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	<title>O Credito Pessoal &#187; Custos</title>
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	<description>tudo sobre o crédito num só local</description>
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<title>O Credito Pessoal</title>
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		<title>Aprenda a fazer uma gestão de crédito correctamente</title>
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		<pubDate>Sat, 27 Mar 2010 19:56:45 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[crédito pessoal]]></category>
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		<description><![CDATA[Em tempos de crise, aumentam os pedidos de crédito, mas também crescem as contra-partidas exigidas pelas entidades que concedem este tipo de financiamento. Por isso, são mais rígidas as regras de atribuição destas ajudas económicas e, em consequência, mais pesadas as acções contra quem não cumpre os pressupostos acordados aquando do pedido de crédito. Por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em tempos de crise, aumentam os pedidos de crédito, mas também crescem as contra-partidas exigidas pelas entidades que concedem este tipo de financiamento. Por isso, são mais rígidas as regras de atribuição destas ajudas económicas e, em consequência, mais pesadas as acções contra quem não cumpre os pressupostos acordados aquando do pedido de crédito. Por estes motivos, é crucial que se criem estratégias de controlo, para que seja possível monitorizar as acções que se vão praticando, tomando as medidas correctas para que não se excedam os termos do contrato e tenha de se acarretar com consequências que podiam ter sido evitadas.</p>
<p>Apesar de não ser do conhecimento de todos – uma vez que a maioria das pessoas solicita crédito sem estudar como este se processa – existem diversas técnicas que ajudam substancialmente a gestão pessoal de um crédito. Grande parte delas são bastante simples de aplicar e não implicam mudanças substanciais na forma de agir. Mesmo aquelas que exijam essa alteração, justificam que se faça o esforço de a concretizar, pois são mais as vantagens que acarretam, do que as desvantagens que provocam.</p>
<p>No sentido de orientar quem actualmente já possui um crédito, ou está na iminência de contrair um, seguem-se alguns cuidados a ter para controlar o mesmo e garantir-lhe mais segurança. Qualquer que seja a quantia inerente ao pedido, os próximos conselhos ajudá-lo-ão a “ter mais punho” nas suas finanças e garantir-lhe-ão um à-vontade grande e um excepcional sentido de controlo das operações e do seu dinheiro. <span id="more-476"></span></p>
<p>- Verifique sempre se os <strong>custos iniciais</strong> correspondem ao acordado contratualmente. Esta acção deve fazer parte da sua rotina inicial, mesmo antes de avançar para a assinatura de qualquer concordata. O mais (extremamente) aconselhável é ler atentamente esta secção do acordo antes de proceder a qualquer outro passo. Poderá ter havido algum engano na redacção do acordo, ou mesmo uma tentativa deliberada de enganá-lo. Lembre-se que não ofende ninguém zelar pela sua própria segurança, pois ninguém o fará por si. Realize-o sem receios, porque a haver prejuízos serão para quem é o titular do pedido de crédito;</p>
<p>- Confira atentamente os <strong>extractos da sua conta</strong>, certificando-se de que não lhe está a ser retirada uma quantia em excesso, bem como se não existe algum tipo de movimento indevido;</p>
<p>- Verifique as condições específicas dos <strong>seguros</strong> propostos e confronte-os com o que foi acordado com a entidade credora. Dê uma vista de olhos atenta e reclame de imediato caso detecte alguma anormalidade;</p>
<p>- Confira as condições de <strong>outros produtos propostos</strong> e avalie as possíveis vantagens que estes possam ter. Por vezes, a actualização do seu contrato actual para um novo poderá trazer-lhe mais-valias que não são de “deitar fora”;</p>
<p>- Não se esqueça do <strong>fundo de emergência</strong> que tem de ser criado por si e verifique-o com regularidade. O estado deste poderá servir-lhe no futuro, pelo que é absolutamente necessário que este vá crescendo, ainda que pouco e à medida das suas possibilidades. E lá diz o assertivo ditado popular, “grão a grão, enche a galinha o papo”;</p>
<p>- Guarde todos os <strong>recibos de pagamento</strong> num local seguro e onde não possam sofrer danos de género algum. Tal como em qualquer compra, estes documentos servem de prova de liquidação efectuada. Embora não seja normal, podem ser-lhe solicitados e há que tê-los consigo. Além disso, poderá haver algum problema e ser necessária a apresentação dos mesmos para comprovar que foram pagas as prestações. Em qualquer dos casos, “mais vale prevenir do que remediar”;</p>
<p>- Na eventualidade de poder, crie uma estratégia para <strong>amortização antecipada</strong> do valor em falta. Por vezes há algum acontecimento inesperado que poderá fornecer-lhe um “dinheirinho” extra com que não contava. Nesta eventualidade, deverá ponderar a amortização do seu crédito e verificar as condições de a concretizar. Quanto mais cedo liquidar a dívida, mais depressa ficará descansado. Sempre é menos uma preocupação a ter em conta;</p>
