risco de endividamento

As famílias cujos créditos representem mais de 40% do rendimento mensal encontram-se em risco de endividamento e não devem contrair mais empréstimos. Esta é a recomendação da Deco, a associação de defesa do consumidor. Até final de Setembro entraram na Deco 2143 processos de sobreendividamento. O número de processos não é maior do que no ano passado, mas a quantidade de famílias que pede ajuda é bastante superior. Muitas das situações que chegam à Deco já se encontram numa fase muito tardia, com processos em tribunal, ou em situações em que já não há possibilidade de reestruturação de créditos. Os tempos que se aproximam não vão ser fáceis e significa que as famílias têm de gerir mais responsavelmente o seu dinheiro. A recomendação é que os créditos não ultrapassem os 40 por cento do rendimento mensal das famílias, segundo o Gabinete de Apoio ao Sobreendividamento da Deco. Actualmente, face às medidas de austeridade...

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Acende a discussão da polémica cláusula dos spreads

Semanas depois da denúncia de que alguns bancos estavam a incluir um pressuposto da subida unilateral dos spreads nos novos contratos, realizada pela Associação Portuguesa para a Defesa dos Consumidores (DECO), o Banco de Portugal (BdP), entidade reguladora do sector nacional, afirma que não se pode pronunciar acerca desta matéria, frisando que compete aos tribunais viabilizar ou não a mesma, dado que esta questão é de âmbito judicial, conclui em comunicado divulgado à imprensa. Face aos novos desenvolvimentos da polémica cláusula dos spreads, um conjunto de instituições bancárias já se manifestaram, dando a conhecer a sua posição actual. As decisões oscilam entre “equacionar a situação”, “analisar a realidade económica” e “não pensamos em aplicar a medida”, ainda que permaneça o silêncio quanto a poder ser aplicada aquela controversa condição no futuro (caso a sua viabilização se venha a verificar), sobretudo da parte dos bancos que segundo a DECO incluem presentemente a...

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Vantagens do crédito associado à DECO Proteste

À semelhança do que acontece em outros países, também em Portugal a Associação Portuguesa para a Defesa dos Consumidores (DECO) escolheu determinadas empresas para elaborar os seus próprios sistemas de créditos. Como está subentendido, o cliente poderá beneficiar dos melhores serviços nestas áreas, ou não fosse tivesse o parceiro sido escolhido pela entidade responsável pela defesa dos direitos dos consumidores nacionais. No âmbito do financiamento suplementar, a entidade de defesa do consumidor português criou protocolos com a a UNICRE e a Caixa Galicia, duas instituições que considerou as melhores nas suas áreas de intervenção. O resultado desta estreita colaboração são três serviços de crédito que concedem oportunidades de financiamento com a primazia de um serviço com os melhores pressupostos. Neste caso, com directrizes de contrato vigiadas de perto pela DECO, que elaborou os melhores serviços de crédito, com aquelas que considera as melhores empresas do sector nas três áreas...

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