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	<title>O Credito Pessoal &#187; crédito pessoal</title>
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	<description>tudo sobre o crédito num só local</description>
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<title>O Credito Pessoal</title>
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		<title>Emprestimos bancários</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 00:45:30 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Os chamados créditos ou empréstimos bancários são hoje concedidos diretamente pelas instituições bancárias, na Internet ou através das muitas companhias financeiras que se proliferaram nos últimos tempos. As condições e as taxas de juro variam consoante o montante pedido, o tipo de crédito, a sua finalidade e o prazo de pagamento. Antes de recorrer a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os chamados créditos ou empréstimos bancários são hoje concedidos diretamente pelas instituições bancárias, na Internet ou através das muitas companhias financeiras que se proliferaram nos últimos tempos.</p>
<p>As condições e as taxas de juro variam consoante o montante pedido, o tipo de crédito, a sua finalidade e o prazo de pagamento.</p>
<p>Antes de recorrer a um empréstimo, é aconselhável que “faça contas à vida”. Calcule bem qual o valor que precisa para o fim desejado e quanto vai pesar a prestação no seu orçamento mensal. Definido o valor pretendido, consulte as propostas de várias entidades bancárias. Vá ao seu banco habitual, mas também a outros, incluindo internacionais. Se o montante não for muito elevado, aproveite igualmente para consultar os simuladores online de vários bancos e algumas das entidades financeiras que se tornaram tão populares. Não se esqueça, porém, de confirmar junto do Banco de Portugal a fiabilidade da agência e do crédito escolhido, antes de fazer o pedido.</p>
<p>Para efetuar o pedido precisará de uma série de documentos pessoais e comprovativos da sua situação financeira. No final terá de aguardar a aprovação do crédito, o que pode levar desde apenas alguns minutos ou horas até várias semanas.</p>
<p><strong>A que tipo de créditos posso recorrer?</strong></p>
<p>Como mencionado, existem, hoje em dia, diversas possibilidades de financiamento para fins muito distintos. É possível diferenciar os empréstimos consoante sejam de longo, médio ou curto prazo (para pagamento), de acordo com a finalidade a que se destinam e conformem têm taxas fixas ou variáveis.</p>
<p>Entre as opções mais populares contam-se:</p>
<p><strong>Crédito Habitação</strong></p>
<p>Trata-se de um financiamento concedido a quem pretende adquirir casa própria. É um contrato de longa duração, sendo que, muitas vezes, o orçamento familiar fica comprometido por duas ou três décadas. A prestação mensal pode ter oscilações significativas pois este tipo de crédito está frequentemente ligado à taxa Euribor. Sugere-se a consulta de várias instituições bancárias portuguesas e internacionais, antes de decidir qual o empréstimo que vai solicitar.</p>
<p><strong>Crédito Automóvel</strong></p>
<p>Nos dias correntes, quase todos ambicionam ter uma viatura própria, no entanto, nem todas as pessoas possuem capacidade financeira para pagar a pronto um investimento tão elevado. Neste sentido, surge a ligação frequente entre os stands de automóveis e entidades financeiras que concedem empréstimos a particulares para a aquisição do veículo. Trata-se de um crédito de média duração (normalmente por cinco ou seis anos) e de prestação fixa ou pouco variável. Regra geral, é solicitada como garantia a alienação fiduciária da viatura.</p>
<p><strong>Empréstimo Pessoal</strong></p>
<p>Os seus fins são os mais variados. O crédito pessoal pode destinar-se a remodelações na habitação, a projectos profissionais, liquidação de outras contas, aquisição de bens, entre outros. O montante e prazo de liquidação são, normalmente, escolhidos pelo próprio. Tendencialmente, são empréstimos de curta duração com baixas taxas de juro. Podem ser pedidos através do banco ou de uma entidade financeira. A sua aprovação é rápida, podendo ser feita em apenas alguns minutos.</p>
<p><strong>Crédito ao Consumo</strong></p>
<p>Muitas vezes associado ao empréstimo pessoal, as suas condições não são muito diferentes. Resulta da cultura de consumo da nossa sociedade. Atualmente qualquer indivíduo pode adquirir um computador pessoal, uma máquina fotográfica, um frigorifico ou outros sem dispor de condições financeiras no momento da aquisição. Para isso existem as entidades financeiras que se associam às lojas para disponibilizar esta opção ao cliente. O pedido é feito, muitas vezes, na própria loja ou por telefone e a aprovação é dada em poucos minutos. É, quase sempre, um empréstimo de curta duração e as suas taxas de juro são bastante reduzidas ou mesmo nulas, à excepção de contratos específicos que vão acumulando valores e juros cada vez maiores com o passar do tempo.</p>
