risco de endividamento

As famílias cujos créditos representem mais de 40% do rendimento mensal encontram-se em risco de endividamento e não devem contrair mais empréstimos. Esta é a recomendação da Deco, a associação de defesa do consumidor. Até final de Setembro entraram na Deco 2143 processos de sobreendividamento. O número de processos não é maior do que no ano passado, mas a quantidade de famílias que pede ajuda é bastante superior. Muitas das situações que chegam à Deco já se encontram numa fase muito tardia, com processos em tribunal, ou em situações em que já não há possibilidade de reestruturação de créditos. Os tempos que se aproximam não vão ser fáceis e significa que as famílias têm de gerir mais responsavelmente o seu dinheiro. A recomendação é que os créditos não ultrapassem os 40 por cento do rendimento mensal das famílias, segundo o Gabinete de Apoio ao Sobreendividamento da Deco. Actualmente, face às medidas de austeridade...

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Dicas práticas para subscrever um crédito

As dificuldades económicas dos portugueses já não constituem novidade e também conhecido é o crescente recurso dos cidadãos lusos ao financiamento bancário com vista a atenuar os problemas de natureza monetária. Contudo, há que ter bastante cuidado quando se envereda por esta opção, e nunca é demais sublinhar alguns dos conselhos que devem ser considerados nestes casos. Por isso, deixamos agora sete dicas cruciais para quem está prestes a recorrer ao crédito. 1. Pense bem antes de subscrever este tipo de financiamento, pois existem algumas desvantagens que lhe estão associadas. Estude as oportunidades que possa ter, mas não impliquem subscrever um crédito, avaliando por si mesmo a necessidade em adquiri-lo, nomeadamente ponderando a finalidade para que aquele servirá. Se este destino for algo supérfluo, não hesite e abstenha-se da compra, porque mais vale ir poupando o dinheiro aos poucos e adquirir o que se deseja com uma quantia acumulada; 2. Estabeleça...

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Como obter crédito com problemas bancários?

O endividamento das famílias portuguesas ainda não parou de subir, assim como o crédito malparado, que se mantém em níveis de crescimento, ainda que tenha abrandado este crescimento deste o passado mês de Novembro. No entanto, continua a ser complicado equilibrar o orçamento mensal com tudo aquilo que as famílias têm a seu cargo. Por isso, cada vez mais aumenta o número de pessoas a pedirem crédito a entidades bancárias e de financiamento. Porém, mais de 25 por cento das solicitações de crédito provêm de alguém que já tem um histórico de incumprimentos perante um outro credor, o que nunca é abonatório para a resposta ao pedido de crédito. Mas existem alternativas. Quando o cliente já teve problemas ao nível do pagamento de um crédito por ele solicitado, não é necessariamente difícil encontrar uma nova forma de obter o dinheiro que precisa. No entanto, se este for o seu caso, há...

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Recorrer a mais credito para pagar outros créditos NÃO É SOLUÇÃO

A crise que se vive actualmente em praticamente todo o mundo ocidental fez com que diversas famílias agravassem os seus problemas financeiros, devido ao desemprego, maior endividamento, etc. Nestas alturas, o apoio que se possa obter de modo a de familiares e amigos é importante, mas há também empresas a operar nesta área que podem resolver os problemas destas famílias. Muito provavelmente já teve que recorer a amigos ou familiares para o pagamento de prestações, pois o dinheiro não chega ao final do mês. Muitas pessoas recorrem também ao crédito numa tentativa de pagar outras prestações em atraso, o que piora ainda mais a situação financeira, levando as famílias à falência. Uma das empresas que trabalha nesta área do aconselhamento financeiro é a Planoviável. Os profissionais da Planoviável analisam de forma rigorosa o perfil financeiro de endividamento das Famílias, o objectivo dos consultores desta empresa é é restituir à sua...

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Reendividamento: agravamento da situação ou uma solução?

A actual conjuntura leva-nos a uma situação de endividamento permanente. Algumas pessoas estão endividadas muito além das suas possibilidades. E esta situação apenas tem a tendência a piorar. Na verdade trata-se de um perigoso ciclo vicioso onde é necessário forçarmos o quebrar do ciclo para nos conseguir levantar. E digo ciclo porque podemos facilmente cair num circuito em que apenas tapamos buracos e perdemos poder de compra. Quando um crédito entra em incumprimento, a pressão exercida sobre quem deve torna-se quase extrema. São repetidamente contactados quer por telefone, carta e até pessoalmente. É despoletada toda uma máquina de recuperação de crédito implacável e que, à custa dos actuais tempos, se tornou quase infalível. Só existem, normalmente duas formas de nos livrarmos destas situações:
  • 1. Pagando com capitais próprios. Quando a situação aperta pode chegar a altura de liquidarmos parte dos nossos bens. Podemos vender um automóvel ou trocarmos a nossa casa por uma
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    Crédito ao consumo e publicidade camuflada

    Os Portugueses estão cada vez mais endividados. Não é novidade para ninguém e os órgãos de comunicação social tem divulgado várias reportagens e artigos sobre o assunto. A Publicidade do crédito ao consumo procura camuflar os verdadeiros custos do empréstimo, destacando-se sempre a facilidade com que se pode obter o crédito. Recentemente a revista Dinheiro & Direitos realizou um estudo sobre a taxa anual de encargos efectiva global, mais conhecida por TAEG em várias propostas de crédito disponíveis no mercado. A conclusão é que existem algumas falhas e algumas instituições de crédito não se preocupam em cumprir a lei e indicam a TAEG, um parâmetro que permite comprar as várias propostas de crédito. Quando essa informação é mencionada, muitas vezes não está visível de forma fácil. A publicidade transmite a ideia que o crédito não é caro. As pessoas não se preocupam em compreender a linguagem técnica presente na...

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