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	<title>O Credito Pessoal &#187; Opiniões</title>
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	<description>tudo sobre o crédito num só local</description>
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<title>O Credito Pessoal</title>
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		<title>Empréstimo particular com problemas bancários</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Jan 2012 19:48:34 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O sistema financeiro já não é o que era e muito tem mudado desde o início da crise económica e da guerra entre o dólar e o euro. É verdade que poucos admitem que tal está a acontecer mas é notória a realidade. No entanto, o que interessa para quem necessita de recorrer às entidades [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O sistema financeiro já não é o que era e muito tem mudado desde o início da crise económica e da guerra entre o dólar e o euro. É verdade que poucos admitem que tal está a acontecer mas é notória a realidade. No entanto, o que interessa para quem necessita de recorrer às entidades do sector é saber porque razão é tão difícil obter um crédito hoje em dia e que esforços se podem fazer com vista a alcançar um empréstimo particular com problemas bancários que tenham resultado de ocorrências anteriores.</p>
<p>A primeira parte da questão é fácil de responder: só as pessoas com um histórico bem positivo e rendimentos estáveis são elegíveis para os novos financiamentos. Quanto à segunda, e mais pertinente interrogação face ao enorme endividamento das famílias, a solução é algo complexa mas totalmente resolúvel, pois embora o empenho tenha de ser absoluto nesse caso irá produzir efeitos não apenas a curto como também a longo prazo, ensinando-lhe a calcular melhor os seus gastos e investimentos no futuro.</p>
<p>Nesse sentido, apresentamos-lhe nas próximas linhas os possíveis caminhos que pode (e deve seguir) para o sucesso das negociações do seu financiamento e a obtenção de uma folga no seu orçamento daqui em diante, ainda que essa seja ligeira.</p>
<p><strong>Discutir as alternativas com o credor</strong><br />
O passo inicial para conseguir um empréstimo particular mesmo tendo um histórico de problemas bancários é discutir as alternativas com a entidade que detém o seu crédito. Isso implicará necessariamente que demonstre determinação em acabar com a incerteza que tem pairado sobre a sua capacidade de pagamento da dívida, porém, se a evidenciar é bem provável que o seu credor de lhe conceda a oportunidade de alterar as condições de reembolso, até porque reaver a verba facultada é do interesse deste último.</p>
<p><strong>Ponderar um financiamento distinto</strong><br />
Quando as possibilidades nos são vedadas pelo actual credor a única saída passa por ir à procura de vias suplementares, nem que isso signifique subscrever outro financiamento. Contudo, se a situação chegar a esse ponto o cuidado tem de ser extremo e nenhum detalhe pode ficar de fora, uma vez que será muito provavelmente o seu último recurso para limpar o seu nome da lista negra dos incumpridores.</p>
<p><strong>Assegure o cumprimento dos prazos</strong><br />
Este é um conselho que servirá principalmente para quem está a considerar pedir uma reavaliação das suas condições contratuais por uma questão de tentar melhorá-las ou porque adivinha um período menos bom num futuro próximo. Isto porque ao manter os pagamentos, mesmo que com dificuldades, é a moeda de troca fundamental para que ao avançar para uma das situações descritas tenha possibilidades efectivas de ver aceites os predicados que expõe. Nesse sentido, faça um esforço para que isso aconteça.</p>
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		<title>Crédito fácil acabou!</title>
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		<pubDate>Thu, 07 Apr 2011 22:59:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opiniões]]></category>
		<category><![CDATA[crédito fácil]]></category>

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		<description><![CDATA[Ficou evidente que os Bancos estão sem crédito para dar. Tal deverá até sido a principal motivação para Portugal ter pedido ajuda à Europa. Mas para além do empréstimo de dinheiro ao Estado e empresas, os bancos também vão fazer fortes restrições ao crédito ao consumo. O economista Silva Lopes, referiu-se recentemente ao crédito ao [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ficou evidente que os Bancos estão sem crédito para dar. Tal deverá até sido a principal motivação para Portugal ter pedido ajuda à Europa. Mas para além do empréstimo de dinheiro ao Estado e empresas, os bancos também vão fazer fortes restrições ao crédito ao consumo. </p>
<p>O economista Silva Lopes, referiu-se recentemente ao crédito ao consumo, como sendo um produto estritamente relacionado com a importação, e como tal devendo ser sujeito a um corte na actual conjuntura financeira que vivemos. De acordo com Silva Lopes, é necessário colectar de forma mais gritante o crédito ao consumo, de maneira a torná-lo ainda menos apetecível. Silva Lopes defendeu ainda o aumento de alguns impostos especiais, na Conferência Novas vestes da União Europeia, levada a cabo há alguns dias na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa. </p>
