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	<title>O Credito Pessoal</title>
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	<description>tudo sobre o crédito num só local</description>
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<title>O Credito Pessoal</title>
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		<title>Campanha Cofidis com Seguro grátis</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Apr 2012 22:53:21 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A Cofidis tem em curso uma campanha em que disponibiliza uma linha de crédito onde é oferecido um seguro de Proteção Desemprego. A linha de crédito disponibiliza entre 500 a 4500€, que podem servir para várias aplicações, desde o simples reforço do orçamento, até para a aquisição de um bem. Com este produto, o cliente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Cofidis tem em curso uma campanha em que disponibiliza uma linha de crédito onde é oferecido um seguro de Proteção Desemprego. A linha de crédito disponibiliza entre 500 a 4500€, que podem servir para várias aplicações, desde o simples reforço do orçamento, até para a aquisição de um bem. Com este produto, o cliente escolhe a mensalidade que melhor se adapta às suas possibilidades de pagamento. </p>
<p>Este produto financeiro possibilita ter uma mensalidade fixa até ao final do contrato e à medida que for pagando as suas mensalidades poderá reutilizar o capital já amortizado, sem aumentar a sua mensalidade e sem ter de iniciar um novo processo. Este crédito tem ainda a possibilidade de ter um seguro facultativo de protecção de crédito com cobertura de vida, doença e desemprego, o que lhe garante mais tranquilidade para concretizar os seus projectos.</p>
<p>Para se ter acesso à oferta referida em cima, terá que celebrar o contrato do crédito e em simultâneo aderir ao seguro facultativo de protecção ao crédito das Seguradoras ACM, até 15 de junho, beneficia automaticamente do Seguro Protecção Desemprego AXA France IARD, inteiramente grátis durante 1 ano. Este seguro garante o pagamento mensal de 150€ durante 11 meses (limite máximo) em caso de Desemprego ou Incapacidade Temporária para o Trabalho. Se for trabalhador por conta própria, e não beneficiar da cobertura desemprego, fica assegurado com as coberturas Hospitalização ou Incapacidade Temporária para o Trabalho.</p>
<p>Este produto tem uma TAEG máxima de 28,9% para uma TAN máxima de 23,87%. Não dispensa a consulta da informação pré-contratual e contratual legalmente exigida. Esta linha de crédito não tem custos de abertura nem de amortização antecipada. </p>
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<a href="http://action.metaffiliation.com/suivi.php?mclic=S46A8B4D6FD1C1" target="_blank"><img src="http://action.metaffiliation.com/suivi.php?maff=S46A8B4D6FD1C1" border="0" title="Campanha Cofidis com Seguro grátis" alt=" Campanha Cofidis com Seguro grátis" /></a><br />
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		<title>Cofidis: um crédito pessoal à sua medida</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Mar 2012 22:45:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Cofidis foi uma das primeiras empresas de crédito pessoal a entrar no mercado Português. Desde 1996, a Cofidis acompanha mais de 300 mil clientes numa relação sustentável e personalizada, conquistando uma posição de referência na venda e gestão de crédito a particulares. A Cofidis assenta o seu negócio exclusivamente nos canais internet e telefone. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Cofidis foi uma das primeiras empresas de crédito pessoal a entrar no mercado Português. Desde 1996, a Cofidis acompanha mais de 300 mil clientes numa relação sustentável e personalizada, conquistando uma posição de referência na venda e gestão de crédito a particulares. A Cofidis assenta o seu negócio exclusivamente nos canais internet e telefone. </p>
<p>O Crédito Pessoal Cofidis é uma solução de crédito que disponibiliza entre 5.000€ a 20.000€ que lhe permite realizar os seus projectos com toda a tranquilidade e segurança. Como características deste produto, referência para a TAEG desde 14,1%, para uma TAN 11,90%, TAN consoante o montante escolhido.</p>
<p>A Cofidis disponibiliza uma oferta diversificada de prazos, com mensalidades que se adaptam ao seu orçamento e com taxas fixas desde o início ao fim do contrato, fica sempre a saber com o que pode contar e em quanto tempo irá pagar o seu crédito. Sem surpresas e mais certezas. Opcionalmente poderá aderir a um seguro de protecção ao crédito com cobertura de vida, doença e desemprego.</p>
<p><!-- BEGIN CODE NetAffiliation : http://www.netaffiliation.com/ - Cofidis PT --><a href="http://action.metaffiliation.com/suivi.php?mclic=S46A8B4D6FD111" target="_blank">Uma oferta diversificada de créditos com prazos e mensalidades que se adaptam ao seu orçamento.</a><!-- END CODE NetAffiliation --></p>