<p>- Qualquer <strong>contrato</strong> possui uma meta, mas você poderá definir uma somente para si. Em termos práticos, embora tenha um prazo para efectuar o pagamento do crédito, poderá ir poupando mais alguma coisa todos os meses e ir colocando de lado. Desta forma, estará sempre precavido em caso de imprevisto, além de que pode funcionar como uma espécie de “fundo de emergência” extra;</p>
<p>- Procure<strong> antecipar momentos difíceis</strong> da sua própria economia pessoal e elabore estratégias para os ultrapassar. É aqui que entram os fundos de emergência e as pequenas quantias que possam ter sido colocadas adicionalmente de parte. Nestes momentos é comprovada a importância daqueles fundos;</p>
<p>- Não tenha receio de informar o seu banco sobre <strong>eventuais dificuldades</strong> porque essa atitude poderá ser vista por esta entidade como uma prova de confiança. Isso será uma forma de demonstrar à instituição credora que você está empenhado em cumprir o acordado;</p>
<p>- Inclua a nova responsabilidade de crédito nas suas <strong>despesas mensais</strong> obrigatórias, estando sempre consciente de que este valor tem de ser dos primeiros a ser colocado de parte, logo após a quantia indispensável para as suas necessidades básicas. Assim, evitará hipotéticos problemas, sem que tenha de fazer um grande esforço. Basta recordar-se desta obrigação que tem de cumprir;</p>
<p>- Organize as suas <strong>finanças pessoais</strong> de forma a que possa ser pontual no pagamento das mensalidades. Há credores que não perdoam e agravam as prestações com elevadas taxas de penalização. Por isso, estando já consciente de que esta é uma despesa de todos os meses, não se atrase a liquidá-la.</p>
<p>Passadas em revista algumas das formas de controlar as suas finanças e evitar dissabores com o pedido de crédito, não há desculpa para incumprimentos, a não ser em caso de problemas económicos. Neste caso, recorde-se de contactar de imediato com a entidade detentora do seu crédito. Exponha a sua situação e procurem estabelecer uma forma de cumprir o acordado. Caso contrário, encare estes conselhos como uma cábula a seguir religiosamente.</p>
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		<title>Crédito Consolidado &#8211; saiba tudo</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Aug 2008 01:15:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Informação]]></category>
		<category><![CDATA[amortização]]></category>
		<category><![CDATA[crédito consolidado]]></category>
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		<description><![CDATA[Tal como o nome indica, o crédito consolidado tem como objectivo consolidar os diferentes tipos de créditos que uma pessoa possa ter, e fundi-los todos num único crédito de longa duração. Geralmente o crédito consolidado tem como objectivo fundir o crédito automóvel, os micro-créditos e os créditos pessoais de baixa duração, juntamente com um crédito [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tal como o nome indica, o crédito consolidado tem como objectivo consolidar os diferentes tipos de créditos que uma pessoa possa ter, e fundi-los todos num único crédito de longa duração. Geralmente o crédito consolidado tem como objectivo fundir o crédito automóvel, os micro-créditos e os créditos pessoais de baixa duração, juntamente com um crédito à habitação, e produzir assim uma prestação única mais baixa do que o somatório de todas as prestações correntes. As taxas de juro associadas são geralmente maiores, embora estejam diluídas no total do montante em dívida e também no número de prestações a pagar, pelo que o valor final será sempre mais baixo do que aquele que mantinha com as diferentes prestações fixas.</p>
<p><strong>Realidade do crédito hipotecário</strong></p>
<p>O crédito hipotecário é uma das formas mais exequíveis de conseguir um crédito consolidado, fundindo não apenas o crédito à habitação, mas também o <a href="/simuladores-credito/">crédito automóvel</a>, ou um empréstimo pessoal, utilizando a hipoteca do bem imóvel, como garantia bancária.<br />
Neste tipo de crédito consolidado, a taxa de juro, a prestação e o prazo, aproximam-se dos do crédito à habitação. Além das tradicionais despesas com a comissão de abertura, seguros e penalizações por amortização antecipada, acrescem ainda, no crédito hipotecário, as comissões de avaliação, a escritura e os registos. Analise bem os valores antes de tomar uma decisão.</p>
<p><strong>Realidade do crédito não-hipotecário</strong></p>
<p>Existe ainda a possibilidade de recorrer a um crédito não hipotecário, sendo que geralmente esse tipo de crédito é feito ou com penhor (crédito com penhor), ou com livrança (crédito pessoal). No primeiro caso, uma aplicação financeira (depósito a prazo, fundo de investimento, etc) é a garantia bancária que a instituição irá necessitar. No segundo caso, é dada uma garantia pessoal em forma de livrança.</p>
<p><strong>Custos Associados ao Crédito Consolidado</strong></p>
<p>O crédito consolidado alberga alguns custos, nomeadamente seguro de vida, comissão de abertura de processo e penalizações por amortizações antecipadas.</p>
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