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	<title>O Credito Pessoal &#187; malparado</title>
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<title>O Credito Pessoal</title>
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		<title>Queda brusca na concessão de crédito</title>
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		<pubDate>Thu, 19 May 2011 21:19:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Bancos e entidades credoras mantêm a grande restrição ao crédito, sobretudo concedido às famílias, como se pode constatar no relatório do Banco de Portugal (BdP) divulgado hoje, no mesmo dia em que a instituição defendeu que o acordo do empréstimo ao país terá um “impacto económico e social substancial”. Apesar de as dificuldades maiores ainda [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Bancos e entidades credoras mantêm a grande restrição ao crédito, sobretudo concedido às famílias, como se pode constatar no relatório do Banco de Portugal (BdP) divulgado hoje, no mesmo dia em que a instituição defendeu que o acordo do empréstimo ao país terá um “impacto económico e social substancial”.</p>
<p>Apesar de as dificuldades maiores ainda estarem para chegar com as muitas medidas de austeridade impostas pela estratégia da “troika” para a nação, as empresas de concessão de empréstimos já começam a tentar prevenir eventuais problemas futuros, diminuindo de forma acentuada a aprovação de financiamento a privados. Entre Fevereiro e Março, o montante concedido tombou 120 milhões de euros, para os 141.750 milhões globais, uma considerável baixa no sector e uma das maiores dos últimos meses.</p>
<p>O contributo máximo para a queda da atribuição de crédito foi registado no consumo (-153 milhões), seguido pelas finalidades “não definidas” (-10 milhões). No entanto, as famílias portuguesas continuam a não abdicar da compra de casa própria – um erro no grave momento da economia e finanças nacionais – e a canalizarem grande parte do seu orçamento mensal para essa aquisição a longo prazo, a qual rendeu mais 43 milhões de euros aos bancos, quando nos últimos dois meses a situação era precisamente inversa, o que poderá acarretar um enorme risco para o sobreendividamento individual.</p>
<p>Segundo o relatório do BdP, também o malparado mantém uma curva descendente, em cerca de 37 milhões de euros, tendo a diminuição acontecido principalmente no crédito à habitação, enquanto o sector do consumo recuou sete milhões. Porém, a concessão para finalidades “não especificadas” registou uma subida do incumprimento na ordem dos 12 milhões de euros, um possível sinal de que este género de financiamento possa estar a ser (mais) sistematicamente usado para a compra de bens que possuem crédito próprio, mas com juros mais elevados, como têm vindo a alertar os especialistas.</p>
<p>As instituições credoras e bancos ainda não se pronunciaram oficialmente sobre os dados do relatório hoje tornado público pelo BdP, embora se adivinhe que a posição face a esta realidade seja a mesma verificada até agora, ou seja, a continuação do aperto das regras de concessão de crédito e a diminuição das verbas máximas disponibilizadas para cada caso em função da eventual revisão daqueles critérios.</p>
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		<title>Crédito aumenta em tempo de malparado crescente</title>
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		<pubDate>Sun, 28 Nov 2010 18:14:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Numa altura em que o malparado regista valores recorde, embora tenha caído uns ténues 0.004 por cento há dois meses (os números mais recentes), as entidades credoras não recuam na sua demanda por clientes e ignoram os avisos do mercado, continuando a angariá-los tal como o faziam antes da actual crise. Só em Setembro financiaram [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Numa altura em que o malparado regista valores recorde, embora tenha caído uns ténues 0.004 por cento há dois meses (os números mais recentes), as entidades credoras não recuam na sua demanda por clientes e ignoram os avisos do mercado, continuando a angariá-los tal como o faziam antes da actual crise. Só em Setembro financiaram as empresas em mais 515 milhões de euros, estabelecendo um novo máximo e retirando o “título” que pertencia a Dezembro de 1979, como confirmam os dados do Boletim Estatístico do Banco de Portugal (BdP).</p>
<p>Comparando os valores postulados em Agosto e os referentes ao terceiro trimestre do ano, o financiamento absoluto em carteira de todas as empresas desta área económica passou de 117.596 milhões de euros para 118.111 milhões. Este novo marco histórico coincidiu com as importâncias também elas inéditas do crédito malparado, cuja quantia líquida apurada revela um incumprimento na ordem dos 4.119 milhões de euros em Setembro, mais quatro milhões do que os alistados no mês anterior.</p>
<p>Nas famílias, o volume de concessão também cresceu, chegando ao recorde de 140.972 milhões de euros no último período do terceiro trimestre. A quantia significa um incremento de 314 milhões relativamente aos 140.658 milhões de euros do “mês dos emigrantes”, com a divisão da totalidade facultada a canalizar-se essencialmente para o crédito à habitação (113.110 milhões), 271 milhões de euros superior ao valor injectado em Agosto, confirmando a anunciada subida dos pedidos junto dos credores.</p>
<p>Face ao aumento de 0.24 por cento nos financiamentos para a compra de casa, convém sublinhar igualmente o salto de 0.18 pontos dado pelo crédito ao consumo, com um total facultado de 15.560 milhões de euros. Ou seja, mais 28 milhões do que a verba do mês anterior ao presente relatório do BdP, o que se traduz em outro resultado inédito desde o início dos registos em Portugal.</p>
<p>De acordo com os dados do regulador do sector, o lado negro das quantias recorde acaba por se reflectir nos igualmente históricos níveis do incumprimento dos clientes, que embora mais baixo em Setembro (5.630 milhões) do que em Agosto (5.735 milhões de euros), mantém uma linha ascendente de 4.767 por cento, ultrapassando desta forma a larga escala a barreira considerada como ideal pelos bancos (de 0.5 a 1.5%).</p>
