O lado positivo da taxa variável

A cada pedido de crédito pessoal, surgem algumas das dúvidas, que são essencialmente colocadas quanto à cobrança de taxas aplicadas. É este um dos aspectos que mais faz variar a quantia final imputada ao cliente, pelo que assume especial importância que se tenha em atenção nos momentos prévios à concessão daquela ajuda financeira.

O primeiro passo na avaliação das propostas de crédito consiste em estabelecer linhas de distinção entre as alternativas existente no mercado. Neste caso, a taxa variável é exactamente oposta à fixa, sendo as suas características próprias de cada uma das opções. Assim, vale a pena enunciar essas mesmas diferenças, para que seja tomada a escolha mais indicada.

Um dos primeiros pontos a sublinhar é a incerteza da taxa variável, já que como a própria designação informa, pode oscilar, sendo aqui efectivada consoante as condições da economia num momento determinado. Desta forma, ao longo do tempo em que vigora o serviço, as prestações podem subir ou descer, não havendo garantia nenhuma de que se mantenham estáveis, bem pelo contrário, sobretudo devido à flutuação dos títulos.

Para quem tem a vontade de, se possível, fazer amortizações do valor em dívida, é crucial saber que a taxa variável tem uma menor penalização. Assim, sempre que for realizada uma antecipação adicional dos pagamentos, os clientes com a presente tributação nunca podem ter sanções superiores a 0.5 por cento, enquanto os detentores de taxa fixa podem pagar até dois pontos percentuais.

Numa perspectiva de controlo do orçamento, uma taxa fixa é sem dúvida mais vantajosa, pois sabe-se à partida quanto terá de se colocar de lado para liquidar a quantia em falta, o que não acontece com a taxa variável. Quando a quantia mensal disponível é reduzida, estar seguro de quanto pagar a cada 30 dias é muito útil, mas o facto de o valor não oscilar acarreta uma desvantagem: os créditos pessoais a taxa fixa implicam a imputação de uma quantia final ao cliente mais elevada, ou seja, no final, o total liquidado ao credor é maior.

Ao considerar os dados supra-citados, cabe a cada potencial cliente enveredar pela alternativa mais adequada às suas possibilidades económicas. É certo que actualmente o mercado financeiro é bastante instável, mas isso não significa que tenham de se correr riscos demasiado elevados, que podem acabar por não beneficiar em nada. Assim, a decisão final depende em muito daquilo em que a própria pessoa acredita, no que à evolução ou não do mercado diz respeito.

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