<p>O argumento de Silva Lopes passar pela ideia, de que emprestando menos às famílias em crédito pessoal, ficará mais dinheiro disponível para os Bancos concederem o crédito que actualmente andam a negar às empresas.</p>
<p>Além de restar mais dinheiro para os bancos poderem emprestar às empresas e assim dinamizarem a Economia, abater-se-iam as importações, uma vez que ao crédito pessoal está geralmente associada a compra de produtos sujeitos a importações, veja-se o exemplo do crédito automóvel. Não são produtos portugueses aqueles que os consumidores adquirem quando pedem um crédito ao consumo.</p>
<p>A prioridade da Nação, deveria ser, na opinião do economista, tomar decisões que levassem à diminuição das importações na procura interna. Ao adquirir um veículo automóvel, o cidadão português está a fazer sair de Portugal cerca de oitenta por cento do valor pago – só uma ínfima parte do montante gasto continua na Economia portuguesa.</p>
<p>O presidente do Instituto de Apoio às PME (IAPMEI) disse ainda quinta-feira que «os tempos do crédito fácil não vão regressar» e adiantou que as empresas só terão melhorias no acesso ao crédito quando houver uma normalização do sistema financeiro.</p>
<p>«É fundamental haver uma normalização das condições de refinanciamento da República Portuguesa para haver condições de normalização de refinanciamento da banca e para as empresas poderem ter acesso ao crédito em condições mais vantajosas», declarou Luís Filipe Costa, questionado sobre se a ajuda externa iria melhorar as condições das empresas, cita a Lusa.</p>
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		<title>Como obter melhores condições de crédito</title>
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		<pubDate>Sun, 02 Jan 2011 16:43:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Cada vez mais é importante saber negociar as condições para um crédito, seja ele de que tipo for. As diferenças entre diferentes instituições bancárias podem ser grandes. Aconselhamos por isso que escolha três ou quatro Bancos para comparar as condições de pagamento e as taxas associadas ao crédito. Deve ter em atenção créditos especiais que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Cada vez mais é importante saber negociar as condições para um crédito, seja ele de que tipo for. As diferenças entre diferentes instituições bancárias podem ser grandes. Aconselhamos por isso que escolha três ou quatro Bancos para comparar as condições de pagamento e as taxas associadas ao crédito. Deve ter em atenção créditos especiais que possam existir, como por exemplo o crédito automóvel, porque por vezes têm melhores condições para produtos financeiros específicos e podem estar em promoção. Quando tiver uma ideia de quais as condições que os Bancos oferecem tente negociar o seu crédito tendo em conta os seguintes factores:</p>
<p><strong>Relação com o Banco:</strong> quantos mais produtos tiver num Banco, mais baixa será a sua taxa de juro;</p>
<p><strong>Garantia:</strong> tente ter alguém que se responsabilize no caso de não conseguir pagar a tua dívida (fiador);</p>
<p><strong>Prazo de pagamento:</strong> quanto maior for o prazo de pagamento do empréstimo mais baixa será a prestação;</p>
<p><strong>Montante do empréstimo:</strong> quanto menor for o montante que pedir face ao valor do bem que quer comprar,<br />
mais baixa será a prestação.</p>
<p>Não se esqueça também de <a href="http://www.ocreditopessoal.com/simuladores-credito/">simular</a>. </p>
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		<title>Escolha o crédito pessoal mais eficaz</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Dec 2010 22:53:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[crédito pessoal]]></category>

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		<description><![CDATA[Os problemas económicos das famílias portuguesas não são novidade e pior ficaram nos últimos meses após o avanço de novas medidas de austeridade, cuja implementação veio complicar as contas de muitos cidadãos. Alguns são mesmo incapazes de resistir ao crédito, seja justificada ou injustificadamente, o que torna bastante mais complicado a sustentação dos orçamentos e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os problemas económicos das famílias portuguesas não são novidade e pior ficaram nos últimos meses após o avanço de novas medidas de austeridade, cuja implementação veio complicar as contas de muitos cidadãos. Alguns são mesmo incapazes de resistir ao crédito, seja justificada ou injustificadamente, o que torna bastante mais complicado a sustentação dos orçamentos e o fim do malparado recorde verificado em Outubro.</p>
<p>As finanças pessoais estão agora menos simples de orientar e a ginástica para conseguir esticar o dinheiro até ao final do mês complicou-se. É por esse motivo que os pedidos de crédito mais do que duplicaram nos últimos seis meses, acompanhando a subida das dívidas a credores devido às impossibilidades de cumprimento dos acordos assinados.</p>
