Crise atinge confiança dos consumidores
Out 16, 2008 Informação
A DECO alerta para que não levante de forma impulsiva depósitos, nem resgate fundos ou seguros em fase da crise que se está a fazer sentir. Mesmo no pior cenário, mecanismos legais protegem o dinheiro investido.
Com a vaga de notícias sobre a instabilidade nos mercados, muitos consumidores têm questionado os serviços de informação financeira da DECO sobre os riscos que correm.
No entanto a DECO aconselha a que não entre em pânico. Há mecanismos legais que protegem os investimentos: o Fundo de Garantia de Depósitos (FGD), nos depósitos a prazo, e Sistema de Indemnização aos Investidores (SII), para acções e fundos.
A DECO também preparou um dossiê com a resposta às principais dúvidas dos consumidores para estes casos.
O que fazer perante a crise financeira?
Set 29, 2008 Opiniões
Com certeza que já pensou se perante a crise que se instalou nos mercados mundiais, se vale a pena tirar o seu dinheiro do banco. No entanto, a última coisa que se deve fazer perante uma crise financeira como esta é reagir “a quente” e levantar o dinheiro que tem no banco. Uma actuação deste tipo poderia generalizar-se, o que contribuiria para aumentar ainda mais o pânico e agravar a crise sem razão de ser. Por outro lado, em Portugal, não se perspectiva nenhuma situação de falência no sector bancário.
A generalidade dos bancos portugueses cumpre os requisitos de solvabilidade impostos pelo Banco de Portugal, o que dá alguma garantia de que a situação da banca portuguesa está sob controlo. Além disso, se no limite um banco português entrar em colapso e não for adquirido por outra instituição, será accionado o Fundo de Garantia de Depósitos, que garante o reembolso do dinheiro que um cliente tem depositado no banco até ao limite de 25 mil euros.
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