<p><strong>Crédito Universitário</strong></p>
<p>No panorama financeira atual, são muitos os estudantes que não têm como pagar os seus estudos e não podem contar com ajuda dos familiares. Para essas situações foi criado um financiamento especial que resulta de um acordo entre o Estado e algumas instituições bancárias. Este crédito tem a duração do curso escolhido e o montante é disponibilizado em parcelas mensais ou anuais. Antes da liquidação, tem um período de carência com vista à organização da vida profissional do tomador, de modo a que reúna condições financeiras para pagar o mesmo.</p>
<p><strong>Cartões de Crédito e Crédito Online</strong></p>
<p>Já se tornou prática comum deter um ou dois cartões que servem para pagamento de compras, mesmo quando já gastámos todo o ordenado ou ainda não o recebemos. São os cartões de crédito que permitem gastar um determinado plafond (normalmente de acordo com o rendimento do titular) e pagá-lo por completo numa data acordada ou em parcelas. Do mesmo modo, também o crédito online se tornou uma opção popular. Pode ser requerido por qualquer pessoa com mais de 18 anos. O pedido é feito diretamente na Internet, sem sair de casa e sem burocracia. A aprovação é rápida, os prazos de pagamento são curtos e o montante deste tipo de empréstimo não pode exceder os 15 mil euros.</p>
<p><strong>Empréstimos para Criação de Empresas</strong></p>
<p>Além de todas as outras possibilidades, existem ainda os empréstimos que têm como objetivo financiar a criação de empresas. Dentro desta opção, pode decidir-se por microcréditos, leasing, capital de risco ou incentivos públicos e comunitários. Tudo dependerá essencialmente do tipo de empresa que pretende ter e do valor que necessita.</p>
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		<title>Alerta de Burla: Empresa Cobrança Segura</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Feb 2012 01:54:20 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O clima de sufoco económico vivido em Portugal tem propiciado no país a “explosão” de uma gigantesca vaga de fraudes ligadas à oferta de crédito a particulares. Numa altura em que conseguir este género de empréstimos recorrendo à via (mais) tradicional das instituições bancárias se tornou numa missão herculeana muitos portugueses não encontram outra alternativa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O clima de sufoco económico vivido em Portugal tem propiciado no país a “explosão” de uma gigantesca vaga de fraudes ligadas à oferta de crédito a particulares. Numa altura em que conseguir este género de empréstimos recorrendo à via (mais) tradicional das instituições bancárias se tornou numa missão herculeana muitos portugueses não encontram outra alternativa e encaram as propostas que lhes cedem aval positivo como uma salvação, acabando na maioria dos casos por caírem no “conto do vigário”.</p>
<p>Entre as mais recentes burlas desta natureza em território nacional está o esquema da Cobrança Segura, uma empresa cuja actividade ainda não foi oficialmente encerrada, apesar de as autoridades lusitanas já terem iniciado um processo de averiguações que terá inclusivamente levado à apreensão de parte do material existente na sede daquela entidade localizada na Lourinhã.</p>
<p><strong>Esquema bem montado e (aparentemente) legítimo</strong><br />
De acordo com os dados públicos disponíveis acerca da Cobrança Segura sabe-se que era detida por um único sócio e gerente ao abrigo do estatuto de Unipessoal, cuja data de registo junto das entidades a quem de direito é Dezembro de 2010. Contudo, na base de dados do Banco de Portugal (BdP) não existe qualquer referência à dita empresa ou ao seu alegado proprietário, tal como o regulador do sector já declarou a vários clientes que solicitaram junto dele essa informação relativa à Cobrança Segura.</p>
<p>O número de queixas apresentadas desde o primeiro trimestre do ano passado por burla qualificada e fraude contra a Cobrança Segura ainda não mereceu um esclarecimento por parte de qualquer responsável da mesma, embora vários clientes tenham recebido a notícia de que uma investigação estaria a decorrer com vista a apurar os factos, tendo o detentor do registo da empresa aparentemente sido ouvido pela GNR local, algo que não foi confirmado até ao momento.</p>
<p>Ao que é possível ler nos contratos que eram enviados pela Cobrança Segura, os seus supostos empréstimos beneficiariam de juros e custos mais baixos por serem realizados com o recurso a um conjunto de investidores internacionais. Porém, a única referência que se pode encontrar nos documentos contratuais é ao Banco Bradesco, instituição que diz não ter qualquer tipo de ligação com a empresa da Lourinhã, desconhecendo o porquê de sequer ter sido associada a tal entidade, uma vez que não tem parceiro algum com a designação de Cobrança Segura ou com qualquer outra sob a alçada daquele que é dado como proprietário da mesma.</p>
