Recorrer a mais credito para pagar outros créditos NÃO É SOLUÇÃO

A crise que se vive actualmente em praticamente todo o mundo ocidental fez com que diversas famílias agravassem os seus problemas financeiros, devido ao desemprego, maior endividamento, etc.

Nestas alturas, o apoio que se possa obter de modo a de familiares e amigos é importante, mas há também empresas a operar nesta área que podem resolver os problemas destas famílias.

Muito provavelmente já teve que recorer a amigos ou familiares para o pagamento de prestações, pois o dinheiro não chega ao final do mês. Muitas pessoas recorrem também ao crédito numa tentativa de pagar outras prestações em atraso, o que piora ainda mais a situação financeira, levando as famílias à falência.

Uma das empresas que trabalha nesta área do aconselhamento financeiro é a Planoviável. Os profissionais da Planoviável analisam de forma rigorosa o perfil financeiro de endividamento das Famílias, o objectivo dos consultores desta empresa é é restituir à sua família o equilíbrio necessário para viver com tranquilidade, sem o peso das más opções do passado.

Os consultores da Planoviável ajudam no diagnóstico financeiro do orçamento familiar e ajudam-no na redução dos encargos e despesas mensais, por ex através da consolidação de créditos ou da redução das prestações mensais.

Estes profissionais ensinam também as pessoas a gerir o seu orçamento, alertando por exemplo para o consumo compulssivo e excessivo ou na negociação das dívidas. Não menos importante é o apoio psicológico às famílias afectadas através de consultas periódicas e gratuitas de forma a ajudar as famílias a superar as debilidades emocionais e psicológicas, originadas pela pressão exercida pelos seus credores.

A Planoviável está localizada nos principais centros urbanos.


Não deixe que as suas dívidas lhe tirem a alegria de viver, a PLANOVIAVEL TEM a melhor solução para o seu caso!



Reendividamento: agravamento da situação ou uma solução?

A actual conjuntura leva-nos a uma situação de endividamento permanente. Algumas pessoas estão endividadas muito além das suas possibilidades. E esta situação apenas tem a tendência a piorar. Na verdade trata-se de um perigoso ciclo vicioso onde é necessário forçarmos o quebrar do ciclo para nos conseguir levantar. E digo ciclo porque podemos facilmente cair num circuito em que apenas tapamos buracos e perdemos poder de compra.

Quando um crédito entra em incumprimento, a pressão exercida sobre quem deve torna-se quase extrema. São repetidamente contactados quer por telefone, carta e até pessoalmente. É despoletada toda uma máquina de recuperação de crédito implacável e que, à custa dos actuais tempos, se tornou quase infalível. Só existem, normalmente duas formas de nos livrarmos destas situações:

  • 1. Pagando com capitais próprios. Quando a situação aperta pode chegar a altura de liquidarmos parte dos nossos bens. Podemos vender um automóvel ou trocarmos a nossa casa por uma casa arrendada (o que, no meu ponto de vista, não é uma solução negativa). A verdade é que precisamos de realizar dinheiro com alguma celeridade e esta, normalmente, é a forma mais rápida de obter liquidez.
  • 2. Através do reendividamento. Se a situação ainda está minimamente controlado e apenas estamos em incumprimento simples (sem comunicação ao Banco de Portugal) o crédito imediato pode ser a solução. No entanto é preciso ser bem pensado de forma a não cairmos nos ciclos que acima descrevi.
    Muitas pessoas sem se aperceberem caem num círculo que estão continuamente a pedir um crédito para pagar o anterior. E na realidade estão apenas a passar dinheiro de mãos. Até perdendo dinheiro porque cada vez que isto acontece, tem de se juntar despesas, custas, juros e demais taxas. Isto faz com que a situação se torne um vício.
  • Na minha opinião, o produto financeiro que mais promove esta dependência do crédito é a linha de crédito a associada à “conta ordenado”. Neste produto, a instituição bancária adianta-nos um valor que, normalmente, é igual ao montante habitual do nosso vencimento mensal. Este crédito está lá, sempre, pronto a ser usado. Em alguns bancos está inclusive à ordem na nossa conta. Só conseguimos ver o nosso saldo real no saldo contabilístico. Ora a única forma que não usarmos crédito é não o ter. Estando ali disponível é mais que provável que será usado. O problema é que quando o próximo vencimento entrar na conta será apenas para cobrir o que está ao abrigo do crédito por conta ordenado. Basicamente vive-se e trabalha-se para tapar o(s) buraco(s) que vamos deixando ao longo do nosso caminho.

    E não nos podemos esquecer que existem sempre juros associados. Isto é, quando entrar o nosso vencimento ficamos com menos um bocadinho do que tínhamos. E todos os meses nos vai tirando mais um pouco e mais um pouco. Por isso eu considero o reendividamento um dos problemas mais complicados da nossa sociedade. É preciso ter cuidado para não cairmos nesta tentação. E acredite que se lá estiver disponível, irá gasta-lo. É preferível pedir um microcrédito ou um crédito pessoal caso haja motivo para isso.

    Crédito ao consumo e publicidade camuflada

    Os Portugueses estão cada vez mais endividados. Não é novidade para ninguém e os órgãos de comunicação social tem divulgado várias reportagens e artigos sobre o assunto.

    A Publicidade do crédito ao consumo procura camuflar os verdadeiros custos do empréstimo, destacando-se sempre a facilidade com que se pode obter o crédito.

    Recentemente a revista Dinheiro & Direitos realizou um estudo sobre a taxa anual de encargos efectiva global, mais conhecida por TAEG em várias propostas de crédito disponíveis no mercado. A conclusão é que existem algumas falhas e algumas instituições de crédito não se preocupam em cumprir a lei e indicam a TAEG, um parâmetro que permite comprar as várias propostas de crédito. Quando essa informação é mencionada, muitas vezes não está visível de forma fácil.

    A publicidade transmite a ideia que o crédito não é caro. As pessoas não se preocupam em compreender a linguagem técnica presente na publicidade e muitas vezes a falta de informação conduz, neste caso, ao sobreendividamento galopante dos portugueses. A procura pela obtenção de dinheiro urgente não para!

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