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	<title>O Credito Pessoal &#187; Custos</title>
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	<description>tudo sobre o crédito num só local</description>
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<title>O Credito Pessoal</title>
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		<title>O que ponderar antes de pedir crédito</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Mar 2011 23:35:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Que as coisas não estão fáceis no país todos sabemos e que num futuro próximo só vão piorar também não é novidade. Por isso, convém alertar para todos os perigos de optar por uma rota que eventualmente possa liquidar as suas finanças pessoais – e a sua vida, por consequência – ou lançá-lo para uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Que as coisas não estão fáceis no país todos sabemos e que num futuro próximo só vão piorar também não é novidade. Por isso, convém alertar para todos os perigos de optar por uma rota que eventualmente possa liquidar as suas finanças pessoais – e a sua vida, por consequência – ou lançá-lo para uma espiral de difícil libertação, como aquela que caracteriza a maioria dos financiamentos bancários actuais.</p>
<p>1. Procure <strong>alternativas às instituições credoras</strong>, tendo estas como o último recurso. A vida está complicada, como se sabe, mas não custará nada questionar os seus familiares ou amigos sobre a possibilidade de lhe fazerem o empréstimo que necessita. Não só fica livre dos custos impostos por aquelas entidades como evita criar um rasto de papéis que registam todos os passos dados, numa altura em que a privacidade é crescentemente um bem raro, sobretudo posto em causa pelo próprio Estado e pela Justiça com argumentos de um alegado “bem maior” e a velha (in)justificação da corrupção.</p>
<p>2. Tenha sempre <strong>margem de manobra</strong>, pois sem ela está condenado a perder tudo se por algum motivo deixar de possuir um rendimento ao nível daquele que auferia na altura em que subscreveu o crédito. Neste aspecto é necessário estar atento ao facto de que o valor a pagar – e não o montante do financiamento – nunca poderá representar mais de 30 por cento do seu provento mensal. Há especialistas que colocam a fasquia ligeiramente acima, nos 40 pontos, mas tendo em conta a instabilidade do mercado e a presente conjuntura económica, “jogar” pelo seguro é bem mais sensato e garantido;</p>
<p>3. Utilize todos os “trunfos” à sua disposição para obter a <strong>redução máxima dos custos</strong> que os bancos e outras entidades impõem nos seus produtos deste género. Caso já tenha outros serviços da mesma empresa, informe-se acerca de vantagens ou diminuições que possa conseguir e se lhe compensar transferir aqueles contratos para outro credor que lhe ofereça melhores condições, sublinhe essa alternativa junto da sua entidade e peça uma contra-proposta para que se mantenha como cliente;</p>
<p>4. Por último, mas não menos importante (bem pelo contrário), nunca subscreva crédito algum sem antes <strong><a href="http://www.ocreditopessoal.com/simuladores-credito/">efectuar simulações de forma exaustiva</a></strong>. É importante visitar os sites de várias empresas e simular por diversas vezes com a oscilação dos critérios que possa flexibilizar (duração do contrato, montante, amortização ou extras), porque muitas vezes uma alteração que aparentemente era insignificante pode na verdade ser crucial para obter um negócio bastante acessível.</p>
<p>Se o leitor está a pensar em recorrer ao crédito para alguma finalidade, seja ela qual for, o derradeiro conselho que se pode deixar é que pense muito bem e nunca, em situação alguma, hipoteque o seu futuro por algo que não vale a pena o esforço. Nesse sentido, tenha especial cuidado com o crédito ao consumo ou para férias, entre muitos outros dispensáveis, pois nem sempre as condições inicialmente oferecidas – e sobretudo nos mencionados – são benéficas, podendo inclusive ser perigosas em diversas ocasiões. Por isso, analise com grande atenção as propostas e conheça o contrato ao pormenor antes de o assinar e assumir tal compromisso.</p>
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		<title>Portugueses não comparam preços dos bancos</title>
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		<pubDate>Sun, 24 Oct 2010 23:03:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opiniões]]></category>
		<category><![CDATA[BdP]]></category>
