Crédito pessoal: propostas do mercado nacional

As medidas de austeridade impostas pelo Governo através do Plano de Estabilidade e Crescimento (PEC) obrigaram os portugueses a apertar (ainda mais) o cinto e as consequências traduzem-se muitas vezes na necessidade de recorrer a um financiamento extra para suportar as despesas, pois tornou-se mais complicado ultrapassá-las somente com o rendimento mensal. Porém, embora nem sempre o crédito seja a melhor forma de acabar com as dificuldades no que respeita aos gastos, poderá ainda assim representar uma ajuda preciosa em alturas de maior aflição. Quando o dinheiro não chega para liquidar as contas na totalidade, sobretudo nos períodos em que surgem os custos com seguros, impostos e outros montantes com os quais é impossível falhar, um crédito pessoal poderá ser a tábua de salvação pela qual se esperava. Contudo, há que ter em conta que só mesmo em último caso se deve recorrer àquele, porque apesar de deixar alguma margem...

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Dicas para contratar um crédito pessoal

O crédito está cada vez mais caro e difícil de conseguir, devido à conjuntura actual. Qual é o melhor banco para fazer um crédito pessoal? É muito difícil responder a esta pergunta mas aqui ficam mais uma vez alguns conselhos, fáceis de entender e que poderão representar muito na altura de contratar um crédito pessoal. 1. Aconselhamos sempre os consumidores a avaliarem bem os encargos que vão ter ao subscreverem um crédito pessoal, para que a taxa de esforço do orçamento familiar não ultrapasse os 30% a 40%. 2. Recomendamos também aos consumidores que consultem as condições praticadas no maior número possível de bancos, para poder ver quem é que pratica as taxas mais baixas do mercado. 3. O melhor indicador que deve servir de comparação entre as ofertas dos vários bancos é a TAEG, dado que esta taxa inclui todos os encargos associados ao crédito, incluindo seguros e comissões. Por Taxa Anual Efectiva...

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Escolha o crédito pessoal mais eficaz

Os problemas económicos das famílias portuguesas não são novidade e pior ficaram nos últimos meses após o avanço de novas medidas de austeridade, cuja implementação veio complicar as contas de muitos cidadãos. Alguns são mesmo incapazes de resistir ao crédito, seja justificada ou injustificadamente, o que torna bastante mais complicado a sustentação dos orçamentos e o fim do malparado recorde verificado em Outubro. As finanças pessoais estão agora menos simples de orientar e a ginástica para conseguir esticar o dinheiro até ao final do mês complicou-se. É por esse motivo que os pedidos de crédito mais do que duplicaram nos últimos seis meses, acompanhando a subida das dívidas a credores devido às impossibilidades de cumprimento dos acordos assinados. Uma das principais razões dos níveis históricos do malparado está directamente ligada à alteração das justificações que levam aos pedidos de crédito. Contrariamente ao que sucedia, as pessoas começam agora a solicitar financiamento bancário...

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Corte radical no acesso ao crédito

Nunca as instituições bancárias nacionais concederam tão pouco crédito às empresas e aos particulares. Esta é a principal conclusão que se pode retirar dos últimos dados divulgados oficialmente pelo regulador do sector, que na semana passada deu a conhecer os resultados de uma breve análise ao estado da concessão deste género de produtos financeiros a nível nacional. Segundo o Banco de Portugal (BdP), nos primeiros oito meses do ano o montante total concedido pelos bancos não ultrapassou os 41.9 mil milhões de euros no que respeita à finalidade concreta do crédito, o valor mais reduzido desde que há registos deste género de transacções em território luso, o mesmo é dizer, desde Janeiro de 2003. Em apenas sete anos tem-se vindo a verificar uma descida acentuada do financiamento da banca à economia, sendo que esse abatimento se traduziu em menos 888 milhões de euros do que em igual período de 2009, numa ruptura...

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Saiba quais os créditos pessoais mais acessíveis

O apertar do financiamento aos bancos nacionais tem sido um dos grandes responsáveis pela suposta necessidade de as entidades a operarem em Portugal subirem em flecha o preço dos seus créditos. Porém, a verdade é que o que se pretende é continuar a registar ganhos recorde em pleno tempo de crise, não importando quais as reais possibilidades económicas dos clientes no actual período de estrangulamento da economia lusa. A atitude das empresas bancárias começa agora a surtir efeitos na face mais visível do problema, o disparar do malparado para valores nunca antes verificados. Este é um indicador crucial da saúde das finanças de um país, que tem sido constantemente actualizado para cima, tendo registado em Abril, e somente no sector do crédito pessoal, um total de incumprimento na ordem dos 7.29 por cento. Face às novas disposições de mercado, o mais indicado é a escolha muito cuidadosa na hora de optar por...

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Crédito Pessoal Caixa Geral de Depósitos

Considerado unanimemente pelas entidades reguladoras e analistas europeias mais credenciadas como um dos bancos nacionais mais sólidos do mercado, a Caixa Geral de Depósitos (CGD) não apresenta de momento nenhum crédito pessoal específico para este sector ou que se assuma como tal, mas uma gama de produtos enquadrados naquele âmbito, ainda que cada um deles se destine a finalidades estabelecidas para áreas concretas. As sugestões do presente género de financiamento encontram-se divididas em crediformação caixa, crédito para estudantes do ensino superior com garantia mútua, crédito pessoal automóvel, crédito medicina dentária ou cirurgia estética e crédito pessoal credicaixa. Não obstante, foram recentemente criadas sete linhas de crédito para apoio à reconstrução da Madeira, que constituem um conjunto especialmente concebido para auxiliar a causa maior num momento difícil. Embora nenhum financiamento seja anunciado como crédito pessoal, a solução CGD que mais se lhe assemelha é indubitavelmente o credicaixa, não apenas pelas suas características, mas...

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