<p><strong>Legalidade perfeita: as aparências iludem</strong><br />
À primeira análise a Cobrança Segura parece ser uma empresa bastante credível: possui um site chamativo, contactos devidamente indicados, registo junto das Finanças, CAE (Classificação Portuguesa de Actividades Económicas) e escritório aberto ao público. No entanto, um olhar mais atento poderá lançar algumas dúvidas, nomeadamente sobre a página online (estrutura e logótipo extremamente básicos, erros de navegação, “testemunhos” demasiado antigos e um pouco forçados) mas sobretudo a total ausência de inscrição oficial na lista de entidades financeiras do BdP, o que naturalmente levanta desde logo suspeitas, uma vez que é a este que cabe a regulação do mercado em que se inserem as empresas do ramo da Cobrança Segura.</p>
<p><strong>Foi burlado? Saiba o que fazer</strong><br />
Embora seja praticamente impossível ter conhecimento do número de vítimas da fraude que era operada pela Cobrança Segura, a melhor atitude que pode tomar é reportar o crime às autoridades locais o quanto antes e divulgar esta burla para que mais ninguém seja enganado, principalmente porque apesar de tudo o que tem vindo a público o site da empresa não foi desactivado e a sede da mesma na Lourinhã continuava aberta com as duas funcionárias em serviço até finais de Novembro do ano passado, tendo sido desde então encerrada, quase em simultâneo com a desconexão do número de telefone e o fim de resposta aos e-mails enviados para o endereço facultado na página online.</p>
<p>A decisão mais sensata caso já tenha sido burlada pela Cobrança Segura é deslocar-se a um advogado ou ao tribunal da sua comarca para que o informem dos procedimentos exactos a seguir para iniciar uma acção judicial contra as pessoas por detrás deste esquema que terá afectado centenas de portugueses e vários cidadãos brasileiros que reportaram terem sido alvo de fraude pela mesma empresa.</p>
<p>Se quiser saber mais acerca deste assunto e aprofundar os seus conhecimentos para que tenha em mente as informações necessárias para enfrentar este tipo de dificuldades e se muna das ferramentas essenciais para ultrapassar esta ocasião leia de que forma outras vítimas estão a procurar resolver esta questão. Não hesite em deixar o seu depoimento e dê uma olhadela pelo tópico dedicado ao crédito pessoal de <a href="http://www.oendividado.com/">oendividado</a> no subtema das <a href="http://www.oendividado.com/agencias-de-credito/">agências de crédito</a>. Partilhe a sua opinião, comente o que lhe aconteceu, interaja com os demais leitores e ajude a divulgar o que se passou para que outros não sejam apanhados por estes esquemas.</p>
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		<title>Direitos dos detentores de crédito ao consumidor</title>
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		<pubDate>Sun, 22 Jan 2012 01:04:30 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Muito se tem falado nos últimos tempos relativamente ao feroz ataque das entidades financeiras aos subscritores dos seus financiamentos mas pouco se disse sobre o mais importante, os direitos que estes consumidores possuem e se encontram consagrados no Decreto-Lei Nº 133/2009 de 2 de Junho. É este documento com força legislativa que regula o regime [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Muito se tem falado nos últimos tempos relativamente ao feroz ataque das entidades financeiras aos subscritores dos seus financiamentos mas pouco se disse sobre o mais importante, os direitos que estes consumidores possuem e se encontram consagrados no Decreto-Lei Nº 133/2009 de 2 de Junho. É este documento com força legislativa que regula o regime de crédito aos consumidores e no qual se podem ler as directrizes normativas que se aplicam ao crédito pessoal, crédito automóvel, cartão de crédito e facilidade a descoberto.</p>
<p>Assim, de acordo com o nosso compromisso enquanto site informativo subordinado aos temas de financiamento, sublinhamos nos próximos três subtextos os direitos dos detentores de crédito, informações que requerem a leitura complementar de um artigo subsequente, os deveres dos detentores de crédito.</p>
<p><strong>Direito à informação</strong><br />
– O subscritor tem acesso a todos os dados sobre o crédito escolhido, incluindo as actualizações operadas e condições alteradas. Esse direito mantém-se antes, durante e após a assinatura do contrato. Se lhe for negada essa faculdade a entidade credora está a violar a lei. Por isso, informe o Banco de Portugal (BdP) do sucedido;</p>