<p>Este produto financeiro tem várias vantagens, nomeadamente a rapidez de aprovação. Como é anunciado pela própria publicidade, 48 horas após analisado e confirmado o empréstimo, a quantia poderá ser utilizada, e o dinheiro é transferido para a sua conta. Para além disso não tem custos de abertura e o prazo e mensalidades são fixas.</p>
<p><!-- BEGIN CODE NetAffiliation : http://www.netaffiliation.com/ - Cofidis PT --><br />
<script type="text/javascript" src="http://action.metaffiliation.com/suivi.php?taff=S46A8B4D6FD175"></script><br />
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		<title>Crise no crédito a particulares continua</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Mar 2012 22:26:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[crédito particulares]]></category>
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		<description><![CDATA[A crise no crédito continua e não há sinais de que o mercado possa mudar. O Banco de Portugal apresentou hoje os dados do crédito, que mostram claramente que os empréstimos dos bancos a clientes particulares e empresas caíram em Janeiro face a Dezembro. De acordo com o Boletim Estatístico do BdP, os empréstimos concedidos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A crise no crédito continua e não há sinais de que o mercado possa mudar. O Banco de Portugal apresentou hoje os dados do crédito, que mostram claramente que os empréstimos dos bancos a clientes particulares e empresas caíram em Janeiro face a Dezembro. De acordo com o Boletim Estatístico do BdP, os empréstimos concedidos pela banca portuguesa às famílias representavam 138,979 mil milhões de euros em Janeiro. </p>
<p>No crédito a clientes particulares, em Janeiro, a maior fatia foi para o crédito à habitação, que representou 112,694 mil milhões de euros, seguido do crédito ao consumo, com 14,725 mil milhões de euros. O crédito para outros fins representou 11,560 mil milhões de euros.</p>
<p>Assim, comparando, em Janeiro, os empréstimos a clientes particulares caíram 0,48% face a Dezembro, e 2,09% face ao mês homólogo de 2011.</p>
<p>O peso dos créditos malparados, que totalizou em Janeiro 4.782 milhões de euros, é mais significativo no crédito ao consumo e para outros fins (onde atinge taxas próximas dos 10%). No crédito à habitação, a cobrança duvidosa atinge 1,90%, ou 2.146 milhões de euros.</p>
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		<title>Plano de Acção para o Risco de Incumprimento</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Mar 2012 23:03:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[bancos]]></category>
		<category><![CDATA[incumprimento]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje foram apresentadas pelo Governo, um conjunto de medidas legislativas, a implementar até ao Verão, para apoiar o consumidor e para reduzir os atuais níveis de endividamento das famílias. Estas medidas consubstanciam-se na criação de um novo regime jurídico que regulará, de forma integrada, a gestão do risco e da ocorrência de incumprimento de contratos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje foram apresentadas pelo Governo, um conjunto de medidas legislativas, a implementar até ao Verão, para apoiar o consumidor e para reduzir os atuais níveis de endividamento das famílias.</p>
<p>Estas medidas consubstanciam-se na criação de um novo regime jurídico que regulará, de forma integrada, a gestão do risco e da ocorrência de incumprimento de contratos de crédito celebrados com os consumidores, de modo a prevenir a sua materialidade e, quando tal não seja possível, a estimular e a viabilizar a recuperação extrajudicial dos créditos.</p>
<p>Em declarações à agência Lusa, Almeida Henriques, o secretário de Estado Adjunto e Desenvolvimento Regional, disse que estas medidas &#8220;levam a uma maior responsabilização dos bancos, mas também os protegem&#8221;. &#8220;Os bancos passarão a estar obrigados a avisar o consumidor sempre que este entre numa situação de sobreendividamento e, ao mesmo tempo, a apresentarem um plano de recuperação em consonância com esse mesmo consumidor&#8221;, sustentou.</p>
<p>As propostas estão a ser elaboradas por uma comissão que integra os ministérios da Economia e da Justiça e o Banco de Portugal. &#8220;O objectivo é apresentar uma proposta de decreto-lei que visa fazer essas alterações onde pensamos que todos ganharão&#8221;, sublinhou o secretário de Estado.</p>
<p>Perante uma situação de risco de sobreendividamento e incumprimento do consumidor, todas as instituições de crédito passarão obrigatoriamente a contactar e a acompanhar o cliente, com fins preventivos.</p>
<p>Uma das medidas passa pela elaboração do Plano de Acção para o Risco de Incumprimento, o que significa alertar o consumidor para a sua situação de risco e apresentar propostas adequadas à sua situação financeira, características pessoais e necessidades. </p>
