros.</p>
<p>Relativamente ao que de comum têm todas as modalidades, o destaque vai para a isenção de custos de abertura, resposta quase imediata via internet e transferência da quantia total requerida em menos de dois dias úteis. Assim, nas quatro propostas, a devida relevância pertence à celeridade de todo o processo de aprovação ou negação desta ajuda bancária económico-financeira.</p>
<p>Passando em revista as qualidades e defeitos do presente crédito pessoal da Cofidis, esta não é uma das melhores opções do mercado nacional em termos de limites e taxação. No entanto, a brevidade de atribuição das verbas é indubitavelmente uma grande vantagem, sobretudo importante em casos urgentes, não esquecendo, porém, que o mais crucial é a quantia final imputada ao cliente, pelo que há que ter bastante em conta a taxação aplicada.</p>
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		<title>Crédito Pessoal ExChange</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Aug 2010 16:56:57 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Marcado publicitariamente como um financiamento sem perguntas ou explicações, o novo crédito pessoal Exchange oferece a oportunidade de apoio na totalidade do capital e taxação abaixo dos 28.90 por cento, tendo cada um deles um plano de pagamentos diferencial e a ocasião de usufruir de outras mais-valias específicas desse auxílio económico-financeiro. O quadro que marca [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Marcado publicitariamente como um financiamento sem perguntas ou explicações, o novo crédito pessoal Exchange oferece a oportunidade de apoio na totalidade do capital e taxação abaixo dos 28.90 por cento, tendo cada um deles um plano de pagamentos diferencial e a ocasião de usufruir de outras mais-valias específicas desse auxílio económico-financeiro.</p>
<p>O quadro que marca a distinção dos custos e créditos encontra-se dividido em três escalões. O primeiro vai desde os 500 aos quatro mil euros, o segundo dos cinco mil aos 10 mil euros, terminando com o terceiro e último, compreendido entre os 11 mil e 20 mil euros. A diferenciação ocorre essencialmente ao nível dos prazos de pagamento e valores de tributação, sendo os restantes pressupostos semelhantes para todos aqueles.</p>
<p>Para quem necessita de um financiamento até quatro mil euros, o número de mensalidades vai desde as 18 às 59, com Taxa Anual Efectiva Global (TAEG) de 28.5 por cento e Taxa Anual Nominal (TAN) de 23.87 pontos percentuais. Assim, para um requerimento de dois mil euros no máximo de prestações, o montante imputado ao cliente será de 3.540 euros. Por seu turno, um plafond de cinco a 10 mil euros poderá já ser liquidado a 71 meses, sendo neste caso cotada uma TAEG de 19.5 por cento e TAN a 16.80 pontos percentuais. Desta forma, um financiamento mínimo desta segunda modalidade com o limite de mensalidades implica a liquidação de 8.165 euros, ou seja, mais de três mil em juros.</p>
<p>A última opção merece um destaque maior, pois é a que comporta a taxação mais reduzida, com uma TAN de “apenas” 12.85 por cento e TAEG a 14.8 pontos percentuais, as mais acessíveis desta entidade credora, sobretudo atendendo à oportunidade de liquidar a quantia em dívida a 49 ou 65 meses. Na prática, por um recurso de 11 mil euros será averbada uma soma absoluta de 15.730 euros, a que correspondem cotas iguais de 242 euros.</p>
<p>Avaliando as características do crédito pessoal comercializado pela ExChange, em qualquer das três modalidades este constitui uma ocasião soberana de beneficiar da importância necessária sem grandes burocracias ou preocupações e com resposta súbita. </p>
<p>Contudo, as taxas impostas são (muito) pouco atractivas nas duas primeiras propostas, em especial dadas as oportunidades existentes no mercado nacional. Ainda assim, é uma eventual opção a considerar quando a propriedade pela qual mais se anseia é a prontidão em receber o montante desejado para concretizar os mais diversos projectos.</p>
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		<title>Crédito Pessoal Finibanco</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Aug 2010 01:11:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Finibanco]]></category>
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		<description><![CDATA[No sector do crédito, uma das melhores propostas é a do Finibanco. A empresa apresenta um financiamento a 100 por cento com taxação inferior nove por cento e até sete anos para liquidar os valores solicitados, o que é assumidamente uma alternativa que vence de imediato grande parte das existentes no mercado nacional. Ao subscrever [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No sector do crédito, uma das melhores propostas é a do Finibanco. A empresa apresenta um financiamento a 100 por cento com taxação inferior nove por cento e até sete anos para liquidar os valores solicitados, o que é assumidamente uma alternativa que vence de imediato grande parte das existentes no mercado nacional.</p>
