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	<title>O Credito Pessoal &#187; endividamento</title>
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	<description>tudo sobre o crédito num só local</description>
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<title>O Credito Pessoal</title>
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		<title>risco de endividamento</title>
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		<pubDate>Sun, 17 Oct 2010 16:32:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[DECO]]></category>
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		<description><![CDATA[As famílias cujos créditos representem mais de 40% do rendimento mensal encontram-se em risco de endividamento e não devem contrair mais empréstimos. Esta é a recomendação da Deco, a associação de defesa do consumidor. Até final de Setembro entraram na Deco 2143 processos de sobreendividamento. O número de processos não é maior do que no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As famílias cujos créditos representem mais de 40% do rendimento mensal encontram-se em risco de endividamento e não devem contrair mais empréstimos. Esta é a recomendação da Deco, a associação de defesa do consumidor.</p>
<p>Até final de Setembro entraram na Deco 2143 processos de sobreendividamento. O número de processos não é maior do que no ano passado, mas a quantidade de famílias que pede ajuda é bastante superior.</p>
<p>Muitas das situações que chegam à Deco já se encontram numa fase muito tardia, com processos em tribunal, ou em situações em que já não há possibilidade de reestruturação de créditos. </p>
<p>Os tempos que se aproximam não vão ser fáceis e significa que as famílias têm de gerir mais responsavelmente o seu dinheiro. A recomendação é que os créditos não ultrapassem os 40 por cento do rendimento mensal das famílias, segundo o Gabinete de Apoio ao Sobreendividamento da Deco.</p>
<p>Actualmente, face às medidas de austeridade anunciadas, muitos consumidores têm já procurado ajuda para reduzirem o peso das prestações no seu orçamento.</p>
<p>A Deco tem testemunhado que antes de serem confrontadas com a diminuição dos seus rendimentos as famílias já se encontram endividadas além do desejável. Segundo os dados do Gabinete de Apoio ao Sobreendividamento mais recentes, o desemprego e a deterioração da situação laboral são as principais causas de pedidos de ajuda, representando mais de 50 por cento dos motivos que deram origem aos processos.</p>
<p>Assim recomenda-se a leitura dos artigos sobre <a href="http://www.ocreditopessoal.com/tag/taxa-de-esforco/">taxa de esforço</a> e <a href="http://www.ocreditopessoal.com/tag/endividamento/">endividamento</a>. </p>
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		<title>Dicas práticas para subscrever um crédito</title>
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		<pubDate>Sat, 11 Sep 2010 00:51:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Informação]]></category>
		<category><![CDATA[contrato]]></category>
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		<description><![CDATA[As dificuldades económicas dos portugueses já não constituem novidade e também conhecido é o crescente recurso dos cidadãos lusos ao financiamento bancário com vista a atenuar os problemas de natureza monetária. Contudo, há que ter bastante cuidado quando se envereda por esta opção, e nunca é demais sublinhar alguns dos conselhos que devem ser considerados [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As dificuldades económicas dos portugueses já não constituem novidade e também conhecido é o crescente recurso dos cidadãos lusos ao financiamento bancário com vista a atenuar os problemas de natureza monetária. Contudo, há que ter bastante cuidado quando se envereda por esta opção, e nunca é demais sublinhar alguns dos conselhos que devem ser considerados nestes casos. Por isso, deixamos agora sete dicas cruciais para quem está prestes a recorrer ao crédito.</p>