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		<description><![CDATA[Os cidadãos nacionais são os que menos cautela têm na escolha de produtos e serviços bancários. Esta é a principal conclusão a retirar de um estudo recentemente divulgado pelo Banco de Portugal (BdP), com o qual o regulador do sector procurou apurar o nível de conhecimento quanto a este género de aplicações. Segundo os dados [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os cidadãos nacionais são os que menos cautela têm na escolha de produtos e serviços bancários. Esta é a principal conclusão a retirar de um estudo recentemente divulgado pelo Banco de Portugal (BdP), com o qual o regulador do sector procurou apurar o nível de conhecimento quanto a este género de aplicações.</p>
<p>Segundo os dados finais do inquérito, a maioria dos portugueses não compara os preços e condições das diferentes entidades bancárias e raramente procura saber qual a melhor proposta existente no mercado, seja apenas para os comuns créditos ou produtos de investimento e poupança. O mesmo acontece na selecção do banco, escolhido de acordo com aspectos que nada têm a ver com as vantagens que possam apresentar, mas sim consoante critérios de natureza sugestiva e afectiva.</p>
<p>A recomendação de amigos ou familiares é uma das principais razões que leva à subscrição de um produto ou serviço bancário (35%), enquanto a localização geográfica – o facto de o banco ter uma filial perto da sua área de residência – tem um peso de 23 por cento. Já outros 14 por cento cedem à imposição da entidade patronal, que apenas envia o vencimento para uma instituição bancária. Por último, 12 por cento opta por uma empresa específica por aí deter outros produtos e serviços, como contas bancárias, créditos ou seguros. </p>
<p>De acordo com referido inquérito do BdP, a maioria dos perscrutados admite não fazer qualquer tipo de investigação prévia de procura do melhor negócio e confessa seguir os conselhos de gestores de conta sem ouvir uma segunda ou terceira opinião, confirmando que por norma seguem o que aqueles profissionais sugerem no que diz respeito às mais vantajosas aplicações para o seu dinheiro, não colocando grandes questões ou pedindo esclarecimentos adicionais sobre esses investimentos.</p>
<p>O estudo do regulador do sector demonstra que a iliteracia bancária dos cidadãos lusos é das maiores do Velho Continente. Esta realidade é bastante grave e acaba por explicar o prejuízo de muitos clientes lusos, com perdas por vezes significativas, sobretudo ao nível das taxas de juros ou comissões e não tanto das condições gerais, habitualmente muito semelhantes e com diferenças pouco significativas de um banco para o outro. </p>
<p>Não optando pelo método da pré-selecção ou até mesmo das simulações, a decisão final nem sempre é a mais benéfica e acarreta responsabilidades que podiam ser contornadas com uma escolha consciente. Por isso, mas principalmente devido ao difícil momento que se vive actualmente, torna-se extremamente importante adoptar novas posições face ao mercado bancário, nomeadamente enveredando pela (maior) precaução, apenas possível quando o caminho a percorrer é determinado por uma avaliação prévia do que existe à disposição.</p>
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		<title>Aprenda a fazer uma gestão de crédito correctamente</title>
		<link>http://www.ocreditopessoal.com/aprenda-a-fazer-uma-gestao-de-credito-correctamente/</link>
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		<pubDate>Sat, 27 Mar 2010 19:56:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Informação]]></category>
		<category><![CDATA[crédito pessoal]]></category>
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		<category><![CDATA[gestão]]></category>

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		<description><![CDATA[Em tempos de crise, aumentam os pedidos de crédito, mas também crescem as contra-partidas exigidas pelas entidades que concedem este tipo de financiamento. Por isso, são mais rígidas as regras de atribuição destas ajudas económicas e, em consequência, mais pesadas as acções contra quem não cumpre os pressupostos acordados aquando do pedido de crédito. Por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em tempos de crise, aumentam os pedidos de crédito, mas também crescem as contra-partidas exigidas pelas entidades que concedem este tipo de financiamento. Por isso, são mais rígidas as regras de atribuição destas ajudas económicas e, em consequência, mais pesadas as acções contra quem não cumpre os pressupostos acordados aquando do pedido de crédito. Por estes motivos, é crucial que se criem estratégias de controlo, para que seja possível monitorizar as acções que se vão praticando, tomando as medidas correctas para que não se excedam os termos do contrato e tenha de se acarretar com consequências que podiam ter sido evitadas.</p>
