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Os 8 elementos importantes de um crédito pessoal
Ago 20, 2008 Informação 1 Comentário
1. O contrato de crédito
O contrato de crédito é vÃnculo que rege a promessa de concessão de crédito a um devedor, sob forma de pagamento, mútuo, utilização de cartões de crédito ou qualquer outro acordo financeiro do tipo.
2. O Devedor
É a pessoa singular que geralmente contrai o crédito e o fica a dever.
3. O Credor
É a pessoa singular ou colectiva que concede o crédito, geralmente em forma de prestações.
4. O Prazo
O prazo é geralmente o limite máximo de devolução do empréstimo, que pode variar conforme a instituição bancária em questão. Normalmente, quanto maior o prazo maior a taxa de juro.
5. Os Juros
São o preço a pagar pelo risco da operação, e também representam a retribuição dos montantes emprestados. O que geralmente acontece com frequência, é as instituições bancárias pedirem a domiciliação do ordenado para a conta naquele banco, diminuindo o risco de incumprimento, e diminuindo igualmente o preço do juro.
6. A TAEG (Taxa Anual Efectiva Global de Encargos)
É a taxa que permite regular todos os custos inerentes a um empréstimo: os juros e outros encargos e impostos associados.
7. O Avalista
Um avalista é alguém que se compromete perante a instituição bancária, em pagar a divida contraida pelo devedor, caso ele entre em incumprimento no pagamento dos montantes em dÃvida. O avalista poderá ser automaticamente lesado, a partir do momento que o devedor falhar uma primeira prestação.
8. As Comissões
São o preço que a instituição bancária cobra, relativamente a despesas administrativas com a formalização, gestão e liquidação do crédito.
Como escolher a melhor opção para crédito pessoal?
Ago 19, 2008 Informação Comente!
Crédito Pessoal mais barato: Comece por ter em mente que conceber um crédito rápido numa loja, através das sociedades financeiras para aquisições a crédito (SFAC), como são exemplo a Cofidis ou a Flexibom, fica-lhe geralmente mais caro do que conceber um crédito com penhor na sua própria instituição bancária. Isto já para não falar da quantidade de informação que geralmente é omitida neste tipo de crédito rápido, nomeadamente as taxas de contratação.
Tome nota de algumas medidas e noções importantes de ter em mente, na altura de escolher a melhor opção para o seu crédito pessoal:
- Analise a TAEG que a empresa de crédito promove. A taxa é obrigatória de apresentar ao cliente, e geralmente reflecte o custo total do empréstimo. Quanto mais baixo for o TAEG, mais baixa será também a sua prestação.
- Analise bem os extras do contracto, tais como as despesas de abertura de processo, seguro de vida, cartão de cliente, entre outras, que geralmente são omitidas ao cliente, e mais tarde cobradas pela instituição credora.
- Não considere receber informação só e após conceber o crédito. Enquanto consumidor você tem o direito a saber todos os valores a que o contrato irá obrigar, portanto, evite deixar-se levar pelo que o comerciante lhe tem para apresentar.
- Poderá optar por um crédito com penhor, colocando uma aplicação financeira sua como garantia bancária. Isso poderá ser uma conta a prazo que não possa mobilizar, um fundo de investimento a longo prazo, entre outras. Procure negociar com a sua instituição bancária, e caso lhes ofereça garantias, poderá contrair um crédito com penhor, que regra geral é mais barato.
- Poderá pagar o seu crédito pessoal com penhor através da negociação da sua conta-ordenado. O seu ordenado fica considerado como uma garantia bancária, e você poderá contrair uma prestação máxima do valor do seu ordenado. Se não conseguir pagar a sua prestação, poderá optar por utilizar o cartão de crédito, ou descontar no próximo ordenado.
- Sempre que tentar adquirir um crédito pessoal, faça-se valer de todos os argumentos e mais-valias que detém enquanto cliente e consumidor de produtos do banco. Indique o número de contas que tem, cartões de crédito, seguros, produtos financeiros, entre outros, e apresente também, se possÃvel, outras propostas mais vantajosas, de outras instituições bancárias. Negociar com o banco não é nenhuma ciência oculta!
- Sempre que adquirir um crédito pessoal, é provável que a instituição bancária o obrigue a contrair também um seguro de vida. Isso irá prevenir a instituição em caso de morte ou invalidez sua. Poderá ainda ser obrigatória a subscrição de um plano de protecção ao crédito, que protege também a instituição bancária em caso de você ficar de baixa médica, desempregado involuntário, etc.
- Amortizar nem sempre é vantajoso. No caso do crédito pessoal, as taxas de penalização sobre o capital a amortizar podem ser fixas ou variáveis. A maioria dos bancos cobra 2%. Calcule bem até que ponto lhe compensa amortizar o capital em dÃvida, e perder o que poupou nos juros.
conseguir um crédito pessoal mais barato pode ser possÃvel se comparar e seguir as dicas anteriores.
Crédito Consolidado – saiba tudo
Ago 18, 2008 Informação Comente!
Tal como o nome indica, o crédito consolidado tem como objectivo consolidar os diferentes tipos de créditos que uma pessoa possa ter, e fundi-los todos num único crédito de longa duração. Geralmente o crédito consolidado tem como objectivo fundir o crédito automóvel, os micro-créditos e os créditos pessoais de baixa duração, juntamente com um crédito à habitação, e produzir assim uma prestação única mais baixa do que o somatório de todas as prestações correntes. As taxas de juro associadas são geralmente maiores, embora estejam diluÃdas no total do montante em dÃvida e também no número de prestações a pagar, pelo que o valor final será sempre mais baixo do que aquele que mantinha com as diferentes prestações fixas.
Realidade do crédito hipotecário
O crédito hipotecário é uma das formas mais exequÃveis de conseguir um crédito consolidado, fundindo não apenas o crédito à habitação, mas também o crédito automóvel, ou um empréstimo pessoal, utilizando a hipoteca do bem imóvel, como garantia bancária.
Neste tipo de crédito consolidado, a taxa de juro, a prestação e o prazo, aproximam-se dos do crédito à habitação. Além das tradicionais despesas com a comissão de abertura, seguros e penalizações por amortização antecipada, acrescem ainda, no crédito hipotecário, as comissões de avaliação, a escritura e os registos. Analise bem os valores antes de tomar uma decisão.
Realidade do crédito não-hipotecário
Existe ainda a possibilidade de recorrer a um crédito não hipotecário, sendo que geralmente esse tipo de crédito é feito ou com penhor (crédito com penhor), ou com livrança (crédito pessoal). No primeiro caso, uma aplicação financeira (depósito a prazo, fundo de investimento, etc) é a garantia bancária que a instituição irá necessitar. No segundo caso, é dada uma garantia pessoal em forma de livrança.
Custos Associados ao Crédito Consolidado
O crédito consolidado alberga alguns custos, nomeadamente seguro de vida, comissão de abertura de processo e penalizações por amortizações antecipadas.