<p>1. Pense bem antes de subscrever este tipo de financiamento, pois existem algumas desvantagens que lhe estão associadas. Estude as oportunidades que possa ter, mas não impliquem subscrever um crédito, avaliando por si mesmo a necessidade em adquiri-lo, nomeadamente ponderando a finalidade para que aquele servirá. Se este destino for algo supérfluo, não hesite e abstenha-se da compra, porque mais vale ir poupando o dinheiro aos poucos e adquirir o que se deseja com uma quantia acumulada; </p>
<p>2. Estabeleça prioridades quanto às suas necessidades, porque isso ajudá-lo-á a cumprir o pressuposto explicado no parágrafo anterior. É aconselhável fazer uma lista daquilo que não pode deixar de pagar – despesas fixas e orçamento disponível para os gastos diários – e verificar que parte do rendimento fica “a mais”, uma vez que só neste caso deve recorrer ao crédito, que nunca deve ser utilizado para subsidiar gastos correntes;</p>
<p>3. Faça uma pesquisa de mercado e apurar a importância que será necessária para liquidar as mensalidades. Caso se escolha seguir com a subscrição do crédito, o valor das prestações deste não pode de forma alguma ultrapassar a verba inicial. Por isso, se achar atraente um financiamento maior por ficar com uma certa margem de manobra para o adquirir, contenha-se e invista o montante excedente, não aumente a soma prevista à partida;</p>
<p>4. Ao contrair o crédito, tenha em conta a instabilidade do mercado de trabalho, porque uma alteração poderá significar um despedimento e consequentemente menos um vencimento a entrar todos os meses, o que afectará o pagamento das prestações. Assegure-se de que terá sempre o valor a liquidar ao credor, dado que o incumprimento do contrato leva a punições cada vez mais severas;</p>
<p>5. Não descure o exame cuidado da totalidade das condições do financiamento, atendendo especialmente aos tópicos referentes à importância do crédito, taxação aplicada (TAEG, TAN e impostos), prazos de pagamento e mensalidades. Ainda que possa acontecer por engano, convém frisar que há queixas de quem assinou um acordo completamente diferente daquele que requereu. Cuidado!</p>
<p>6. Ler o contrato com o olho aberto é uma tarefa importantíssima. Existem entidades que cobram extras inúteis que podem ser eliminados e fazer baixar as prestações a liquidar, ainda que geralmente não seja muito, mas sempre é alguma coisa. Observe se há anomalias nos impressos, na parte concernente à informação pré-contratual, e se verificar que tal sucede, alerte o credor para a situação, exigindo a correcção da mesma;</p>
<p>7. Pese todos os prós e contras de anuir a um crédito. Considere os seis conselhos supra-enunciados e encare-os como um guia imprescindível para ler antes de se dirigir às empresas e subscrever este produto bancário. A melhor defesa contra o sobreendividamento é um cliente informado e cauteloso. Por isso, dê o seu melhor para se integrar nesta categoria, garantindo desta forma a sua estabilidade financeira.</p>
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		<title>Como obter crédito com problemas bancários?</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Mar 2010 01:14:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Informação]]></category>
		<category><![CDATA[cartão de crédito]]></category>
		<category><![CDATA[crédito pessoal]]></category>
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		<description><![CDATA[O endividamento das famílias portuguesas ainda não parou de subir, assim como o crédito malparado, que se mantém em níveis de crescimento, ainda que tenha abrandado este crescimento deste o passado mês de Novembro. No entanto, continua a ser complicado equilibrar o orçamento mensal com tudo aquilo que as famílias têm a seu cargo. Por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O endividamento das famílias portuguesas ainda não parou de subir, assim como o crédito malparado, que se mantém em níveis de crescimento, ainda que tenha abrandado este crescimento deste o passado mês de Novembro. No entanto, continua a ser complicado equilibrar o orçamento mensal com tudo aquilo que as famílias têm a seu cargo. Por isso, cada vez mais aumenta o número de pessoas a pedirem crédito a entidades bancárias e de financiamento. Porém, mais de 25 por cento das solicitações de crédito provêm de alguém que já tem um histórico de incumprimentos perante um outro credor, o que nunca é abonatório para a resposta ao pedido de crédito. Mas existem alternativas.</p>