<p>Apesar de não ser do conhecimento de todos – uma vez que a maioria das pessoas solicita crédito sem estudar como este se processa – existem diversas técnicas que ajudam substancialmente a gestão pessoal de um crédito. Grande parte delas são bastante simples de aplicar e não implicam mudanças substanciais na forma de agir. Mesmo aquelas que exijam essa alteração, justificam que se faça o esforço de a concretizar, pois são mais as vantagens que acarretam, do que as desvantagens que provocam.</p>
<p>No sentido de orientar quem actualmente já possui um crédito, ou está na iminência de contrair um, seguem-se alguns cuidados a ter para controlar o mesmo e garantir-lhe mais segurança. Qualquer que seja a quantia inerente ao pedido, os próximos conselhos ajudá-lo-ão a “ter mais punho” nas suas finanças e garantir-lhe-ão um à-vontade grande e um excepcional sentido de controlo das operações e do seu dinheiro. <span id="more-476"></span></p>
<p>- Verifique sempre se os <strong>custos iniciais</strong> correspondem ao acordado contratualmente. Esta acção deve fazer parte da sua rotina inicial, mesmo antes de avançar para a assinatura de qualquer concordata. O mais (extremamente) aconselhável é ler atentamente esta secção do acordo antes de proceder a qualquer outro passo. Poderá ter havido algum engano na redacção do acordo, ou mesmo uma tentativa deliberada de enganá-lo. Lembre-se que não ofende ninguém zelar pela sua própria segurança, pois ninguém o fará por si. Realize-o sem receios, porque a haver prejuízos serão para quem é o titular do pedido de crédito;</p>
<p>- Confira atentamente os <strong>extractos da sua conta</strong>, certificando-se de que não lhe está a ser retirada uma quantia em excesso, bem como se não existe algum tipo de movimento indevido;</p>
<p>- Verifique as condições específicas dos <strong>seguros</strong> propostos e confronte-os com o que foi acordado com a entidade credora. Dê uma vista de olhos atenta e reclame de imediato caso detecte alguma anormalidade;</p>
<p>- Confira as condições de <strong>outros produtos propostos</strong> e avalie as possíveis vantagens que estes possam ter. Por vezes, a actualização do seu contrato actual para um novo poderá trazer-lhe mais-valias que não são de “deitar fora”;</p>
<p>- Não se esqueça do <strong>fundo de emergência</strong> que tem de ser criado por si e verifique-o com regularidade. O estado deste poderá servir-lhe no futuro, pelo que é absolutamente necessário que este vá crescendo, ainda que pouco e à medida das suas possibilidades. E lá diz o assertivo ditado popular, “grão a grão, enche a galinha o papo”;</p>
<p>- Guarde todos os <strong>recibos de pagamento</strong> num local seguro e onde não possam sofrer danos de género algum. Tal como em qualquer compra, estes documentos servem de prova de liquidação efectuada. Embora não seja normal, podem ser-lhe solicitados e há que tê-los consigo. Além disso, poderá haver algum problema e ser necessária a apresentação dos mesmos para comprovar que foram pagas as prestações. Em qualquer dos casos, “mais vale prevenir do que remediar”;</p>
<p>- Na eventualidade de poder, crie uma estratégia para <strong>amortização antecipada</strong> do valor em falta. Por vezes há algum acontecimento inesperado que poderá fornecer-lhe um “dinheirinho” extra com que não contava. Nesta eventualidade, deverá ponderar a amortização do seu crédito e verificar as condições de a concretizar. Quanto mais cedo liquidar a dívida, mais depressa ficará descansado. Sempre é menos uma preocupação a ter em conta;</p>
<p>- Qualquer <strong>contrato</strong> possui uma meta, mas você poderá definir uma somente para si. Em termos práticos, embora tenha um prazo para efectuar o pagamento do crédito, poderá ir poupando mais alguma coisa todos os meses e ir colocando de lado. Desta forma, estará sempre precavido em caso de imprevisto, além de que pode funcionar como uma espécie de “fundo de emergência” extra;</p>
<p>- Procure<strong> antecipar momentos difíceis</strong> da sua própria economia pessoal e elabore estratégias para os ultrapassar. É aqui que entram os fundos de emergência e as pequenas quantias que possam ter sido colocadas adicionalmente de parte. Nestes momentos é comprovada a importância daqueles fundos;</p>
