Cartão Unibanco TR3S

A Exchange lançou um novo cartão de crédito. O Cartão Unibanco TR3S é o primeiro cartão de crédito em Portugal que permite pagar em 3 vezes sem juros durante todo o ano as compras de valor igual ou superior a 300€. A anuidade deste cartão é grátis no primeiro ano de utilização e será de apenas 5€ nos anos seguintes, mas isto apenas se não fizer um mínimo de 150€ em compras por mês.

A 6 de Janeiro de 2009 todas as compras com este cartão serão automaticamente freccionadas em 3 vezes sem juros, independentemente do valor.

Com este cartão poderá usufruir de todas as vantagens Unibanco, nomeadamente:

• Descontos em mais de 300 locais
• Prémios exclusivos
• Serviços gratuitos para viajar e controlar as contas
• Compras em prestações, sem juros e entrega gratuita em casa
• É complementar ao Unibanco Clássico
• Tem a 1ª anuidade grátis
• Anuidades seguintes também grátis, basta que em média faça 150€ de compras por mês ou 1.800€ por ano.

A Adesão a este cartão obriga ao preenchimento de uma declaração e que estas seja entregue juntamente com cópia do seu BI, cartão de contribuinte, recibo de vencimento ou último IRS entregue e comprovativo de morada.

O cartão de crédito desde a sua origem até aos dias de hoje

Hoje em dia existem centenas de cartões de crédito no mercado. Uns que se assumem como tal, outros que apresentam-se com máscaras para que pensemos que se trata de outra coisa. A verdade é que a nossa sociedade se baseia em crédito. E o rei desta monarquia é, sem dúvida, o cartão de crédito.

Já foi sinónimo de status social. Já foi considerado discriminatório. Agora é mais uma linha de crédito acessível a praticamente qualquer um. O cartão de crédito tem as suas origens nas gentes abastadas dos Estados Unidos. Um empresário, certo dia, estando numa viagem de negócios foi a um restaurante. Após ter almoçado principescamente, reparou não trazer a carteira. Pior, tinha ficado em casa, num estado distante. Um amigo dele estava presente e, sendo uma pessoa muito influente responsabilizou-se pelo pagamento da sua refeição. Mais, pegou num dos seus cartões de visita e nas costas escreveu e assinou de punho que se responsabilizaria por qualquer despesa que aquele seu amigo fizesse na cidade.

E assim foi. O empresário fez a sua vida, usando o cartão de visita como pagamento. O seu amigo cumpriu a sua parte no acordo e logo que voltou a sua casa, apressou-se a depositar em conta o que tinha usufriudo. A ideia ficou, e nasceu o cartão de crédito. Como os caminhos dos Estados Unidos estavam a ficar perigosos, assim evitavam viajar com dinheiro. Estando apenas munidos de cartões de visita assinados das diversas cidades onde iriam pernoitar.

Tempo já passou desde o cartão de visita assinado e agora o cartão de crédito é uma autentica instituição. Neste momento vivemos numa época onde os cartões verticais estão a substituir os cartões generalistas. As grandes superfícies emitem cartões (a que chamam de pagamento) que podem ser usados nas suas instalações. Papelarias, supermercados, gasolineiras, praticamente todas as grandes superfícies e entidades de grande consumo têm o seu cartão de “pagamento” com o respectivo plafond associado. Esse cartão é, por sua vez, gerido de perto por uma instituição bancária que gere o plafond, e procede à cobrança. Ao mesmo tempo, as superfícies conseguem ter perfis de utilizador de forma a criarem promoções e estratégias de venda adequadas à homegeniedade dos seus clientes.

Existem inclusivé cartões virtuais. Cartões com limite de utilização quer de valor quer temporal balizados para compras em ambientes de risco tal como a Internet. Estes cartões não têm representação física e apenas são um conjunto de números, normalmente apenas para serem utilizados numa única transacção e depois reciclados.

A verdade é que existem cartões para todas as utilizações que se consiga pensar. Os tradicionais, rectangulares e generalistas, ainda estão para ficar. A confortabilidade de ter uma linha de crédito dentro da carteira, com um pacote de serviços associados que vão desde seguros até descontos nos mais diversos sítios, continua a aliciar qualquer pessoa de qualquer extrato social.

O cartão está para ficar. Cada vez mais modular, mais diferente, mas de facto está enraizado nas nossas tradições e dúvido que alguma vez saia.