Pagar as férias a prestações

Um dos avanços mais significativos no financiamento a particulares foi sem dúvida a criação dos empréstimos, uma forma simples e imediata de colocar nas mãos do consumidor uma determinada quantia monetária para finalidades específicas a troco de compensação por esse adiantamento, os juros. Esse é precisamente o aspecto mais crucial deste produto nascido na banca, ao qual muito se deve o crescimento do volume de negócios no sector. Outro dos desenvolvimentos de salutar nesse particular foi o encetar da oferta concreta para os variados fins possíveis, desde a aquisição de habitação permanente à compra de carro ou início de empresa própria. No entanto, será no crédito para férias que nos focaremos no corrente artigo, pois em tempo de crise é sempre benéfico conhecer as oportunidades que temos à nossa disposição para sair um pouco da rotina e usufruir do merecido descanso após meses de árduo trabalho. Eventualmente já se terá deparado com...

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Empresas cobram juros à margem da lei

O ponto de saturação dos mercados está cada vez mais próximo e a última “farpa” das agências norte-americanas de rating agravou a situação para os cidadãos portugueses, para os quais ficará ainda mais difícil a obtenção de crédito (para quem os pretende) e implicará eventualmente um novo aumento muito considerável do custo daqueles que já se encontram activos. Embora a autoridade máxima do sector em Portugal, o Banco de Portugal (BdP), tenha em Janeiro passado decidido colocar limites máximos à Taxa Anual Efectiva Global (TAEG) aplicável em cada um dos géneros de empréstimos praticadas pelas instituições financeiras em território luso, começa a surgir a pressão destas empresas para que sejam revistas em alta aquelas barreiras. No entanto, algumas entidades já estão actualmente a desrespeitar a medida do BdP, o que significa a prática de um crime cujas penalizações podem ser fatais não só para a reputação dos perpetradores como para a imagem...

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Cuidado com os empréstimos rápidos

A pressa é inimiga de uma boa escolha de crédito, alertou este sábado a Deco depois de analisar nove produtos de quatro entidades financeiras (IFIC) e concluir que cobram taxas entre os 20 por cento e os 30 por cento para emprestar 2.000 euros. O alerta é publicado na última edição da publicação Dinheiro & Direitos daquela associação de defesa dos consumidores (Deco), depois de ter analisado em Abril as condições oferecidas por 13 sociedades financeiras de aquisição a crédito (SFAC), através da informação disponibilizada nos sites, uma vez que só obteve três respostas: do BPN Crédito, a informar que não comercializava, da Cetelem (BNP Paribas) e da Oney. A associação aconselha ainda a: “Pense duas vezes antes de contratar um empréstimo rápido”, alertando que mesmo as taxas mais baixas, que variam entre os 15 e os 22 por cento para créditos pessoais de cinco mil euros a pagar em 24 meses,...

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O que é o crédito pessoal?

Recorrer ao financiamento bancário tornou-se (mais do que) um hábito nas sociedades ditas desenvolvidas a tal ponto que se banalizou. Contudo, isso não significa que sejam conhecidos os termos ou o que significam e muito menos o que podem implicar a curto, médio ou longo prazo. E porque só um cidadão informado pode decidir sem quaisquer dúvidas relativamente aos esforços a realizar no futuro, convém esclarecer os aspectos que geram dúvidas no que àquele dizem respeito. Em poucas palavras, pode definir-se o crédito pessoal como um serviço bancário que se contrata a uma entidade autorizada e dirigido à compra de bens de consumo ou outros produtos, incluindo a aquisição de residência permanente, embora para este exista um crédito específico à habitação. Porém, sendo o conceito mais vasto do que o enunciado, torna-se crucial que se avancem outros dados relativos a este género de financiamentos em concreto. Finalidades do crédito pessoal Como compreensível...

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Escolher a modalidade ideal no crédito pessoal

O mercado do financiamento extra para gastos imediatos, vulgarmente conhecido como crédito, tem sofrido inúmeras alterações nos últimos anos e continua a modificar-se com a evolução da crise económica, bastante sentida em Portugal por motivos que nada têm a ver com os consumidores ou cidadãos nacionais mas sim com a inépcia de sucessivos governos e a irresponsabilidade social de empresas com fins exclusivamente capitalistas que agora se repercutiu em níveis de endividamento recorde. Nesse sentido, torna-se decisivo saber que opções existem para quem mesmo em tempo de dificuldades económicas necessita ou deseja recorrer a crédito, porque embora esta alternativa não seja a mais indicada no período de carência actual, há determinados casos em que as circunstâncias deixam uma reduzida margem de manobra. Assim, estar consciente dos truques e dicas para conseguir os melhores contratos é fundamental, pelo que lhe apresentamos quatro conselhos básicos. – Cuidado com a TAEG exigida em cada situação....

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BdP detecta cobrança de juros ilegal

Os níveis médios do custo imputado aos clientes no crédito ao consumo ultrapassam os 15 por cento e em alguns casos superam mesmo o máximo legal permitido, ou seja, há entidades nacionais a ganharem dinheiro à margem da lei. De acordo com o último relatório do Banco de Portugal (BdP) concernente a este problema, foram detectados 63 contratos com taxas acima dos valores legais, aceites por 13 instituições diferentes que operam no sector em território lusitano. O abuso de alguns credores é justificado por estes com a situação de incoerência das contas públicas, responsável pela diminuição recorde dos níveis de confiança dos investidores, facto que provocou a subida inédita da taxação exigida pelas instituições nos diversos tipos de financiamento bancário, particularmente o crédito ao consumo, o mais fustigado e integrante da lista dos menos essenciais desenvolvida pelo Fundo Monetário Internacional (FMI). A razão para a cobrança exagerada não é, contudo, aceite pelos...

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