<p>– Está incumbida à instituição financiamento a tarefa de enviar ao cliente a Ficha de Informação Normalizada (FIN), documento essencial no qual se encontram descriminadas todas as condições do acordo estabelecido bem como outros aspectos relevantes do mesmo;</p>
<p>– Tire partido da FIN dos créditos disponíveis para comparar atentamente as propostas de financiamento que tem ao seu alcance. Esta será a melhor forma de colocar lado a lado as diferentes propostas, uma vez que é o documento em que têm obrigatoriamente de constar todos os trâmites do crédito em questão;</p>
<p>– A entidade credora tem forçosamente de lhe esclarecer todas as dúvidas que tiver acerca do crédito, nomeadamente explicar os aspectos mais controversos da FIN. Essa função contempla a clara exposição das condições do crédito, encargos e alternativas que permitam flexibilizar o acordo na medida do que este permita;</p>
<p>– Cabe à instituição responsável pelo financiamento, em estreita relação com o cliente, avaliar se o perfil deste último responde às exigências do crédito solicitado, incluindo determinar se o nível dos seus rendimentos e situação financeira se coadunam com o que está implícito na contratação do serviço eleito;</p>
<p>– A subscrição de outros produtos ou serviços da entidade credora podem tornar as condições do financiamento mais vantajosas e compete a esta explicar o que implicará a adesão àqueles, assim como revelar claramente as consequências de no futuro decidir abandonar um dos produtos ou serviços adicionais subscritos;</p>
<p>– A entidade financiadora tem de entregar aos titulares do contrato e possíveis fiadores (todo) o contrato assinado devidamente acompanhado pela FIN completa originalmente apresentada ao cliente. Na eventualidade de terem sido alteradas quaisquer condições face ao acordo inicial o credor tem obrigatoriamente de as sublinhar e esclarecer alguma dúvida se tal for necessário.</p>
<p><strong>Direito à revogação</strong><br />
– O cliente pode anular o contrato sem facultar qualquer motivo à entidade credora desde que o realize até ao 14º dia a contar desde o dia em que o acordo foi assinado. Se a instituição colocar obstáculos nesse sentido o BdP deve ser informado desse mesmo facto para que se proceda de imediato à anulação definitiva do crédito subscrito e não se caia no erro de adiar o processo até que se torne irrevogável;</p>
<p>– Anular o contrato implicará que restitua à entidade financiadora o total da verba recebida bem como os juros vencidos durante o período em que o crédito vigorou. Essa devolução tem ser efectuada num prazo máximo de 30 dias.</p>
<p><strong>Direito ao reembolso antecipado </strong><br />
– Qualquer crédito ao consumo tem de permitir a amortização do valor em falta, seja ela parcial ou total, e em qualquer altura, não podendo o credor negar que tal seja feito. A única condição para que realize essa operação é que notifique a entidade 30 dias antes de o efectuar. Não tem de oferecer quaisquer explicações para essa atitude nem tão pouco justificar o porquê da sua decisão;</p>
<p>– As comissões cobradas por reembolso antecipado só podem ser cobradas nos créditos sujeitos a taxa fixa, pelo que não lhe podem ser imputados custos adicionais se o seu financiamento estiver indexado a taxa variável, independentemente da instituição credora ou das condições contratuais;</p>
<p>– Nos casos em que se aplicam comissões de reembolso antecipado, isto é, o crédito ao consumo a taxa fixa, essas penalizações não podem exceder 0.25 por cento do montante reembolsado quando o fim do contrato é dentro de um ano ou menos. Nas restantes situações o teto legal máximo para as comissões é de 0.5 por cento;</p>
<p>Se actualmente detém algum tipo de crédito ao consumo deve ler e reler os direitos que assistem os consumidores deste género de financiamentos. O mesmo serve para quem se prepare para recorrer a este serviço e inclusivamente aos cidadãos em geral, pois nunca se sabe quando esse conhecimento possa ser útil, seja para nosso próprio benefício ou ajuda de outrem. Estar bem informado é sempre uma mais-valia bastante útil, sobretudo num mundo em que somos “bombardeados” com publicidade a qualquer momento.</p>
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		<title>A enganadora facilidade dos empréstimos “imediatos”</title>
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		<pubDate>Sat, 24 Dec 2011 01:06:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Todos os dias somos bombardeados com publicidade mais ou menos descarada de mil e um financiamentos para tudo e mais alguma coisa. Seja através da imprensa, televisão, rádio ou internet, as mensagens de entidades a oferecerem “oportunidades” únicas não param de chegar e parece que em tempo de crise nascem como cogumelos… mas se é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Todos os dias somos bombardeados com publicidade mais ou menos descarada de mil e um financiamentos para tudo e mais alguma coisa. Seja através da imprensa, televisão, rádio ou internet, as mensagens de entidades a oferecerem “oportunidades” únicas não param de chegar e parece que em tempo de crise nascem como cogumelos… mas se é verdade que algumas propostas têm legitimidade há igualmente uma parte significativa que serve única e exclusivamente o propósito criminoso da fraude.</p>