<p>Outra medida pretende &#8220;flexibilizar&#8221; as negociações entre as instituições de crédito e os consumidores que se encontrem já em situação de incumprimento contratual de reembolso de créditos. O início deste procedimento dá-se com o registo do incumprimento, a que todas as instituições de crédito passarão a estar obrigadas, no 31.º dia após a sua ocorrência, ou assim que o cliente o solicite.<br />
De acordo com o governante, dá-se então início a um período negocial de 90 dias, prorrogável, para a fixação de soluções de reembolso para as prestações em dívida. Durante este prazo, as instituições de crédito não poderão resolver os contractos de crédito, nem instaurar qualquer ação judicial. Durante este processo de negociação, o consumidor, sempre que o deseje, será aconselhado e acompanhado pelas entidades qualificadas e credenciadas públicas ou privadas que participam numa rede nacional de apoio aos consumidores endividados. Como último recurso, nas situações em que não seja possível chegar a acordo com o banco, o consumidor poderá solicitar um procedimento adicional de mediação conduzido pelo Mediador de Crédito.</p>
<p>Está ainda prevista a criação de uma rede nacional de informação e apoio ao consumidor endividado. Nesta rede, participarão os municípios, através dos Centros de Informação Autárquicos ao Consumidor, bem como todas as associações de defesa dos consumidores e centros de arbitragem de conflitos de consumo.</p>
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		<title>Cetelem ensina conceitos financeiros a jovens</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Mar 2012 23:56:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Cetelem]]></category>
		<category><![CDATA[literacia financeira]]></category>

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		<description><![CDATA[São cerca de 30 as escolas do ensino secundário da Grande Lisboa e Grande Porto que aceitaram o desafio do Cetelem. Nestas escolas decorrerão sessões de literacia financeira: no total, perto de três mil alunos irão receber formação sobre conceitos como rendimento, consumo, crédito e poupança. Estas acções decorrerão até maio de 2012. Esta iniciativa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>São cerca de 30 as escolas do ensino secundário da Grande Lisboa e Grande Porto que aceitaram o desafio do Cetelem. Nestas escolas decorrerão sessões de literacia financeira: no total, perto de três mil alunos irão receber formação sobre conceitos como rendimento, consumo, crédito e poupança. Estas acções decorrerão até maio de 2012.</p>
<p>Esta iniciativa é promovida de forma gratuita pela equipa do Provedor do Cliente Cetelem.<br />
Uma iniciativa que, pelo segundo ano consecutivo, &#8220;pretende dotar os jovens alunos de conhecimentos que lhes possam ser úteis na gestão do dinheiro e na tomada de decisões no consumo&#8221;. A exemplo da última edição, a adesão das escolas a estas sessões superou as expectativas da empresa que, consciente de que &#8220;a educação financeira é um tema cujos conteúdos não são alvo de inclusão nos planos curriculares atuais&#8221;, considera que a literacia financeira dos jovens &#8220;é uma preocupação que deve ser partilhada por todos&#8221;.</p>
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		<title>Desvantagens dos empréstimos rápidos</title>
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		<pubDate>Sat, 11 Feb 2012 17:33:22 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[emprestimos]]></category>

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		<description><![CDATA[Os dias em que o crédito podia ser facilmente conseguido acabaram e não existem indicadores que apontem em sentido contrário, pelo menos para um futuro próximo. Houve o uso e abuso deste mecanismo ao longo dos últimos anos, postura essa que culminou no espectável recuo da concessão desenfreada. No entanto, as pessoas continuam a necessitar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os dias em que o crédito podia ser facilmente conseguido acabaram e não existem indicadores que apontem em sentido contrário, pelo menos para um futuro próximo. Houve o uso e abuso deste mecanismo ao longo dos últimos anos, postura essa que culminou no espectável recuo da concessão desenfreada. No entanto, as pessoas continuam a necessitar de certos bens que não têm oportunidade de pagar no acto da compra, mantendo-se assim a procura por aquele género de produtos financeiros e outros semelhantes.</p>
<p>Face à presente e dura realidade de escassa aceitação de novos créditos os clientes vêem-se obrigados a enveredar por alternativas, nomeadamente os populares “financiamentos na hora”, um dos serviços desta natureza que mais tem crescido desde o início da chamada crise das dívidas soberanas. Contudo, a sua (aparente) simplicidade “oculta” determinados aspectos que merecem um olhar atento e muitíssimo pormenorizado, razão pela qual os reunimos em três tópicos que representam, em traços largos, as maiores desvantagens dos <a href="http://www.ocreditopessoal.com/usufrua-das-vantagens-dos-emprestimos-rapidos/" title="Usufrua das vantagens dos empréstimos rápidos">empréstimos rápidos</a> perante as demais opções de mercado.</p>
