Créditos e comissões bancárias mais caros

Este é o resultado das exigências aprovadas pelo Comité de Basileia. Os Bancos vão fazer reflectir custos no cliente ficando assim mais caros os créditos e comissões. Os bancos vão ser obrigados a reforçar os capitais próprios e as famílias vão sentir no bolso o peso da crise do sistema financeiro. Para fazer face às exigências de capital mais elevadas aprovadas pelo Comité de Basileia, as instituições financeiras vão fazer reflectir esse custo no cliente. A solução dos bancos passam assim por cobrar mais nos contratos a crédito, aumentar as taxas de juro e outros encargos e ainda ganhar mais com comissões de prestação de serviços e produtos bancários. O reforço de capitais próprios dos bancos começa a ser introduzido em 2013. Dois anos depois passará a ser obrigatório: tudo para precaver futuras crises que deixem a nu as fragilidades do sistema...

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Comissões no crédito pessoal

Na última edição da revista Dinheiro & Direitos, a DECO denunciou que o custo das comissões cobradas pelos bancos aumentou nos últimos cinco anos, representando nalguns casos mais 72% do que em 2004. Este estudo indica que esses valores variam muito consoante os bancos e o montante e prazo do crédito pessoal. Em Setembro de 2009, as comissões médias cobradas pelo empréstimo de 2.500, 5.000 e 10.000 euros eram de 85,60; 97,73 e 157,56 euros, respectivamente. Segundo a associação de consumidores, estes valores representam aumentos de 45, 50 e 72% relativamente às médias de Setembro de 2004. A DECO critica ainda a variedade das designações das comissões para iniciar um empréstimo (entrada, abertura, dossiê ou contratação) e pede a uniformização da terminologia "para o consumidor não ser iludido". O trabalho refere também que as comissões periódicas "nem sempre têm fundamento" e pede a sua eliminação nos casos em que o extracto do crédito...

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Proibido cobrar comissões pelas alterações ao contrato de crédito

A lei da renegociação de crédito entrou em vigor esta semana mas a polémica está instalada: os bancos não cobram a análise das renegociações, mas quando aprovam mudanças aos contratos estarão a cobrar as alterações aos contratos. O Ministério das Finanças diz que "é proibido", mas o problema está na lei. A lei que entrou em vigor no dia 25 deste mês, relativa à renegociações de crédito, determina que “às instituições de crédito está vedada a cobrança de qualquer comissão pela análise da renegociação das condições do crédito”. Acontece que os bancos estarão a fazer uma interpretação da lei nas o legislador outra. De acordo com alguns relatos, os bancos estão a cobrar comissões pelas alterações aos contratos de crédito. Só não cobram a análise do processo, uma comissão que a maioria já não cobrava. O Ministério das Finanças adiantou que “tendo por mote garantir a protecção do consumidor, a lei estabelece que...

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Comissões por renegociar e transferir créditos proibidas

A partir do dia 25 de Setembro, os bancos estão proibidos de cobrar comissões na renegociação de contratos de crédito à habitação ou na sua transferência para outras instituições de crédito, refere a «Lusa». O decreto-lei que foi publicado recentemente em Diário da República, foi aprovado em Julho em Conselho de Ministros, e estabelece que as novas «medidas de tutela do mutuário no crédito à habitação respeitantes à renegociação das condições dos empréstimos e à respectiva mobilidade» entram em vigor num prazo de 30 dias. Assim, da data referida, as instituições financeiras que ainda cobrem comissões, que nalguns casos recentes comprovados se situaram entre os 150 e os 200 euros, estão proibidas de o fazer, sob pena do pagamento de coimas e outras penalizações previstas no regime geral das instituições financeiras. Além de vedar «a cobrança de qualquer comissão pela renegociação das condições do crédito, nomeadamente do spread ou do...

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Os 8 elementos importantes de um crédito pessoal

1. O contrato de crédito O contrato de crédito é vínculo que rege a promessa de concessão de crédito a um devedor, sob forma de pagamento, mútuo, utilização de cartões de crédito ou qualquer outro acordo financeiro do tipo. 2. O Devedor É a pessoa singular que geralmente contrai o crédito e o fica a dever. 3. O Credor É a pessoa singular ou colectiva que concede o crédito, geralmente em forma de prestações. 4. O Prazo O prazo é geralmente o limite máximo de devolução do empréstimo, que pode variar conforme a instituição bancária em questão. Normalmente, quanto maior o prazo maior a taxa de juro. 5. Os Juros São o preço a pagar pelo risco da operação, e também representam a retribuição dos montantes emprestados. O que geralmente acontece com frequência, é as instituições bancárias pedirem a domiciliação do ordenado para a conta naquele banco, diminuindo o risco de incumprimento, e diminuindo igualmente o...

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