<p>O presente artigo vai precisamente no sentido de alertar para aqueles casos em que o objectivo é enganar os consumidores e visa despertar as mentes para situações como as burlas em créditos particulares, um dos mais lucrativos esquemas deste género de crime. Não iremos apresentar conselhos para evitar que seja vítima dos larápios mas reforçar a ideia fundamental de que como em qualquer financiamento também nos empréstimos imediatos os encargos monetários a prazo são têm um peso considerável.</p>
<p>Convém desde logo sublinhar que as propostas mais aliciantes à partida raramente vão corresponder aos negócios mais vantajosos, sobretudo nos dias de hoje e em Portugal, um país onde se pagam os juros mais elevados e as comissões mais chorudas dentro da União Europeia. Logo, todas as alternativas que lhe sejam apresentadas devem ser atentamente analisadas sob pena de estar a penhorar o seu futuro ao nível económico… e restantes, por arrasto. Assim, não hesite e estude bem o que lhe é sugerido pois mais ninguém o fará por si, até porque compete ao vendedor fazer o negócio e ao comprador analisar os prós e contras dessa mesma transacção. No fundo, cada parte irá proteger os seus interesses e dificilmente olhará para os do outro.</p>
<p>Dito isto não é de estranhar que a tentativa de impingir financiamentos frisando apenas o lado bom destes seja a principal preocupação das empresas e não o anúncio do que verdadeiramente implicará subscrever esse produto. É por esse motivo que “dinheiro já” ou “crédito imediato” são meros slogans que não passam de truques para vender o que anunciam, já que as responsabilidades associadas a essa venda ficam remetidas para as famosas letras minúsculas e quase ilegíveis dos contratos.</p>
<p>Se vai usufruir de um financiamento nos próximos tempos recorde-se do que acabamos de sublinhar e procure a melhor proposta em entidades credíveis. Esqueça os “óptimos” empréstimos via telefone ou internet, a não ser que estes sejam meros veículos para que lhe sejam enviados os documentos necessários. Caso contrário, não subscreva nada com base num contrato por voz ou e-mail, pois além de ser uma atitude arriscada que expõe os seus dados pessoais sem qualquer segurança irá dificultar eventuais investigações, uma vez que as possibilidades de o perpetrador manter o anonimato são elevadas e raras são as situações em que a vítima consegue sequer iniciar qualquer processo judicial com hipóteses reais de sucesso.</p>
<p>Apesar do que foi mencionado não olhe para os empréstimos como coisas das quais não vem nada de bom. Há certamente ocasiões em que são vantajosos e a sua utilidade é inegável, no entanto, como em tudo na vida existe sempre quem procure tirar partido de algo benéfico e modificá-lo de tal maneira que o torna nefasto ao ponto de gerar aversão para o bem e para o mal. Por isso, considere os financiamentos como uma alternativa se deles necessitar mas seja criterioso e cuidadoso ao escolher o seu para que não aumente o número de vítimas das burlas em créditos particulares.</p>
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		<title>Crédito Pessoal mais barato</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Sep 2011 22:47:41 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O crédito pessoal é, tal como o nome indica, pessoal. Quer isto dizer que pode fazer o que quiser com o dinheiro que pedir emprestado, sem ter de dar qualquer tipo de justificação ao banco sobre o seu destino. Para conseguir um bom crédito pessoal, deve ter em atenção basicamente os mesmos aspectos que teria [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O crédito pessoal é, tal como o nome indica, pessoal. Quer isto dizer que pode fazer o que quiser com o dinheiro que pedir emprestado, sem ter de dar qualquer tipo de justificação ao banco sobre o seu destino.</p>
<p>Para conseguir um bom crédito pessoal, deve ter em atenção basicamente os mesmos aspectos que teria para outro tipo de créditos: obter a taxa de juro mais baixa, reduzir ao máximo os custos do processo e garantir o mínimo de penalizações, caso queira amortizar parte ou a totalidade do empréstimo.</p>
<p>É importante que peça a mesma proposta de crédito a mais do que um banco. Desta forma poderá comparar as várias soluções propostas, assim como os custos envolvidos. Em princípio, o seu banco principal, onde domicilia o seu vencimento e onde faz a maioria das suas transacções, é o que se apresenta como melhor posicionado para lhe propor um crédito mais competitivo, ou pelo menos terá maior poder negocial.</p>