<p>1. As taxas de juro cobradas nos empréstimos rápidos estão bastante acima das imputadas nos financiamentos tradicionais e nem sempre compensa tão-pouco o montante solicitado, pois é comum chegar-se a valores absolutamente anormais, logo, incomportáveis para grande parte das pessoas. Existem mesmo diversos casos em que esta hipótese nem deve ser considerada porque não tem benefícios praticamente nenhuns. O segredo está em colocar os prós e contras lado a lado para verificar se o que é oferecido justifica os sacrifícios implícitos;</p>
<p>2. Regra geral é dada a possibilidade de se desfrutar de vários financiamentos deste género em simultâneo, o que naturalmente se transforma num enorme desafio para quem tem dificuldade em manter as suas despesas controlo, dado que não será nada complicado ir além dos limites orçamentais sem que se tenha noção das consequências dessa imprudência, tal é a facilidade concedida. Por isso, nem todos os consumidores estão suficientemente bem preparados para assumirem as responsabilidades inerentes a este tipo de créditos;</p>
<p>3. Também a utilização inadequada ou inconsciente do montante obtido é um ponto negativo que contraria de forma considerável as vantagens dos empréstimos rápidos, uma vez que a simplicidade e brevidade com que são autorizados pode levar a que sejam vistos como algo complementar ao orçamento mensal e, nesse sentido, aplicados em gastos quotidianos, atitude que é totalmente desaconselhada, pois o nível de vida deve estar adaptado ao rendimento que se possui e nunca, em situação alguma, se pode encarar o crédito como uma fonte de receita adicional. Ele é o último recurso, uma ferramenta de emergência.</p>
<p><strong>Na comparação é que está o ganho</strong><br />
A única maneira de saber exactamente os prós e contras de subscrever um empréstimo rápido é avaliar cuidadosamente a proposta em questão para que se retirem conclusões efectivas sobre os benefícios e inconvenientes de assinar o contrato. É do exame minucioso destes pólos inversos que sairão os dados fundamentais para se tomar a decisão acertada.</p>
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		<title>Usufrua das vantagens dos empréstimos rápidos</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Feb 2012 00:00:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Informação]]></category>
		<category><![CDATA[emprestimos]]></category>

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		<description><![CDATA[Em altura de crise muitas pessoas desesperam por uma solução que ajude a resolver os problemas financeiros mais urgentes sem que sejam colocados grandes obstáculos. Foi desta necessidade que emergiu um novo serviço de créditos, os empréstimos rápidos, a última modalidade de concessão monetária e uma das raríssimas excepções que “foge” ao estancamento a que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em altura de crise muitas pessoas desesperam por uma solução que ajude a resolver os problemas financeiros mais urgentes sem que sejam colocados grandes obstáculos. Foi desta necessidade que emergiu um novo serviço de créditos, os empréstimos rápidos, a última modalidade de concessão monetária e uma das raríssimas excepções que “foge” ao estancamento a que se assiste actualmente no ramo bancário.</p>
<p>No entanto, o facto de este produto financeiro ainda ser bastante recente leva a que nem sempre exista um conhecimento verdadeiro do que implica e quais as diferenças face a outras alternativas existentes no mercado. Assim, no presente artigo serão apresentadas as principais vantagens dos empréstimos rápidos, uma leitura que deve ser completada de seguida com um olhar atento sobre o lado oposto da questão, as desvantagens que este género financiamentos acarreta.</p>
<p>1. Uma das mais-valias fundamentais dos empréstimos rápidos é a reduzida burocracia a que estão sujeitos, pois ao invés do que acontece nos créditos convencionais tem ao seu alcance várias ferramentas que simplificam a concessão do montante solicitado, o que acaba por tornar todo o processo numa tarefa em que a expressão “tempo é dinheiro” é respeitada, já que a espera entre o pedido e a entrega é quase nula;</p>
<p>2. Outro dos aspectos que contrapõe as desvantagens dos empréstimos rápidos é forma imediata com que a importância requerida é transferida. Entre a assinatura do contrato e o envio da quantia em causa decorrem apenas algumas horas, geralmente entre 24 e 72. Na prática isso representa uma ínfima parte do que teria de aguardar se recorresse a um financiamento tradicional, algo que em situações de urgência é um trunfo decisivo;</p>