<p>Quando o cliente já teve problemas ao nível do pagamento de um crédito por ele solicitado, não é necessariamente difícil encontrar uma nova forma de obter o dinheiro que precisa. No entanto, se este for o seu caso, há que pensar bem nas escolhas a fazer, tendo sempre em conta que a decisão a tomar tem de ser consciente, não pensando que, só porque há opções para conseguir o dinheiro que se pretende, não tem de haver preocupações para evitar o agravamento da situação financeira, que por si só já pode ser complicada.</p>
<p>As taxas de sobreendividamento das famílias estão cada vez mais elevadas, o que levou as diversas entidades de concessão de crédito a reverem os seus critérios de atribuição. A maior restrição foi imposta a empresas e particulares que já tenha problemas bancários anteriores, ainda que, no caso das empresas, exista uma maior flexibilidade, pela possível maior geração de riqueza que esta pode vir a ter. Para ambos, a melhor solução para ultrapassar os entraves colocados por um histórico de incumprimento é o recurso ao <a href="http://www.ocreditopessoal.com/credito-pessoal-rapido/">crédito rápido</a> e sem burocracias, entre os quais, o crédito pessoal é a mais viável e popular.</p>
<p><strong>Solução 1: Crédito Pessoal</strong><br />
O pedido de crédito pessoal é relativamente simples conseguir e existem inúmeras alternativas no mercado português. No entanto, o que tem de se pesar é a viabilidade de cada uma das possibilidades. Assim, importa consultar todas as condições de cada uma das entidades que possa vir a ser credora, escolhendo a que melhores condições oferece para a sua situação actual. Peça todo o tipo de informações, recolha o máximo de dados possível e esteja a par de tudo o que implica o pedido de crédito. O essencial é não ficar com dúvidas e esclarecer tudo aquilo que não seja claro no contrato, bem como todos os pontos que lhe possam parecer estranhos. Nada pode deixar incertezas. Tudo tem de ser confirmado. Aqui no site encontrará dicas e conselhos a seguir nos pedidos de crédito. </p>
<p><strong>Solução 2: Cartão de Crédito</strong><br />
A segunda alternativa para superar as dificuldades em obter crédito, decorrentes de um histórico de incumprimento, é recorrer ao pedido de um cartão de crédito. No entanto, esta decisão não pode ser tomada de ânimo leve, pois implica o cumprimento de pressupostos, que têm de ser respeitados. Por isso, antes de avançar para a solicitação do cartão de crédito, tal como no pedido de crédito pessoal, verifique bem as condições de adesão. Também nesta opção devem ser consideradas as alternativas das várias empresas e os diversos modelos de cartões, decidindo sempre tendo em conta a sua actuação situação financeira e condições futuras asseguradas.</p>
<p>Seja qual for a alternativa escolhida, das duas acima referidas, é aconselhável que seja pedida a ajuda de consultores financeiros. Estes profissionais, melhor do que ninguém, poderão recomendar-lhe o que fazer, tendo em conta o estado das suas finanças. Em qualquer um dos casos, pondere sempre muito bem a opção a tomar e se tem mesmo de a tomar, pois será mais um encargo no seu orçamento mensal. Pense bem antes de agir e não decida de “cabeça quente”. Considere todos os prós e contras antes de avançar para qualquer uma das opções.</p>
<p><!--adsense--></p>
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		<title>Recorrer a mais credito para pagar outros créditos NÃO É SOLUÇÃO</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Jan 2010 23:36:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Produtos Financeiros]]></category>
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		<description><![CDATA[A crise que se vive actualmente em praticamente todo o mundo ocidental fez com que diversas famílias agravassem os seus problemas financeiros, devido ao desemprego, maior endividamento, etc. Nestas alturas, o apoio que se possa obter de modo a de familiares e amigos é importante, mas há também empresas a operar nesta área que podem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A crise que se vive actualmente em praticamente todo o mundo ocidental fez com que diversas famílias agravassem os seus problemas financeiros, devido ao desemprego, maior endividamento, etc. </p>