<p>Os custos com o processo são igualmente importantes. Quanto menor o empréstimo, mais efeito estes podem ter no valor total a pagar. </p>
<p>Finalmente, importa também negociar as penalizações em caso de amortização antecipada do crédito. O valor máximo do custo a pagar pela amortização do empréstimo só está na lei para o crédito habitação, pelo que é importante que tente ao máximo negociar este custo com o banco antes de assinar o contrato. </p>
<p>Lembre-se que a principal preocupação do banco é garantir que a pessoa que está a pedir o empréstimo tem capacidade para o pagar. Quanto mais seguro deixar o seu banco em relação a esse aspecto mais baixa será a taxa a pagar. Aqui entram as garantias como o hipotecar um imóvel. Mas tenha em atenção que os custos disto nunca são vantajosos para montantes inferiores a 25000€. </p>
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		<title>Troika fiscaliza a concessão de créditos</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Aug 2011 15:34:22 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A troika irá, já a partir de Setembro, fiscalizar todos os empréstimos concedidos pelos bancos portugueses às famílias e empresas. Desta forma, o crédito vai ser ainda mais difícil de obter. Existem já técnicos do Fundo Monetário Internacional, Comissão Europeia e Banco Central Europeu em todos os bancos nacionais para vigiar e apertar os critérios [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A troika irá, já a partir de Setembro, fiscalizar todos os empréstimos concedidos pelos bancos portugueses às famílias e empresas. Desta forma, o crédito vai ser ainda mais difícil de obter.</p>
<p>Existem já técnicos do Fundo Monetário Internacional, Comissão Europeia e Banco Central Europeu em todos os bancos nacionais para vigiar e apertar os critérios de concessão de crédito, segundo informa o jornal Correio da Manha.</p>
<p>Se a troika duvidar de algum dos procedimentos, as instituições financeiras serão obrigadas a mexer nas suas contas de exploração para garantirem um rácio de capital de 9% até ao fim do ano.</p>
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		<title>Crédito pessoal: propostas do mercado nacional</title>
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		<pubDate>Wed, 11 May 2011 23:22:18 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>As medidas de austeridade impostas pelo Governo através do Plano de Estabilidade e Crescimento (PEC) obrigaram os portugueses a apertar (ainda mais) o cinto e as consequências traduzem-se muitas vezes na necessidade de recorrer a um financiamento extra para suportar as despesas, pois tornou-se mais complicado ultrapassá-las somente com o rendimento mensal. Porém, embora nem sempre o crédito seja a melhor forma de acabar com as dificuldades no que respeita aos gastos, poderá ainda assim representar uma ajuda preciosa em alturas de maior aflição. </p>
<p>Quando o dinheiro não chega para liquidar as contas na totalidade, sobretudo nos períodos em que surgem os custos com seguros, impostos e outros montantes com os quais é impossível falhar, um crédito pessoal poderá ser a tábua de salvação pela qual se esperava. Contudo, há que ter em conta que só mesmo em último caso se deve recorrer àquele, porque apesar de deixar alguma margem de manobra excepcional, é sempre um encargo que se está a adicionar, sendo certo que se prolongará por alguns meses ou até anos, dependendo da quantia requerida.</p>
<p>Atendendo às dificuldades económicas que os portugueses atravessam na actualidade, ocreditopessoal.com elaborou uma lista com diversos créditos existentes no mercado nacional e tem disponibilizado regularmente artigos nos quais são expostas as particularidades, vantagens e desvantagens de cada um deles. Facilitámos-lhe desta forma a tarefa e reunimos em apenas alguns parágrafos a informação crucial sobre as propostas de um conjunto de entidades credoras, simplificando as “letras pequeninas” e realçando o que de mais útil se deve reter das alternativas de crédito pessoal das várias empresas a actuarem neste sector em Portugal.</p>
<p>No estudo das múltiplas opções para um financiamento livre, destacámos assim o quão importante é o valor da tributação aplicada ao crédito pessoal, sobretudo no que concerne à Taxa Anual Efectiva Global (TAEG) e Taxa Anual Nominal (TAN), não esquecendo os eventuais custos de abertura de processo ou semelhantes. Considerámos ainda o pagamento das prestações mediante taxa fixa ou variável, disponível em alguns casos, mas apenas vantajoso numa minoria. Por último, e não menos importante, sublinhámos a necessidade de se estar atento a produtos e serviços extra que vêm no “cabaz” dos financiamentos, dado que na maioria das vezes são desnecessários e nada acrescentam ao crédito em termos de mais-valias, contribuindo unicamente para a subida do montante final imputado ao cliente.</p>