<p>3. Contrariamente ao que é sucede num crédito convencional, as entidades concessoras de empréstimos rápidos não lhe vão pedir quaisquer justificações sobre o destino que irá dar ao dinheiro e muito menos lhe vão exigir planos de gastos detalhados, facturas ou outros documentos contáveis de despesas. Após lhe ser facultado o montante solicitado cabe-lhe a si a responsabilidade de o gerir da melhor forma, sob pena de ter contraído uma dívida que piorou a sua condição quando deveria ter provocado o efeito oposto;</p>
<p><strong>Pense (muito) antes de agir</strong><br />
Independentemente das vantagens dos empréstimos rápidos o que importa é analisar em que medida essas mais-valias equilibram as desvantagens que estes financiamentos têm. É da avaliação dos prós e contras que saem as verdadeiras conclusões para qualquer boa decisão e no que concerne a deliberações que afectem o nosso orçamento a necessidade de realizar essa apreciação é ainda mais crucial. Nesse sentido, pondere bem o que irá fazer e não deixe nada ao acaso. A sorte e o azar só funcionam na ficção.</p>
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		<title>Emprestimos bancários</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 00:45:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Informação]]></category>
		<category><![CDATA[crédito automóvel]]></category>
		<category><![CDATA[crédito consumo]]></category>
		<category><![CDATA[crédito habitação]]></category>
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		<description><![CDATA[Os chamados créditos ou empréstimos bancários são hoje concedidos diretamente pelas instituições bancárias, na Internet ou através das muitas companhias financeiras que se proliferaram nos últimos tempos. As condições e as taxas de juro variam consoante o montante pedido, o tipo de crédito, a sua finalidade e o prazo de pagamento. Antes de recorrer a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os chamados créditos ou empréstimos bancários são hoje concedidos diretamente pelas instituições bancárias, na Internet ou através das muitas companhias financeiras que se proliferaram nos últimos tempos.</p>
<p>As condições e as taxas de juro variam consoante o montante pedido, o tipo de crédito, a sua finalidade e o prazo de pagamento.</p>
<p>Antes de recorrer a um empréstimo, é aconselhável que “faça contas à vida”. Calcule bem qual o valor que precisa para o fim desejado e quanto vai pesar a prestação no seu orçamento mensal. Definido o valor pretendido, consulte as propostas de várias entidades bancárias. Vá ao seu banco habitual, mas também a outros, incluindo internacionais. Se o montante não for muito elevado, aproveite igualmente para consultar os simuladores online de vários bancos e algumas das entidades financeiras que se tornaram tão populares. Não se esqueça, porém, de confirmar junto do Banco de Portugal a fiabilidade da agência e do crédito escolhido, antes de fazer o pedido.</p>
<p>Para efetuar o pedido precisará de uma série de documentos pessoais e comprovativos da sua situação financeira. No final terá de aguardar a aprovação do crédito, o que pode levar desde apenas alguns minutos ou horas até várias semanas.</p>
<p><strong>A que tipo de créditos posso recorrer?</strong></p>
<p>Como mencionado, existem, hoje em dia, diversas possibilidades de financiamento para fins muito distintos. É possível diferenciar os empréstimos consoante sejam de longo, médio ou curto prazo (para pagamento), de acordo com a finalidade a que se destinam e conformem têm taxas fixas ou variáveis.</p>
<p>Entre as opções mais populares contam-se:</p>
<p><strong>Crédito Habitação</strong></p>
<p>Trata-se de um financiamento concedido a quem pretende adquirir casa própria. É um contrato de longa duração, sendo que, muitas vezes, o orçamento familiar fica comprometido por duas ou três décadas. A prestação mensal pode ter oscilações significativas pois este tipo de crédito está frequentemente ligado à taxa Euribor. Sugere-se a consulta de várias instituições bancárias portuguesas e internacionais, antes de decidir qual o empréstimo que vai solicitar.</p>
<p><strong>Crédito Automóvel</strong></p>
<p>Nos dias correntes, quase todos ambicionam ter uma viatura própria, no entanto, nem todas as pessoas possuem capacidade financeira para pagar a pronto um investimento tão elevado. Neste sentido, surge a ligação frequente entre os stands de automóveis e entidades financeiras que concedem empréstimos a particulares para a aquisição do veículo. Trata-se de um crédito de média duração (normalmente por cinco ou seis anos) e de prestação fixa ou pouco variável. Regra geral, é solicitada como garantia a alienação fiduciária da viatura.</p>
<p><strong>Empréstimo Pessoal</strong></p>