<p>Uma das principais razões dos níveis históricos do malparado está directamente ligada à alteração das justificações que levam aos pedidos de crédito. Contrariamente ao que sucedia, as pessoas começam agora a solicitar financiamento bancário para liquidarem os gastos diários, algo extremamente desaconselhado mas considerado pelas famílias como o último recurso, visto não possuírem outros métodos de erradicação das dívidas.</p>
<p><strong>Evite recorrer a crédito</strong><br />
O facto de os portugueses encararem crescentemente o financiamento bancário como uma forma alternativa de ultrapassar as dificuldades económicas – fruto da insustentável situação do país – tem provocado a consciência (semi-)errada de que o crédito pode ser a solução mais eficaz em diversas circunstâncias, como pretendido pelos credores.</p>
<p>Contudo, a verdade é que aquele constitui-se “apenas” como um mecanismo de atracção para os clientes e uma estratégia comercial para aumentar o volume de negócio. Essa ajuda funciona somente como uma agravante das despesas, pois o dinheiro é conseguido no imediato, embora o reembolso do valor tenha de ser efectuado com juros e taxas bancárias, o que implica custos adicionais à quantia solicitada e, logo, mais gastos.</p>
<p>Se, porém, não tiver outra forma de contornar as dificuldades económicas, convém pesquisar todas as possibilidades existentes no mercado e escolher, preferencialmente com ajuda de profissionais, o crédito eficaz para a sua situação em concreto. Assim terá maiores oportunidades de encontrar a solução indicada com riscos mais diminuídos para o sobreendividamento, ainda que naturalmente lhe sejam imputadas as verbas relativas às comissões das entidades financiadoras.</p>
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		<title>Portugueses não comparam preços dos bancos</title>
		<link>http://www.ocreditopessoal.com/portugueses-nao-comparam-precos-dos-bancos/</link>
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		<pubDate>Sun, 24 Oct 2010 23:03:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[BdP]]></category>
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		<description><![CDATA[Os cidadãos nacionais são os que menos cautela têm na escolha de produtos e serviços bancários. Esta é a principal conclusão a retirar de um estudo recentemente divulgado pelo Banco de Portugal (BdP), com o qual o regulador do sector procurou apurar o nível de conhecimento quanto a este género de aplicações. Segundo os dados [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os cidadãos nacionais são os que menos cautela têm na escolha de produtos e serviços bancários. Esta é a principal conclusão a retirar de um estudo recentemente divulgado pelo Banco de Portugal (BdP), com o qual o regulador do sector procurou apurar o nível de conhecimento quanto a este género de aplicações.</p>
<p>Segundo os dados finais do inquérito, a maioria dos portugueses não compara os preços e condições das diferentes entidades bancárias e raramente procura saber qual a melhor proposta existente no mercado, seja apenas para os comuns créditos ou produtos de investimento e poupança. O mesmo acontece na selecção do banco, escolhido de acordo com aspectos que nada têm a ver com as vantagens que possam apresentar, mas sim consoante critérios de natureza sugestiva e afectiva.</p>
<p>A recomendação de amigos ou familiares é uma das principais razões que leva à subscrição de um produto ou serviço bancário (35%), enquanto a localização geográfica – o facto de o banco ter uma filial perto da sua área de residência – tem um peso de 23 por cento. Já outros 14 por cento cedem à imposição da entidade patronal, que apenas envia o vencimento para uma instituição bancária. Por último, 12 por cento opta por uma empresa específica por aí deter outros produtos e serviços, como contas bancárias, créditos ou seguros. </p>
<p>De acordo com referido inquérito do BdP, a maioria dos perscrutados admite não fazer qualquer tipo de investigação prévia de procura do melhor negócio e confessa seguir os conselhos de gestores de conta sem ouvir uma segunda ou terceira opinião, confirmando que por norma seguem o que aqueles profissionais sugerem no que diz respeito às mais vantajosas aplicações para o seu dinheiro, não colocando grandes questões ou pedindo esclarecimentos adicionais sobre esses investimentos.</p>
<p>O estudo do regulador do sector demonstra que a iliteracia bancária dos cidadãos lusos é das maiores do Velho Continente. Esta realidade é bastante grave e acaba por explicar o prejuízo de muitos clientes lusos, com perdas por vezes significativas, sobretudo ao nível das taxas de juros ou comissões e não tanto das condições gerais, habitualmente muito semelhantes e com diferenças pouco significativas de um banco para o outro. </p>
<p>Não optando pelo método da pré-selecção ou até mesmo das simulações, a decisão final nem sempre é a mais benéfica e acarreta responsabilidades que podiam ser contornadas com uma escolha consciente. Por isso, mas principalmente devido ao difícil momento que se vive actualmente, torna-se extremamente importante adoptar novas posições face ao mercado bancário, nomeadamente enveredando pela (maior) precaução, apenas possível quando o caminho a percorrer é determinado por uma avaliação prévia do que existe à disposição.</p>