<p>Se está a pensar em recorrer ao crédito pessoal, o principal conselho que se pode conceder é o de verificar as alternativas existentes, compará-las entre si e seleccionar exclusivamente as que se enquadrem da melhor forma no género de financiamento que se pretende. Faça o máximo de simulações possível, variando as condições de subscrição e anotando os resultados, escolhendo desta forma a solução pela qual enveredar em plena consciência das várias hipóteses pelas quais se poderia ter optado.</p>
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		<title>Dicas para contratar um crédito pessoal</title>
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		<pubDate>Sun, 20 Feb 2011 00:23:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[crédito pessoal]]></category>
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		<description><![CDATA[O crédito está cada vez mais caro e difícil de conseguir, devido à conjuntura actual. Qual é o melhor banco para fazer um crédito pessoal? É muito difícil responder a esta pergunta mas aqui ficam mais uma vez alguns conselhos, fáceis de entender e que poderão representar muito na altura de contratar um crédito pessoal. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O crédito está cada vez mais caro e difícil de conseguir, devido à conjuntura actual. Qual é o melhor banco para fazer um crédito pessoal? É muito difícil responder a esta pergunta mas aqui ficam mais uma vez alguns conselhos, fáceis de entender e que poderão representar muito na altura de contratar um crédito pessoal.</p>
<p>1. Aconselhamos sempre os consumidores a <strong>avaliarem bem os encargos</strong> que vão ter ao subscreverem um crédito pessoal, para que a taxa de esforço do orçamento familiar não ultrapasse os 30% a 40%.</p>
<p>2. Recomendamos também aos consumidores que <strong>consultem as condições praticadas</strong> no maior número possível de bancos, para poder ver quem é que pratica as taxas mais baixas do mercado.</p>
<p>3. O melhor indicador que deve servir de comparação entre as ofertas dos vários bancos é a <strong>TAEG</strong>, dado que esta taxa inclui todos os encargos associados ao crédito, incluindo seguros e comissões.</p>
<p>Por Taxa Anual Efectiva Global entende-se o custo total do crédito para o consumidor, expresso em percentagem anual do montante do crédito concedido. A TAEG é calculada pela determinação do custo total do crédito para o consumidor numa base anual, tendo em conta os valores das obrigações assumidas, considerando os créditos utilizados, os reembolsos e os encargos actuais e futuros que tenham sido acordados entre o consumidor e o credor. Inclui juros, comissões, seguros, impostos, comissões, etc. </p>
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		<title>Escolha o crédito pessoal mais eficaz</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Dec 2010 22:53:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opiniões]]></category>
		<category><![CDATA[crédito pessoal]]></category>

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		<description><![CDATA[Os problemas económicos das famílias portuguesas não são novidade e pior ficaram nos últimos meses após o avanço de novas medidas de austeridade, cuja implementação veio complicar as contas de muitos cidadãos. Alguns são mesmo incapazes de resistir ao crédito, seja justificada ou injustificadamente, o que torna bastante mais complicado a sustentação dos orçamentos e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os problemas económicos das famílias portuguesas não são novidade e pior ficaram nos últimos meses após o avanço de novas medidas de austeridade, cuja implementação veio complicar as contas de muitos cidadãos. Alguns são mesmo incapazes de resistir ao crédito, seja justificada ou injustificadamente, o que torna bastante mais complicado a sustentação dos orçamentos e o fim do malparado recorde verificado em Outubro.</p>
<p>As finanças pessoais estão agora menos simples de orientar e a ginástica para conseguir esticar o dinheiro até ao final do mês complicou-se. É por esse motivo que os pedidos de crédito mais do que duplicaram nos últimos seis meses, acompanhando a subida das dívidas a credores devido às impossibilidades de cumprimento dos acordos assinados.</p>
<p>Uma das principais razões dos níveis históricos do malparado está directamente ligada à alteração das justificações que levam aos pedidos de crédito. Contrariamente ao que sucedia, as pessoas começam agora a solicitar financiamento bancário para liquidarem os gastos diários, algo extremamente desaconselhado mas considerado pelas famílias como o último recurso, visto não possuírem outros métodos de erradicação das dívidas.</p>