<p>Os seus fins são os mais variados. O crédito pessoal pode destinar-se a remodelações na habitação, a projectos profissionais, liquidação de outras contas, aquisição de bens, entre outros. O montante e prazo de liquidação são, normalmente, escolhidos pelo próprio. Tendencialmente, são empréstimos de curta duração com baixas taxas de juro. Podem ser pedidos através do banco ou de uma entidade financeira. A sua aprovação é rápida, podendo ser feita em apenas alguns minutos.</p>
<p><strong>Crédito ao Consumo</strong></p>
<p>Muitas vezes associado ao empréstimo pessoal, as suas condições não são muito diferentes. Resulta da cultura de consumo da nossa sociedade. Atualmente qualquer indivíduo pode adquirir um computador pessoal, uma máquina fotográfica, um frigorifico ou outros sem dispor de condições financeiras no momento da aquisição. Para isso existem as entidades financeiras que se associam às lojas para disponibilizar esta opção ao cliente. O pedido é feito, muitas vezes, na própria loja ou por telefone e a aprovação é dada em poucos minutos. É, quase sempre, um empréstimo de curta duração e as suas taxas de juro são bastante reduzidas ou mesmo nulas, à excepção de contratos específicos que vão acumulando valores e juros cada vez maiores com o passar do tempo.</p>
<p><strong>Crédito Universitário</strong></p>
<p>No panorama financeira atual, são muitos os estudantes que não têm como pagar os seus estudos e não podem contar com ajuda dos familiares. Para essas situações foi criado um financiamento especial que resulta de um acordo entre o Estado e algumas instituições bancárias. Este crédito tem a duração do curso escolhido e o montante é disponibilizado em parcelas mensais ou anuais. Antes da liquidação, tem um período de carência com vista à organização da vida profissional do tomador, de modo a que reúna condições financeiras para pagar o mesmo.</p>
<p><strong>Cartões de Crédito e Crédito Online</strong></p>
<p>Já se tornou prática comum deter um ou dois cartões que servem para pagamento de compras, mesmo quando já gastámos todo o ordenado ou ainda não o recebemos. São os cartões de crédito que permitem gastar um determinado plafond (normalmente de acordo com o rendimento do titular) e pagá-lo por completo numa data acordada ou em parcelas. Do mesmo modo, também o crédito online se tornou uma opção popular. Pode ser requerido por qualquer pessoa com mais de 18 anos. O pedido é feito diretamente na Internet, sem sair de casa e sem burocracia. A aprovação é rápida, os prazos de pagamento são curtos e o montante deste tipo de empréstimo não pode exceder os 15 mil euros.</p>
<p><strong>Empréstimos para Criação de Empresas</strong></p>
<p>Além de todas as outras possibilidades, existem ainda os empréstimos que têm como objetivo financiar a criação de empresas. Dentro desta opção, pode decidir-se por microcréditos, leasing, capital de risco ou incentivos públicos e comunitários. Tudo dependerá essencialmente do tipo de empresa que pretende ter e do valor que necessita.</p>
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		<title>Alerta de Burla: Empresa Cobrança Segura</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Feb 2012 01:54:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Informação]]></category>
		<category><![CDATA[burla]]></category>
		<category><![CDATA[crédito pessoal]]></category>

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		<description><![CDATA[O clima de sufoco económico vivido em Portugal tem propiciado no país a “explosão” de uma gigantesca vaga de fraudes ligadas à oferta de crédito a particulares. Numa altura em que conseguir este género de empréstimos recorrendo à via (mais) tradicional das instituições bancárias se tornou numa missão herculeana muitos portugueses não encontram outra alternativa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O clima de sufoco económico vivido em Portugal tem propiciado no país a “explosão” de uma gigantesca vaga de fraudes ligadas à oferta de crédito a particulares. Numa altura em que conseguir este género de empréstimos recorrendo à via (mais) tradicional das instituições bancárias se tornou numa missão herculeana muitos portugueses não encontram outra alternativa e encaram as propostas que lhes cedem aval positivo como uma salvação, acabando na maioria dos casos por caírem no “conto do vigário”.</p>
<p>Entre as mais recentes burlas desta natureza em território nacional está o esquema da Cobrança Segura, uma empresa cuja actividade ainda não foi oficialmente encerrada, apesar de as autoridades lusitanas já terem iniciado um processo de averiguações que terá inclusivamente levado à apreensão de parte do material existente na sede daquela entidade localizada na Lourinhã.</p>
<p><strong>Esquema bem montado e (aparentemente) legítimo</strong><br />
De acordo com os dados públicos disponíveis acerca da Cobrança Segura sabe-se que era detida por um único sócio e gerente ao abrigo do estatuto de Unipessoal, cuja data de registo junto das entidades a quem de direito é Dezembro de 2010. Contudo, na base de dados do Banco de Portugal (BdP) não existe qualquer referência à dita empresa ou ao seu alegado proprietário, tal como o regulador do sector já declarou a vários clientes que solicitaram junto dele essa informação relativa à Cobrança Segura.</p>
