Bancos restringem o crédito

No seu mais recente Boletim de Verão, o Banco de Portugal indica que os bancos vão ser ainda mais restritivos na concessão de créditos. Esta instituição, liderada por Carlos Costa diz que a recomendação a “desalavancagem gradual e ordenada" com o objectivo de não comprometer o financiamento da economia. Nessa óptica, tem aconselhado a indústria a "privilegiar a alienação de activos não estratégicos e a captação de fontes de financiamento estáveis". Os depósitos de clientes são a solução, embora a subida da remuneração do dinheiro esteja a ser contida. A taxa média dos depósitos em Maio atingiu os 3,54%, de acordo com o BdP. O BdP recomendou cuidado na oferta de remunerações que não fragilizem os balanços dos bancos e, em declarações recentes à Lusa, o presidente da Associação Portuguesa de Bancos, António de Sousa, afirmava ainda que a prática de juros elevados nos depósitos poderia "fragilizar" os bancos no futuro. A...

continuar a ler...

Empresas cobram juros à margem da lei

O ponto de saturação dos mercados está cada vez mais próximo e a última “farpa” das agências norte-americanas de rating agravou a situação para os cidadãos portugueses, para os quais ficará ainda mais difícil a obtenção de crédito (para quem os pretende) e implicará eventualmente um novo aumento muito considerável do custo daqueles que já se encontram activos. Embora a autoridade máxima do sector em Portugal, o Banco de Portugal (BdP), tenha em Janeiro passado decidido colocar limites máximos à Taxa Anual Efectiva Global (TAEG) aplicável em cada um dos géneros de empréstimos praticadas pelas instituições financeiras em território luso, começa a surgir a pressão destas empresas para que sejam revistas em alta aquelas barreiras. No entanto, algumas entidades já estão actualmente a desrespeitar a medida do BdP, o que significa a prática de um crime cujas penalizações podem ser fatais não só para a reputação dos perpetradores como para a imagem...

continuar a ler...

Crédito para férias

As férias são sinónimo de tranquilidade, relaxamento e divertimento. É conveniente que poupe ao longo do ano para depois poder gozar essas merecidas férias. No entanto nem sempre isso é possível. Neste caso a opção acaba por recair no crédito para férias, o que nem sempre é uma má escolha! Com o Crédito Férias Flexibom pode viajar para onde quiser sem confusões, nem complicações. Aproveite! Características: • Financiamento até 10.000€ • Prazo até 12 meses • Possibilidade de carência inicial • Sem despesas de dossier • Exemplo representativo: Para um crédito de 5.000€ a 12 meses. Prestação no valor de 456,82€. TAN 15,00%, TAEG 18,8%. Totalizando 5.481,84€. Todos os encargos...

continuar a ler...

Diferença entre TANB e TAE

Embora sejam assaz diferentes, a Taxa Anual Nominal Bruta e Taxa Anual Efectiva (TAE) são frequentemente confundidas e nem sempre há uma clara noção do que ambas implicam, menos ainda daquilo que as distingue na realidade. Contudo, passaremos em seguida a explicar o seu conteúdo e efeitos, que não são de natureza incompreensível, pois umas breves leituras são suficientes para se interiorizarem os devidos aspectos. Começando pelo que de igual têm, salta à vista o facto de TANB e TAE serem as duas de tributação bruta e anual, coincidindo também no sentido em que se referem sempre à remuneração do capital, apesar de tal acontecer através de meios distintos. Poder-se-ia considerar que são mais custos do mesmo, mas essa não é a realidade, porque embora se apliquem em campos semelhantes, contemplam finalidades divergentes. No que às diferenças diz respeito, apenas uma linha é particular, neste caso pela TAE incluir a possibilidade de...

continuar a ler...

Taxa Anual Nominal Bruta (TANB)

Como é do conhecimento geral, cada produto financeiro tem um considerável número de taxas que lhe são aplicadas, a maioria das quais resultantes de conceitos complexos mas compreensíveis, tal como acontece na expressão em destaque no presente artigo, a Taxa Anual Nominal Bruta (TANB), um dos custos imputados em determinados serviços bancários. A parafernália de vocábulos refere-se à remuneração de uma dada aplicação oferecida a terceiros sob a forma de crédito. No fundo é um valor anual que acresce à importância de liquidação paga no decorrer dos 12 meses que antecedem a sua cobrança, podendo a respectiva percentagem estar ou não directamente associada ao período pelo qual foi solicitada a ajuda monetária. Esta agravante de comissão bancária encontra-se categorizada no plano das mais-valias brutas, sendo, portanto, uma quantia salvaguardada pelas instituições credoras, estando garantida através da retenção de impostos feita à partida. Assim, funciona muitas vezes como o trunfo de maior relevo...

continuar a ler...

Cuidado com os empréstimos rápidos

A pressa é inimiga de uma boa escolha de crédito, alertou este sábado a Deco depois de analisar nove produtos de quatro entidades financeiras (IFIC) e concluir que cobram taxas entre os 20 por cento e os 30 por cento para emprestar 2.000 euros. O alerta é publicado na última edição da publicação Dinheiro & Direitos daquela associação de defesa dos consumidores (Deco), depois de ter analisado em Abril as condições oferecidas por 13 sociedades financeiras de aquisição a crédito (SFAC), através da informação disponibilizada nos sites, uma vez que só obteve três respostas: do BPN Crédito, a informar que não comercializava, da Cetelem (BNP Paribas) e da Oney. A associação aconselha ainda a: “Pense duas vezes antes de contratar um empréstimo rápido”, alertando que mesmo as taxas mais baixas, que variam entre os 15 e os 22 por cento para créditos pessoais de cinco mil euros a pagar em 24 meses,...

continuar a ler...