Podem recusar-me um empréstimo?

No clima de mútua descrença instalado em Portugal é natural que surjam algumas dúvidas que eventualmente não seriam sequer colocadas num período diferente mas que nem por isso deixam de ser pertinentes. Uma dessas interrogações é se uma entidade credora se pode negar a conceder financiamento a um cliente, pergunta importante que evidentemente é seguida por outra: que motivos a permitem recusar o serviço. A primeira questão é fácil de responder e aplica-se à quase totalidade das actividades que envolvam um contrato firmado entre duas partes: cada um dos envolvidos reserva-se ao direito de aceitar ou recusar os trâmites do mesmo, ou seja, da mesma forma que o cliente pode enveredar por uma ou outra alternativa ao seu dispor também a entidade financiadora pode por sua vontade negar a concessão de um crédito se entender que não estão reunidas as condições adequadas à sua atribuição. Quanto à segunda interrogação, parcialmente já respondida...

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Empréstimo particular com problemas bancários

O sistema financeiro já não é o que era e muito tem mudado desde o início da crise económica e da guerra entre o dólar e o euro. É verdade que poucos admitem que tal está a acontecer mas é notória a realidade. No entanto, o que interessa para quem necessita de recorrer às entidades do sector é saber porque razão é tão difícil obter um crédito hoje em dia e que esforços se podem fazer com vista a alcançar um empréstimo particular com problemas bancários que tenham resultado de ocorrências anteriores. A primeira parte da questão é fácil de responder: só as pessoas com um histórico bem positivo e rendimentos estáveis são elegíveis para os novos financiamentos. Quanto à segunda, e mais pertinente interrogação face ao enorme endividamento das famílias, a solução é algo complexa mas totalmente resolúvel, pois embora o empenho tenha de ser absoluto nesse caso irá produzir...

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A enganadora facilidade dos empréstimos “imediatos”

Todos os dias somos bombardeados com publicidade mais ou menos descarada de mil e um financiamentos para tudo e mais alguma coisa. Seja através da imprensa, televisão, rádio ou internet, as mensagens de entidades a oferecerem “oportunidades” únicas não param de chegar e parece que em tempo de crise nascem como cogumelos… mas se é verdade que algumas propostas têm legitimidade há igualmente uma parte significativa que serve única e exclusivamente o propósito criminoso da fraude. O presente artigo vai precisamente no sentido de alertar para aqueles casos em que o objectivo é enganar os consumidores e visa despertar as mentes para situações como as burlas em créditos particulares, um dos mais lucrativos esquemas deste género de crime. Não iremos apresentar conselhos para evitar que seja vítima dos larápios mas reforçar a ideia fundamental de que como em qualquer financiamento também nos empréstimos imediatos os encargos monetários a prazo são têm...

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Cuidado com os empréstimos rápidos

A pressa é inimiga de uma boa escolha de crédito, alertou este sábado a Deco depois de analisar nove produtos de quatro entidades financeiras (IFIC) e concluir que cobram taxas entre os 20 por cento e os 30 por cento para emprestar 2.000 euros. O alerta é publicado na última edição da publicação Dinheiro & Direitos daquela associação de defesa dos consumidores (Deco), depois de ter analisado em Abril as condições oferecidas por 13 sociedades financeiras de aquisição a crédito (SFAC), através da informação disponibilizada nos sites, uma vez que só obteve três respostas: do BPN Crédito, a informar que não comercializava, da Cetelem (BNP Paribas) e da Oney. A associação aconselha ainda a: “Pense duas vezes antes de contratar um empréstimo rápido”, alertando que mesmo as taxas mais baixas, que variam entre os 15 e os 22 por cento para créditos pessoais de cinco mil euros a pagar em 24 meses,...

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O que é o crédito pessoal?

Recorrer ao financiamento bancário tornou-se (mais do que) um hábito nas sociedades ditas desenvolvidas a tal ponto que se banalizou. Contudo, isso não significa que sejam conhecidos os termos ou o que significam e muito menos o que podem implicar a curto, médio ou longo prazo. E porque só um cidadão informado pode decidir sem quaisquer dúvidas relativamente aos esforços a realizar no futuro, convém esclarecer os aspectos que geram dúvidas no que àquele dizem respeito. Em poucas palavras, pode definir-se o crédito pessoal como um serviço bancário que se contrata a uma entidade autorizada e dirigido à compra de bens de consumo ou outros produtos, incluindo a aquisição de residência permanente, embora para este exista um crédito específico à habitação. Porém, sendo o conceito mais vasto do que o enunciado, torna-se crucial que se avancem outros dados relativos a este género de financiamentos em concreto. Finalidades do crédito pessoal Como compreensível...

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Como obter melhores condições de crédito

Cada vez mais é importante saber negociar as condições para um crédito, seja ele de que tipo for. As diferenças entre diferentes instituições bancárias podem ser grandes. Aconselhamos por isso que escolha três ou quatro Bancos para comparar as condições de pagamento e as taxas associadas ao crédito. Deve ter em atenção créditos especiais que possam existir, como por exemplo o crédito automóvel, porque por vezes têm melhores condições para produtos financeiros específicos e podem estar em promoção. Quando tiver uma ideia de quais as condições que os Bancos oferecem tente negociar o seu crédito tendo em conta os seguintes factores: Relação com o Banco: quantos mais produtos tiver num Banco, mais baixa será a sua taxa de juro; Garantia: tente ter alguém que se responsabilize no caso de não conseguir pagar a tua dívida (fiador); Prazo de pagamento: quanto maior for o prazo de pagamento do empréstimo mais baixa será a prestação; Montante...

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