<p>Analisando aprofundadamente o Boletim Estatístico do BdP, saltam à vista os valores inéditos do crédito à habitação (anterior: Dezembro de 1979) e ao consumo (precedente: Dezembro de 1997), bem como os novos marcos no que diz respeito ao financiamento total concedido às famílias e empresas (precedente: Dezembro de 1979). Contudo, não pode deixar de se frisar a quebra no malparado, que ainda residual (-0.004) diminui pela primeira vez em praticamente um ano, ficando o mês de Agosto com a “faixa” do mais elevado incumprimento de sempre (2.926%), apagando assim o prévio máximo histórico verificado em Junho de 1998.</p>
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		<title>Crédito malparado atinge máximos de 1998</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Sep 2009 21:17:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O crédito malparado continua a aumentar em Portugal. Em Julho atingiu máximos do final da década de 90, com o incumprimento no crédito à habitação em níveis recorde, revelando a incapacidade das famílias em suportar os custos com os imóveis. Ao mesmo tempo, a concessão de crédito regista um forte abrandamento. De acordo com os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O crédito malparado continua a aumentar em Portugal. Em Julho atingiu máximos do final da década de 90, com o incumprimento no crédito à habitação em níveis recorde, revelando a incapacidade das famílias em suportar os custos com os imóveis. Ao mesmo tempo, a concessão de crédito regista um forte abrandamento.</p>
<p>De acordo com os dados do Boletim Estatistico hoje divulgados pelo Banco de Portugal, as famílias portuguesas deviam, em Julho, um total de 3,6 mil milhões de euros à banca, o que representa 2,72% do volume de empréstimos concedidos. Ou seja, o peso do crédito malparado já supera os 2,5% e atingiu o nível mais elevado desde Outubro de 1998.</p>
<p>A contribuir para esta evolução estiveram todos os segmentos.</p>
<p>Na habitação, o peso do malparado tocou nos 1,70%, um valor nunca antes observado. Mas não é só com a habitação que os portugueses estão a ter dificuldades em cumprir os pagamentos à banca. Aliás este é mesmo o segmento onde o peso do malparado é menor, até porque este é o último bem que uma família deixa de pagar o crédito associado.</p>
<p>No crédito ao consumo, as famílias portuguesas devem já 6,72% do total dos empréstimos concedidos pelas entidades financeiras. Este é também o valor mais elevado desde que Banco de Portugal começou a compilar os dados (1997).</p>
<p>Ao mesmo tempo que o incumprimento aumenta, a concessão de crédito abranda. A taxa de variação homóloga dos empréstimos à habitação fixou-se nos 1,3%, em Julho, o nível mais baixo desde 2004. Uma prova da dificuldade em conseguir actualmente um empréstimo junto das instituições bancárias.</p>
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		<title>Malparado subiu para níveis de 2004</title>
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		<pubDate>Sat, 25 Apr 2009 01:19:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Há cada vez mais famílias portuguesas que não conseguem pagar os seus empréstimos. O peso do crédito mal parado nos particulares atingiu os 2,39%, em Fevereiro. Este valor, que é o maior desde Maio de 2004, está a aumentar progressivamente desde Novembro de 2007 e atingir proporções mais preocupantes no crédito ao consumo, onde o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há cada vez mais famílias portuguesas que não conseguem pagar os seus empréstimos. O peso do crédito mal parado nos particulares atingiu os 2,39%, em Fevereiro. Este valor, que é o maior desde Maio de 2004, está a aumentar progressivamente desde Novembro de 2007 e atingir proporções mais preocupantes no crédito ao consumo, onde o mal parado tem um peso acima de 5%.</p>
<p>De acordo com os dados do Banco de Portugal, já noticiados pelo Negócios a 8 de Abril, e que constam no Boletim Estatístico hoje divulgado, o crédito mal parado atingiu 3,16 mil milhões de euros em Fevereiro, uma subida face aos 3,002 mil milhões de euros de Janeiro.</p>
<p>O crédito total também aumentou, de 132,2 para 132,5 mil milhões de euros, mas o peso do malparado subiu. Assume mesmo um peso relevante no crédito ao consumo, ao atingir os 5,58% em Fevereiro. Neste segmento o mal parado situa-se nos 861 milhões de euros, perante o crédito concedido de 15,44 mil milhões de euros.</p>
<p>O peso do mal parado face aos empréstimos no crédito à habitação atingiu 1,59%, o valor mais alto desde Maio de 2004. Contudo, a descida recente das taxas de juro deverá ajudar a atenuar esta tendência de aumento.</p>
<p>Níveis que não assustam o governador do Banco de Portugal. “Continua com valores inferiores à média europeia e muito inferiores aos de início da década de 90, em que os riscos de incumprimento eram o dobro do que são hoje”, afirmou Vítor Constâncio a 7 de Abril. “A minha expectativa é que desta vez os níveis do crédito mal parado não cheguem aos da década de 90”, conclui.</p>
<p>Teresa Gil Pinheiro, economista do BPI, considera a subida do mal parado no consumo “preocupante”.O mesmo adjectivo é usado para qualificar o incumprimento no crédito à habitação, não porque os níveis estão muito elevados, mas porque tem sido um aumento continuado.</p>
<p>Teresa Gil Pinheiro considera que será normal assistir-se a algum aumento do mal parado, mas assinala que o actual valor “está longe dos níveis mais elevados”verificados em Portugal. </p>
<p>“Nos últimos meses o crédito mal parado parece estar a mostrar alguma tendência de estabilização” em torno de 2,4% e “comparando com Espanha estamos num nível confortável”, afirma.</p>
<p>fonte: <a href="http://www.jornaldenegocios.pt">Jornal de Negócios</a>.</p>
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