<p>Ao subscrever o crédito pessoal multiusos do Finibanco é possível obter até 30 mil euros de empréstimo para quaisquer finalidades. Independentemente daquilo em que se deseja aplicar a verba, aquela entidade credora assegura a abrangência neste crédito específico, facultando ainda a hipótese de os juros serem cobrados a taxa fixa (dependente de análise à situação do cliente) ou variável (indexada à Euribor a três meses, com acréscimo de spread variável).</p>
<p>No caso de um auxílio limite, ou seja, de 30 mil euros, o candidato de 30 anos poderá tirar partido de uma Taxa Anual Efectiva Global (TAEG) de 8.876 por cento e Taxa Anual Nominal (TAN) a 7.19 pontos percentuais, atendendo aos pressupostos da taxa variável, a que são adicionados 6.5 por cento de spread. No final, o total imputado ao cliente será de 39.763,80 euros, correspondendo este valor a 84 mensalidades de 455.53 euros.</p>
<p>O conjunto de vantagens do presente financiamento estende-se a qualquer destino a dar-lhe, excepto para a aquisição de edifícios ou terrenos. Por isso, será necessário referir que a soma requerida não se encontra direccionada para compras deste género. Para qualquer outra finalidade poder-se-á usufruir de um prazo de carência de até seis meses, deixando-se assim uma margem de manobra de meio ano para o início do pagamento da importância pedida, o que é uma mais-valia significativa. Este é um aspecto importante, porque ainda que optando por este benefício, pode sempre ser acumulada a quantia que se liquidaria, ou menos, retribuindo-a posteriormente, dado que é possível fazer amortizações parciais ou totais do montante em dívida a qualquer momento.</p>
<p>Embora à partida este crédito seja uma óptima proposta, há que ter em conta que apenas o é verdadeiramente quando contratado por quem já é cliente do banco, porque somente possuindo um mínimo de quatro produtos deste é permitida a aplicação da taxação mais reduzida daquele. Assim, ter cartão de crédito, conta-ordenado, domiciliação de pagamentos e aplicações financeiras são hipóteses a considerar, seja para adquirir no imediato ou transferir de outras entidades para o Finibanco. Contudo, quem não necessita de nenhum outro serviço extra além do crédito pessoal, verá a sua tributação subir de forma acentuada, fazendo com que a presente alternativa de financiamento deixe de ser atractiva, colocando-a ao nível médio das que se encontram disponíveis no mercado português.</p>
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		<title>Crédito Pessoal Santander Totta</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Aug 2010 00:33:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Santander Totta, uma das mais respeitadas e prescritas entidades bancárias nacionais, encontra-se actualmente no sector do crédito pessoal com uma proposta onde se destaca essencialmente a possibilidade de avultadas amortizações, com limite de até dois por cento do montante requerido, o que representa uma grande mais-valia em relação a outras alternativas disponíveis presentemente neste [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Santander Totta, uma das mais respeitadas e prescritas entidades bancárias nacionais, encontra-se actualmente no sector do crédito pessoal com uma proposta onde se destaca essencialmente a possibilidade de avultadas amortizações, com limite de até dois por cento do montante requerido, o que representa uma grande mais-valia em relação a outras alternativas disponíveis presentemente neste sector financeiro nacional.</p>
<p>A proposta do Santander Totta faculta apoio num máximo de 50 mil euros e com prazos de pagamento até 84 meses, com taxas indexadas inferiores a 18.100 por cento. Neste seguimento, por exemplo, para um empréstimo modelo de 30 mil euros a 60 mensalidades, é aplicada uma Taxa Anual Efectiva Global (TAEG) de 18 pontos percentuais e respectiva Taxa Anual Nominal (TAN) de 14.5 por cento, havendo ainda a possibilidade de activar a opção extra de valor residual até 35 pontos percentuais, independentemente da verba solicitada. De acordo com a tributação aplicável, para um empréstimo com esta importância, o total imputado ao solicitador será de 47.662,63 euros, ainda que possa haver uma redução da TAEG para 12.1 por cento e da TAN para 9.5 pontos percentuais, o que significa um queda benéfica dos gastos para 41.839,27 euros, mas apenas em caso de transferência do financiamento de outros credores ou mediante acumulação de préstimos com o carimbo Santander Totta.</p>
<p>Com as tributações executáveis será assim possível obter um crédito com prestações desde 16.65 euros, variando naturalmente consoante a verba recebida. Contudo, a utilização a dar-lhe não tem de ser justificada, pelo que a finalidade para que se pretende usar tem um cariz totalmente livre, desde várias aplicações a somente uma, ficando a responsabilidade apenas a cargo do cliente.</p>
<p>Passando em revista os pressupostos enunciados, o crédito pessoal do Santander Totta é uma boa oportunidade para quem à partida já possui outros serviços do banco, sobretudo os mais regulares ou de investimento mais avultado. No entanto, não será a opção mais viável quando este é o primeiro contacto com o banco, já que os custos associados a este crédito pessoal são algo elevados quando comparados com soluções mais acessíveis existente no mercado nacional.</p>
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