<p>Nestas alturas, o apoio que se possa obter de modo a de familiares e amigos é importante, mas há também empresas a operar nesta área que podem resolver os problemas destas famílias. </p>
<p>Muito provavelmente já teve que recorer a amigos ou familiares para o pagamento de prestações, pois o dinheiro não chega ao final do mês. Muitas pessoas recorrem também ao crédito numa tentativa de pagar outras prestações em atraso, o que piora ainda mais a situação financeira, levando as famílias à falência. </p>
<p>Uma das empresas que trabalha nesta área do aconselhamento financeiro é a Planoviável. Os profissionais da Planoviável analisam de forma rigorosa o perfil financeiro de endividamento das Famílias, o objectivo dos consultores desta empresa é é restituir à sua família o equilíbrio necessário para viver com tranquilidade, sem o peso das más opções do passado. </p>
<p>Os consultores da Planoviável ajudam no diagnóstico financeiro do orçamento familiar e ajudam-no na redução dos encargos e despesas mensais, por ex através da consolidação de créditos ou da redução das prestações mensais.</p>
<p>Estes profissionais ensinam também as pessoas a gerir o seu orçamento, alertando por exemplo para o consumo compulssivo e excessivo ou na negociação das dívidas. Não menos importante é o apoio psicológico às famílias afectadas através de consultas periódicas e gratuitas de forma a ajudar as famílias a superar as debilidades emocionais e psicológicas, originadas pela pressão exercida pelos seus credores.</p>
<p>A Planoviável está localizada nos principais centros urbanos. </p>
<p><!-- BEGIN CODE NetAffiliation : http://www.netaffiliation.com/ - Planoviável --><br />
<a href="http://action.metaffiliation.com/suivi.php?mclic=S436D94D6FD112" target="_blank">Não deixe que as suas dívidas lhe tirem a alegria de viver, a PLANOVIAVEL TEM a melhor solução para o seu caso!</a><br />
<!-- END CODE NetAffiliation --></p>
<p><!-- BEGIN CODE NetAffiliation : http://www.netaffiliation.com/ - Planoviável --><br />
<script type="text/javascript" src="http://action.metaffiliation.com/suivi.php?taff=S436D94D6FD134"></script><br />
<!-- END CODE NetAffiliation --></p>
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		<title>Reendividamento: agravamento da situação ou uma solução?</title>
		<link>http://www.ocreditopessoal.com/reendividamento-agravamento-da-situacao-ou-uma-solucao/</link>
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		<pubDate>Fri, 26 Sep 2008 21:18:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opiniões]]></category>
		<category><![CDATA[endividamento]]></category>
		<category><![CDATA[Informação]]></category>
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		<description><![CDATA[A actual conjuntura leva-nos a uma situação de endividamento permanente. Algumas pessoas estão endividadas muito além das suas possibilidades. E esta situação apenas tem a tendência a piorar. Na verdade trata-se de um perigoso ciclo vicioso onde é necessário forçarmos o quebrar do ciclo para nos conseguir levantar. E digo ciclo porque podemos facilmente cair [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A actual conjuntura leva-nos a uma situação de endividamento permanente. Algumas pessoas estão endividadas muito além das suas possibilidades. E esta situação apenas tem a tendência a piorar. Na verdade trata-se de um perigoso ciclo vicioso onde é necessário forçarmos o quebrar do ciclo para nos conseguir levantar. E digo ciclo porque podemos facilmente cair num circuito em que apenas tapamos buracos e perdemos poder de compra.</p>
<p>Quando um crédito entra em incumprimento, a pressão exercida sobre quem deve torna-se quase extrema. São repetidamente contactados quer por telefone, carta e até pessoalmente. É despoletada toda uma máquina de recuperação de crédito implacável e que, à custa dos actuais tempos, se tornou quase infalível. Só existem, normalmente duas formas de nos livrarmos destas situações:</p>
<li>1.	Pagando com capitais próprios. Quando a situação aperta pode chegar a altura de liquidarmos parte dos nossos bens. Podemos vender um automóvel ou trocarmos a nossa casa por uma casa arrendada (o que, no meu ponto de vista, não é uma solução negativa). A verdade é que precisamos de realizar dinheiro com alguma celeridade e esta, normalmente, é a forma mais rápida de obter liquidez.</li>