<p><strong>Evite recorrer a crédito</strong><br />
O facto de os portugueses encararem crescentemente o financiamento bancário como uma forma alternativa de ultrapassar as dificuldades económicas – fruto da insustentável situação do país – tem provocado a consciência (semi-)errada de que o crédito pode ser a solução mais eficaz em diversas circunstâncias, como pretendido pelos credores.</p>
<p>Contudo, a verdade é que aquele constitui-se “apenas” como um mecanismo de atracção para os clientes e uma estratégia comercial para aumentar o volume de negócio. Essa ajuda funciona somente como uma agravante das despesas, pois o dinheiro é conseguido no imediato, embora o reembolso do valor tenha de ser efectuado com juros e taxas bancárias, o que implica custos adicionais à quantia solicitada e, logo, mais gastos.</p>
<p>Se, porém, não tiver outra forma de contornar as dificuldades económicas, convém pesquisar todas as possibilidades existentes no mercado e escolher, preferencialmente com ajuda de profissionais, o crédito eficaz para a sua situação em concreto. Assim terá maiores oportunidades de encontrar a solução indicada com riscos mais diminuídos para o sobreendividamento, ainda que naturalmente lhe sejam imputadas as verbas relativas às comissões das entidades financiadoras.</p>
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		<title>Corte radical no acesso ao crédito</title>
		<link>http://www.ocreditopessoal.com/corte-radical-no-acesso-ao-credito/</link>
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		<pubDate>Thu, 28 Oct 2010 21:13:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Informação]]></category>
		<category><![CDATA[crédito pessoal]]></category>

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		<description><![CDATA[Nunca as instituições bancárias nacionais concederam tão pouco crédito às empresas e aos particulares. Esta é a principal conclusão que se pode retirar dos últimos dados divulgados oficialmente pelo regulador do sector, que na semana passada deu a conhecer os resultados de uma breve análise ao estado da concessão deste género de produtos financeiros a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nunca as instituições bancárias nacionais concederam tão pouco crédito às empresas e aos particulares. Esta é a principal conclusão que se pode retirar dos últimos dados divulgados oficialmente pelo regulador do sector, que na semana passada deu a conhecer os resultados de uma breve análise ao estado da concessão deste género de produtos financeiros a nível nacional.</p>
<p>Segundo o Banco de Portugal (BdP), nos primeiros oito meses do ano o montante total concedido pelos bancos não ultrapassou os 41.9 mil milhões de euros no que respeita à finalidade concreta do crédito, o valor mais reduzido desde que há registos deste género de transacções em território luso, o mesmo é dizer, desde Janeiro de 2003.</p>
<p>Em apenas sete anos tem-se vindo a verificar uma descida acentuada do financiamento da banca à economia, sendo que esse abatimento se traduziu em menos 888 milhões de euros do que em igual período de 2009, numa ruptura superior a 2.1 por cento. A maior perda continua a ser suportada pelas famílias, embora as empresas recebam já um considerável misto de respostas negativas por parte de diversos bancos quando lhes solicitam crédito para ajudar ao desenvolvimento dos seus negócios.</p>
<p><strong>Crédito à habitação é excepção à regra</strong><br />
Ao contrário do que seria de esperar, o crédito ao consumo e à habitação mantém uma curva ascendente desde o ano passado. Estes são, de resto, os únicos financiamentos bancários a subir, ainda que de forma moderada, mas que não deixam de ser um dado curioso se tivermos em conta as percentagens elevadíssimas do malparado.</p>
<p>Por sua vez, as empresas já perderam 17.5 mil milhões de euros relativamente a 2008, tendo grande parte desse montante (15.5 mil milhões) caído no ano passado e os restantes dois mil milhões até final do mês de Agosto. Esta atenuação afecta sobretudo os investimentos de médio e elevado risco a longo prazo, o que significa uma maior dificuldade em conseguir crédito para abrir empresas na inexistência de uma parte do capital necessário para encetar os trabalhos.</p>
<p>O cenário pouco incentivador não se verifica apenas em Portugal mas em toda a União Europeia, onde a concessão de crédito tem vindo a ser reduzida gradualmente e em bloco desde Fevereiro, uma tendência presente que parece ser para continuar, com o (mais do que) provável agravamento dos actuais -1.2 por cento registados em Julho passado, valores que os especialistas estimam que se venham a confirmar no final de Dezembro.</p>
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