<p>O número de queixas apresentadas desde o primeiro trimestre do ano passado por burla qualificada e fraude contra a Cobrança Segura ainda não mereceu um esclarecimento por parte de qualquer responsável da mesma, embora vários clientes tenham recebido a notícia de que uma investigação estaria a decorrer com vista a apurar os factos, tendo o detentor do registo da empresa aparentemente sido ouvido pela GNR local, algo que não foi confirmado até ao momento.</p>
<p>Ao que é possível ler nos contratos que eram enviados pela Cobrança Segura, os seus supostos empréstimos beneficiariam de juros e custos mais baixos por serem realizados com o recurso a um conjunto de investidores internacionais. Porém, a única referência que se pode encontrar nos documentos contratuais é ao Banco Bradesco, instituição que diz não ter qualquer tipo de ligação com a empresa da Lourinhã, desconhecendo o porquê de sequer ter sido associada a tal entidade, uma vez que não tem parceiro algum com a designação de Cobrança Segura ou com qualquer outra sob a alçada daquele que é dado como proprietário da mesma.</p>
<p><strong>Legalidade perfeita: as aparências iludem</strong><br />
À primeira análise a Cobrança Segura parece ser uma empresa bastante credível: possui um site chamativo, contactos devidamente indicados, registo junto das Finanças, CAE (Classificação Portuguesa de Actividades Económicas) e escritório aberto ao público. No entanto, um olhar mais atento poderá lançar algumas dúvidas, nomeadamente sobre a página online (estrutura e logótipo extremamente básicos, erros de navegação, “testemunhos” demasiado antigos e um pouco forçados) mas sobretudo a total ausência de inscrição oficial na lista de entidades financeiras do BdP, o que naturalmente levanta desde logo suspeitas, uma vez que é a este que cabe a regulação do mercado em que se inserem as empresas do ramo da Cobrança Segura.</p>
<p><strong>Foi burlado? Saiba o que fazer</strong><br />
Embora seja praticamente impossível ter conhecimento do número de vítimas da fraude que era operada pela Cobrança Segura, a melhor atitude que pode tomar é reportar o crime às autoridades locais o quanto antes e divulgar esta burla para que mais ninguém seja enganado, principalmente porque apesar de tudo o que tem vindo a público o site da empresa não foi desactivado e a sede da mesma na Lourinhã continuava aberta com as duas funcionárias em serviço até finais de Novembro do ano passado, tendo sido desde então encerrada, quase em simultâneo com a desconexão do número de telefone e o fim de resposta aos e-mails enviados para o endereço facultado na página online.</p>
<p>A decisão mais sensata caso já tenha sido burlada pela Cobrança Segura é deslocar-se a um advogado ou ao tribunal da sua comarca para que o informem dos procedimentos exactos a seguir para iniciar uma acção judicial contra as pessoas por detrás deste esquema que terá afectado centenas de portugueses e vários cidadãos brasileiros que reportaram terem sido alvo de fraude pela mesma empresa.</p>
<p>Se quiser saber mais acerca deste assunto e aprofundar os seus conhecimentos para que tenha em mente as informações necessárias para enfrentar este tipo de dificuldades e se muna das ferramentas essenciais para ultrapassar esta ocasião leia de que forma outras vítimas estão a procurar resolver esta questão. Não hesite em deixar o seu depoimento e dê uma olhadela pelo tópico dedicado ao crédito pessoal de <a href="http://www.oendividado.com/">oendividado</a> no subtema das <a href="http://www.oendividado.com/agencias-de-credito/">agências de crédito</a>. Partilhe a sua opinião, comente o que lhe aconteceu, interaja com os demais leitores e ajude a divulgar o que se passou para que outros não sejam apanhados por estes esquemas.</p>
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		<title>Crédito universitário</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Jan 2012 00:59:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Produtos Financeiros]]></category>
		<category><![CDATA[Estudantes]]></category>
		<category><![CDATA[universitário]]></category>

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		<description><![CDATA[Quem pretende continuar os seus estudos e tirar um curso superior, muitas vezes esbarra em dificuldades financeiras. Contudo existe a possibilidade de os estudantes recorrerem ao crédito para financiar os seus estudos. Sem demoras, sem necessidade de garantias e quase sem burocracia. A solução chama-se “crédito universitário” e está ao alcance de muitos. Saiba como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quem pretende continuar os seus estudos e tirar um curso superior, muitas vezes esbarra em dificuldades financeiras. Contudo existe a possibilidade de os estudantes recorrerem ao crédito para financiar os seus estudos. Sem demoras, sem necessidade de garantias e quase sem burocracia. A solução chama-se “<strong>crédito universitário</strong>” e está ao alcance de muitos. Saiba como funciona e o que fazer.</p>
