Deveres dos detentores de crédito ao consumidor

Um dos aspectos mais comuns de qualquer acordo é o facto de incluir contrapartidas favoráveis às partes que neles estão envolvidas e que correspondem habitualmente aos pólos dos direitos e deveres. Isto porque naturalmente tem de existir entre os outorgantes do contrato um laço de responsabilidade que assegure o cumprimento dos pressupostos subjacentes à aceitação mútua das condições subscritas para que pacto se concretize sem obstáculos que impeçam a sua pacífica realização. No presente artigo iremos exactamente centrar as atenções naquele segundo aspecto em relação ao tema central deste site, o que significa destacar informações determinantes relativas aos deveres dos detentores de crédito ao consumidor antes e depois de assinado o contrato. Esses dados vêm assim complementar o anterior texto subordinado à outra face desta questão dos encargos contratuais, os direitos que assistem aquele agente. Quer esteja a considerar recorrer a empréstimos desta natureza...

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Crédito Responsável

Pedir um crédito nem sempre significa desgoverno das finanças privadas. Pode ser uma solução responsável, tomada depois de avaliadas todas as hipóteses e impossibilidades de gestão orçamental. Há que ter presentes certos princípios que devem nortear as nossas obrigações diárias enquanto cidadãos responsáveis, como ter plena perceção dos ganhos e dos gastos. Já conhecemos aquela velha e sábia máxima: a balança comercial de um país só apresenta um saldo positivo quando as exportações são superiores às importações. Nas finanças individuais de cada um de nós também funciona assim, a uma escala menor, mas equiparada, em termos de ganhos e de gastos. Assim sendo, há que ter em mente o saldo da conta bancária atualizado para perceber o estado geral das nossas próprias finanças. Há que saber com o que se pode contar. Quanto vou gastar? As despesas nunca devem ultrapassar as receitas, a fim de ter um saldo positivo. Em caso de débito...

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Direitos dos detentores de crédito ao consumidor

Muito se tem falado nos últimos tempos relativamente ao feroz ataque das entidades financeiras aos subscritores dos seus financiamentos mas pouco se disse sobre o mais importante, os direitos que estes consumidores possuem e se encontram consagrados no Decreto-Lei Nº 133/2009 de 2 de Junho. É este documento com força legislativa que regula o regime de crédito aos consumidores e no qual se podem ler as directrizes normativas que se aplicam ao crédito pessoal, crédito automóvel, cartão de crédito e facilidade a descoberto. Assim, de acordo com o nosso compromisso enquanto site informativo subordinado aos temas de financiamento, sublinhamos nos próximos três subtextos os direitos dos detentores de crédito, informações que requerem a leitura complementar de um artigo subsequente, os deveres dos detentores de crédito. Direito à informação – O subscritor tem acesso a todos os dados sobre o crédito escolhido, incluindo as actualizações operadas e condições alteradas. Esse direito mantém-se antes, durante...

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O que deve saber antes de recorrer ao crédito

Contrair financiamento bancário tornou-se uma atitude normal um pouco por todo o mundo e muitos são aqueles que vêm este auxílio monetário como algo corrente de que se deve usufruir. Porém, a verdade é que o crédito é um compromisso sério que deve ser bastante ponderado, pois as implicações de tirar partido deste mecanismo sem que se possuam as condições adequadas podem ser absolutamente devastadoras, o que será fatal num momento em que a economia é desculpa para todos os ataques orçamentais perversos ao nível e qualidade de vida dos portugueses. Nesse sentido, apresentamos-lhe hoje um artigo no qual sublinhamos o que deve saber antes de recorrer ao crédito para que tenha atenção aos aspectos mais importantes que a este dizem respeito. Assim terá em sua posse toda a informação essencial para avaliar correctamente as suas hipóteses de subscrever este préstimo bancário sem que tenha de vir a comprovar da forma...

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Empréstimo particular com problemas bancários

O sistema financeiro já não é o que era e muito tem mudado desde o início da crise económica e da guerra entre o dólar e o euro. É verdade que poucos admitem que tal está a acontecer mas é notória a realidade. No entanto, o que interessa para quem necessita de recorrer às entidades do sector é saber porque razão é tão difícil obter um crédito hoje em dia e que esforços se podem fazer com vista a alcançar um empréstimo particular com problemas bancários que tenham resultado de ocorrências anteriores. A primeira parte da questão é fácil de responder: só as pessoas com um histórico bem positivo e rendimentos estáveis são elegíveis para os novos financiamentos. Quanto à segunda, e mais pertinente interrogação face ao enorme endividamento das famílias, a solução é algo complexa mas totalmente resolúvel, pois embora o empenho tenha de ser absoluto nesse caso irá produzir...

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Dicas sobre empréstimos urgentes

Numa altura em que os bancos recusam mais créditos do que aqueles que concedem as pessoas começam a procurar alternativas para conseguirem financiamento por vias menos convencionais. O problema é que nem sempre essas possibilidades são avaliadas da forma adequada e levam a problemas que se reflectem no futuro de quem envereda por essas opções fora do circuito bancário, nomeadamente os empréstimos urgentes, a grande moda do momento. Embora actualmente exista uma multiplicidade assinalável de mecanismos de acesso a um empréstimo, em período de crise conjugada com aperto orçamental as escolhas que se tomam raramente vão de encontro ao melhor negócio, passado muito pela aceitação de condições que em outras circunstâncias seriam motivo para travar qualquer avanço. Por isso, estar atento a todos os detalhes é fundamental para evitar que se torne vítima dos falsos empréstimos urgentes que os agiotas tentam vender aos menos cuidadosos. Resista à publicidade Hoje em dia os consumidores...

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