Deveres dos detentores de crédito ao consumidor

Um dos aspectos mais comuns de qualquer acordo é o facto de incluir contrapartidas favoráveis às partes que neles estão envolvidas e que correspondem habitualmente aos pólos dos direitos e deveres. Isto porque naturalmente tem de existir entre os outorgantes do contrato um laço de responsabilidade que assegure o cumprimento dos pressupostos subjacentes à aceitação mútua das condições subscritas para que pacto se concretize sem obstáculos que impeçam a sua pacífica realização. No presente artigo iremos exactamente centrar as atenções naquele segundo aspecto em relação ao tema central deste site, o que significa destacar informações determinantes relativas aos deveres dos detentores de crédito ao consumidor antes e depois de assinado o contrato. Esses dados vêm assim complementar o anterior texto subordinado à outra face desta questão dos encargos contratuais, os direitos que assistem aquele agente. Quer esteja a considerar recorrer a empréstimos desta natureza...

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O que deve saber antes de recorrer ao crédito

Contrair financiamento bancário tornou-se uma atitude normal um pouco por todo o mundo e muitos são aqueles que vêm este auxílio monetário como algo corrente de que se deve usufruir. Porém, a verdade é que o crédito é um compromisso sério que deve ser bastante ponderado, pois as implicações de tirar partido deste mecanismo sem que se possuam as condições adequadas podem ser absolutamente devastadoras, o que será fatal num momento em que a economia é desculpa para todos os ataques orçamentais perversos ao nível e qualidade de vida dos portugueses. Nesse sentido, apresentamos-lhe hoje um artigo no qual sublinhamos o que deve saber antes de recorrer ao crédito para que tenha atenção aos aspectos mais importantes que a este dizem respeito. Assim terá em sua posse toda a informação essencial para avaliar correctamente as suas hipóteses de subscrever este préstimo bancário sem que tenha de vir a comprovar da forma...

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Crédito para momentos de lazer

Um estudo, encomendado pela Mastercard, revela que, apesar da crise, muitos portugueses continuam a endividar-se para ir de férias ou para fazer viagens. Mesmo num ano em que houve uma quebra na adesão a cartões de crédito, o pagamento de férias e viagens foi a categoria que registou o maior aumento. Foram cerca de mais 3,6% os portugueses entrevistados, que revelaram ter utilizado pelo menos um cartão de crédito para financiar momentos de lazer, face a um idêntico período do ano passado. O estudo da Mastercard, intitulado «Comportamento Financeiro dos Particulares em Portugal 2011», foi divulgado esta terça-feira e mostra ainda que o mercado português é maioritariamente de débito - 86,8% dos portugueses com mais de 15 anos têm um cartão de débito e 95,6% deles, utilizam-no com regularidade. Isto contra os 59,6% dos utilizadores que dão uso regular aos cartões de crédito - o equivalente a um decréscimo de 15,1% em...

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Dicas para conseguir o melhor crédito possível

O mercado do financiamento está na sua pior fase de sempre, disso não há dúvidas, mas a verdade é que são as entidades do sector as principais responsáveis pela situação a que se chegou. Após vários anos, ou melhor, décadas de concessão de créditos com poucos ou nenhuns cuidados, as perspectivas mudaram e o resultado é a subida consecutiva do malparado em Portugal, num ritmo que não deverá abrandar tão cedo. Contudo, apesar do cenário negro que se avizinha as empresas que subsistem à custa dos créditos mantêm uma procura por interessados, assim como os bancos, ainda que estes últimos dirijam sobretudo as suas preferências para os seguros depósitos a prazo. A atribuição é bastante mais reduzida do que até este ponto e as circunstâncias levaram os potenciais clientes a adoptarem uma nova posição que consiste em estudar todas as alternativas existentes no mercado para se conseguir um bom crédito. Se porventura...

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Crédito cada vez mais difícil

O crédito fica cada vez mais difícil a cada mês que passa. Em Julho, os bancos emprestaram 4,87 mil milhões de euros às empresas e famílias, um valor 26% menor do que em igual período de 2008. O ritmo de diminuição dos empréstimos concedidos está a acelerar desde Maio. O montante concedido em crédito no mês passado representa quase metade do que entrava na economia em Julho de 2007, antes da crise financeira. Os bancos tem de endividar-se para emprestarem às empresas e famílias. Mas neste momento "desalavancagem" é a palavra de ordem nas instituições portuguesas, que estão afastadas dos mercados internacionais de financiamento e obrigadas a reforçar os seus rácios de capital. O crédito concedido pelos bancos a particulares caiu 326 milhões de euros, de 141.575 milhões de euros em junho para 141.249 milhões de euros, com a maior diminuição a surgir do crédito à habitação, que apresenta uma redução...

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Créditos pessoais: BdP fixa taxas máximas

As taxas aplicadas aos créditos pessoais não poderão superar os 20,2 % no quarto trimestre do ano, divulgou esta quinta-feira o Banco de Portugal (BdP), referindo-se às taxas aplicáveis aos contratos de crédito aos consumidores. No crédito pessoal, o BdP impõe taxas máximas de 6,8 por cento em empréstimo que tenham por finalidade educação, saúde e energias renováveis, assim como locação financeira de equipamentos. Nos outros tipos de créditos pessoais, o valor máximo foi estabelecido em 20,2 %. Já no crédito automóvel, a locação financeira ou aluguer de longa duração de carros novos pode ter uma taxa máxima de 8,5 % enquanto em usados foi estabelecida em 9,8 %. Nos empréstimos para automóveis novos com «reserva de propriedade e outros» a taxa máxima fixa-se nos 12,3 % e nos usados em 16,1 %. Para cartões de crédito, linhas de crédito, contas correntes bancárias e facilidades de descoberto, o limite fixa-se nos 34,1 %. O regime...

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