<p><strong>O que é o financiamento universitário?</strong></p>
<p>O crédito universitário tem, como o nome indica, a finalidade de financiar, na totalidade ou em parte, os estudos dos mais jovens.</p>
<p>Dirige-se a estudantes que pretendam completar o Ensino Superior (Licenciatura, Pós-Graduação, Mestrado e Doutoramento), efectuar uma especialização tecnológica ou participar no programa Erasmus.</p>
<p>Trata-se, na realidade, de uma tipologia de crédito pessoal com garantia mútua que não solicita apresentação de rendimentos, garantias patrimoniais nem fiadores. O montante pedido é disponibilizado em tranches mensais, como se uma mesada se tratasse.</p>
<p>A iniciativa foi aprovada em Setembro de 2007, em acordo com o próprio Estado. Desde então, o número de financiamentos tem crescido exponencialmente. A título de exemplo, no primeiro ano foram concedidos 3693 empréstimos, mas, em 2009, o número já havia aumentado para os 11 108.</p>
<p><strong>Que vantagens tem para mim?</strong></p>
<p>Depois de solicitado, este crédito é, normalmente, aprovado de forma bastante rápida.</p>
<p>Além da rapidez, dispõe de condições muito atrativas. Tem taxas de juro relativamente reduzidas, aplicadas de acordo com a Taxa Swap que, num incentivo aos bons alunos, poderá ainda ser reduzida em função da média do curso. Tendo em conta o mesmo conceito de incentivo, o spread máximo deste crédito é de 1%, sendo reduzido até 0,20% para alunos com média superior a 16 valores.</p>
<p>Diferentemente do que acontece quando se recorre a outro tipo de créditos pessoais, no caso do empréstimo universitário não há lugar ao pagamento de comissão de dossier e de comissão de liquidação antecipada, o que significa, portanto, que poderá amortizar a totalidade do crédito em qualquer altura.</p>
<p>Além disso, também não lhe é exigido seguro de vida ou seguro de protecção de pagamentos.</p>
<p>Os prazos concedidos são regulados de acordo com a duração do curso, podendo variar entre apenas três meses (para programas Erasmus) e cinco anos (para licenciaturas com mestrado integrado). Do mesmo modo, também o montante varia consoante a finalidade a que o empréstimo se destina.</p>
<p>Outra grande vantagem é o facto de poder acordar um período de carência até, no máximo, dois anos após a conclusão do curso. Só então, deverá começar a liquidar o valor pedido.</p>
<p>É preciso, no entanto, realçar o facto de que um estudante que tenha contratado um crédito deste tipo só poderá reprovar justificadamente um ano. À segunda vez que isso aconteça, verá o empréstimo suspenso.<br />
A quem posso recorrer?</p>
<p>Antes de mais, deverá consultar a lista de instituições bancárias que aderiram à iniciativa. Tem diversas possibilidades de escolha e cada uma delas apresenta um programa distinto. O ideal é dirigir-se diretamennte ao balcão dos respectivos bancos, pois nem todos os que fazem parte da acção, estão atualmente a fornecer financiamento. Depois terá de consultar as condições de cada proposta e fazer a sua escolha. Não se esqueça de comparar com a devida atenção prazos, prestações e taxas e juros.</p>
<p>Para aceder ao crédito, deverá posteriormente entregar alguns documentos essenciais, como identificação pessoal e fiscal e comprovativo de admissão ou matricula no estabelecimento de ensino.</p>
<p>Feita uma simulação de crédito para um aluno com média de 15 valores, ficam alguns exemplos dos bancos e programas a que pode aceder:</p>
<p>    Banco: Santander Totta – Programa: Crédito Universitário Plus</p>
<p>Deverá receber prestações mensais de 416,67€ e ter uma TAEG de 3,70%. O prazo é de 96 meses e o valor que ficará a pagar é 335,07€ por mês.</p>
<p>    Banco: BPI – Programa: Crédito Formação BPI com Garantia Mútua</p>
<p>Deverá receber prestações mensais de 416,67€ e ter uma TAEG de 4,74%. O prazo é também de 96 meses e o valor que ficará a pagar é 343,27€ por mês.</p>
<p>    Banco: Banif – Programa: Universitário Garantia Mútua</p>
<p>Deverá receber igualmente prestações mensais de 416,67€ e ter uma TAEG de 3,79%. O prazo é de 96 meses e o valor que ficará a pagar é 336,04€ por mês.</p>
<p>    Banco: Caixa Geral de Depósitos – Programa: Crédito para Estudantes do Ensino Superior com Garantia Mútua</p>
<p>Deverá receber prestações mensais de 416,76€ e ter uma TAEG de 3,942%. O prazo é de 96 meses e o valor que ficará a pagar é 338,76€ por mês.</p>
<p>PS: Estes são os valores de prestações e TAEG praticados na altura da publicação do artigo e deverão ser validados junto dos bancos pois certamente que sofrerão alterações. </p>
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