<li>2.	Através do reendividamento. Se a situação ainda está minimamente controlado e apenas estamos em incumprimento simples (sem comunicação ao Banco de Portugal) o crédito imediato pode ser a solução. No entanto é preciso ser bem pensado de forma a não cairmos nos ciclos que acima descrevi.<br />
Muitas pessoas sem se aperceberem caem num círculo que estão continuamente a pedir um crédito para pagar o anterior. E na realidade estão apenas a passar dinheiro de mãos. Até perdendo dinheiro porque cada vez que isto acontece, tem de se juntar despesas, custas, juros e demais taxas. Isto faz com que a situação se torne um vício.</li>
<p>Na minha opinião, o produto financeiro que mais promove esta dependência do crédito é a linha de crédito a associada à “conta ordenado”. Neste produto, a instituição bancária adianta-nos um valor que, normalmente, é igual ao montante habitual do nosso vencimento mensal. Este crédito está lá, sempre, pronto a ser usado. Em alguns bancos está inclusive à ordem na nossa conta. Só conseguimos ver o nosso saldo real no saldo contabilístico. Ora a única forma que não usarmos crédito é não o ter. Estando ali disponível é mais que provável que será usado. O problema é que quando o próximo vencimento entrar na conta será apenas para cobrir o que está ao abrigo do crédito por conta ordenado. Basicamente vive-se e trabalha-se para tapar o(s) buraco(s) que vamos deixando ao longo do nosso caminho.</p>
<p>E não nos podemos esquecer que existem sempre juros associados. Isto é, quando entrar o nosso vencimento ficamos com menos um bocadinho do que tínhamos. E todos os meses nos vai tirando mais um pouco e mais um pouco. Por isso eu considero o reendividamento um dos problemas mais complicados da nossa sociedade. É preciso ter cuidado para não cairmos nesta tentação. E acredite que se lá estiver disponível, irá gasta-lo. É preferível pedir um microcrédito ou um crédito pessoal caso haja motivo para isso.</p>
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		<title>Crédito ao consumo e publicidade camuflada</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Aug 2008 00:04:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Informação]]></category>
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		<category><![CDATA[publicidade]]></category>
		<category><![CDATA[TAEG]]></category>

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		<description><![CDATA[Os Portugueses estão cada vez mais endividados. Não é novidade para ninguém e os órgãos de comunicação social tem divulgado várias reportagens e artigos sobre o assunto. A Publicidade do crédito ao consumo procura camuflar os verdadeiros custos do empréstimo, destacando-se sempre a facilidade com que se pode obter o crédito. Recentemente a revista Dinheiro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os Portugueses estão cada vez mais endividados. Não é novidade para ninguém e os órgãos de comunicação social tem divulgado várias reportagens e artigos sobre o assunto. </p>
<p>A Publicidade do crédito ao consumo procura camuflar os verdadeiros custos do empréstimo, destacando-se sempre a facilidade com que se pode obter o crédito. </p>
<p>Recentemente a revista Dinheiro &#038; Direitos realizou um estudo sobre a taxa anual de encargos efectiva global, mais conhecida por <a href="/o-que-e-a-taeg-e-para-que-serve/">TAEG</a> em várias propostas de crédito disponíveis no mercado. A conclusão é que existem algumas falhas e algumas instituições de crédito não se preocupam em cumprir a lei e indicam a TAEG, um parâmetro que permite comprar as várias propostas de crédito. Quando essa informação é mencionada, muitas vezes não está visível de forma fácil. </p>
<p>A publicidade transmite a ideia que o crédito não é caro. As pessoas não se preocupam em compreender a linguagem técnica presente na publicidade e muitas vezes a falta de informação conduz, neste caso, ao sobreendividamento galopante dos portugueses. A procura pela obtenção de <a href="/dinheiro-urgente/">dinheiro urgente</a> não para!</p>
<p><!--adsense--></p>
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