<p>- Não tenha receio de informar o seu banco sobre <strong>eventuais dificuldades</strong> porque essa atitude poderá ser vista por esta entidade como uma prova de confiança. Isso será uma forma de demonstrar à instituição credora que você está empenhado em cumprir o acordado;</p>
<p>- Inclua a nova responsabilidade de crédito nas suas <strong>despesas mensais</strong> obrigatórias, estando sempre consciente de que este valor tem de ser dos primeiros a ser colocado de parte, logo após a quantia indispensável para as suas necessidades básicas. Assim, evitará hipotéticos problemas, sem que tenha de fazer um grande esforço. Basta recordar-se desta obrigação que tem de cumprir;</p>
<p>- Organize as suas <strong>finanças pessoais</strong> de forma a que possa ser pontual no pagamento das mensalidades. Há credores que não perdoam e agravam as prestações com elevadas taxas de penalização. Por isso, estando já consciente de que esta é uma despesa de todos os meses, não se atrase a liquidá-la.</p>
<p>Passadas em revista algumas das formas de controlar as suas finanças e evitar dissabores com o pedido de crédito, não há desculpa para incumprimentos, a não ser em caso de problemas económicos. Neste caso, recorde-se de contactar de imediato com a entidade detentora do seu crédito. Exponha a sua situação e procurem estabelecer uma forma de cumprir o acordado. Caso contrário, encare estes conselhos como uma cábula a seguir religiosamente.</p>
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		<title>Crédito Consolidado &#8211; saiba tudo</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Aug 2008 01:15:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[amortização]]></category>
		<category><![CDATA[crédito consolidado]]></category>
		<category><![CDATA[Custos]]></category>
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		<description><![CDATA[Tal como o nome indica, o crédito consolidado tem como objectivo consolidar os diferentes tipos de créditos que uma pessoa possa ter, e fundi-los todos num único crédito de longa duração. Geralmente o crédito consolidado tem como objectivo fundir o crédito automóvel, os micro-créditos e os créditos pessoais de baixa duração, juntamente com um crédito [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tal como o nome indica, o crédito consolidado tem como objectivo consolidar os diferentes tipos de créditos que uma pessoa possa ter, e fundi-los todos num único crédito de longa duração. Geralmente o crédito consolidado tem como objectivo fundir o crédito automóvel, os micro-créditos e os créditos pessoais de baixa duração, juntamente com um crédito à habitação, e produzir assim uma prestação única mais baixa do que o somatório de todas as prestações correntes. As taxas de juro associadas são geralmente maiores, embora estejam diluídas no total do montante em dívida e também no número de prestações a pagar, pelo que o valor final será sempre mais baixo do que aquele que mantinha com as diferentes prestações fixas.</p>
<p><strong>Realidade do crédito hipotecário</strong></p>
<p>O crédito hipotecário é uma das formas mais exequíveis de conseguir um crédito consolidado, fundindo não apenas o crédito à habitação, mas também o <a href="/simuladores-credito/">crédito automóvel</a>, ou um empréstimo pessoal, utilizando a hipoteca do bem imóvel, como garantia bancária.<br />
Neste tipo de crédito consolidado, a taxa de juro, a prestação e o prazo, aproximam-se dos do crédito à habitação. Além das tradicionais despesas com a comissão de abertura, seguros e penalizações por amortização antecipada, acrescem ainda, no crédito hipotecário, as comissões de avaliação, a escritura e os registos. Analise bem os valores antes de tomar uma decisão.</p>
<p><strong>Realidade do crédito não-hipotecário</strong></p>
<p>Existe ainda a possibilidade de recorrer a um crédito não hipotecário, sendo que geralmente esse tipo de crédito é feito ou com penhor (crédito com penhor), ou com livrança (crédito pessoal). No primeiro caso, uma aplicação financeira (depósito a prazo, fundo de investimento, etc) é a garantia bancária que a instituição irá necessitar. No segundo caso, é dada uma garantia pessoal em forma de livrança.</p>
<p><strong>Custos Associados ao Crédito Consolidado</strong></p>
<p>O crédito consolidado alberga alguns custos, nomeadamente seguro de vida, comissão de abertura de processo e penalizações por amortizações antecipadas.</p>
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