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		<title>Acende a discussão da polémica cláusula dos spreads</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Sep 2010 01:05:26 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[BdP]]></category>
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		<description><![CDATA[Semanas depois da denúncia de que alguns bancos estavam a incluir um pressuposto da subida unilateral dos spreads nos novos contratos, realizada pela Associação Portuguesa para a Defesa dos Consumidores (DECO), o Banco de Portugal (BdP), entidade reguladora do sector nacional, afirma que não se pode pronunciar acerca desta matéria, frisando que compete aos tribunais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Semanas depois da denúncia de que alguns bancos estavam a incluir um pressuposto da subida unilateral dos spreads nos novos contratos, realizada pela Associação Portuguesa para a Defesa dos Consumidores (DECO), o Banco de Portugal (BdP), entidade reguladora do sector nacional, afirma que não se pode pronunciar acerca desta matéria, frisando que compete aos tribunais viabilizar ou não a mesma, dado que esta questão é de âmbito judicial, conclui em comunicado divulgado à imprensa.</p>
<p>Face aos novos desenvolvimentos da polémica cláusula dos spreads, um conjunto de instituições bancárias já se manifestaram, dando a conhecer a sua posição actual. As decisões oscilam entre “equacionar a situação”, “analisar a realidade económica” e “não pensamos em aplicar a medida”, ainda que permaneça o silêncio quanto a poder ser aplicada aquela controversa condição no futuro (caso a sua viabilização se venha a verificar), sobretudo da parte dos bancos que segundo a DECO incluem presentemente a controversa condição nos seus contratos de crédito à habitação.</p>
<p>De acordo com o Diário Económico (DE), que contactou as maiores entidades bancárias a operar em Portugal com o objectivo de saber se o pressuposto da unilateralidade do spread seria adoptado se o BdP não se mostrasse contra, somente o Santander Totta, Crédito Agrícola e Banco Popular negaram impor essa condição. Por sua vez, a Caixa Geral de Depósitos e BPI afirmam ser algo que não está actualmente a ser discutido, contrariamente ao Barclays, para o qual o caso ainda está por esclarecer e levanta muitas dúvidas, pelo que prefere não avançar com uma deliberação final. Já o BES, Millennium BCP e Montepio, os três visados pela DECO nas notícias em que a associação denunciava os “abusos contratuais” dos spreads, optam por não comentar o tema, enquanto o Banif não respondeu às questões colocadas pelo DE.</p>
<p>Embora o regulador do sector não tenha uma palavra (válida) a dizer, em termos legais, no que à legitimidade da aplicação de um limite máximo ao spread concerne, o Governo pode travar o avanço dessa medida contratual. Será devido a esta possibilidade que o secretário de Estado do Comércio, Serviços e Defesa do Consumidor, Fernando Serrasqueiro, já terá agendado uma reunião com o Governador do BdP, Carlos Costa, que deverão ter como tema principal de conversa aquela controvérsia.</p>
<p>A preocupação gerada em torno desta questão está relacionada com o facto de o spread ser um dos principais responsáveis pelo agravamento das mensalidades cobradas aos clientes que subscrevam produtos financeiros para a compra de casa. Só de 2008 para a actualidade esta variável passou de 0.35 para 1.39 por cento, uma subida de quase 400 por cento num espaço de tempo inferior a dois anos.</p>
<p>Na prática, a aprovação da legalidade do spread unilateral nos contratos faria com que o consumidor ficasse em considerável desvantagem face à entidade na qual detenha o crédito, dado que esta poderia modelar aquele elemento como mais lhe conviesse, sendo que isso poderia significar o disparar dos juros num cenário económico mais negro, no qual os bancos seriam subsidiados às custas dos clientes de produtos destinados à aquisição de habitação.</p>
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		<title>Atenção ao crédito para educação!</title>
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		<pubDate>Sat, 04 Sep 2010 16:21:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[educação]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando faltam apenas poucas semanas para o início em força do novo ano lectivo, alguns pais já fazem contas à vida para saber a real despesa que terão com tudo aquilo que é necessário comprar para manter os seus educandos nas escolas. Desde livros a material escolar diverso, há uma série de produtos cuja aquisição [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando faltam apenas poucas semanas para o início em força do novo ano lectivo, alguns pais já fazem contas à vida para saber a real despesa que terão com tudo aquilo que é necessário comprar para manter os seus educandos nas escolas. Desde livros a material escolar diverso, há uma série de produtos cuja aquisição é indispensável, mas nem todos são propriamente acessíveis à carteira da maioria dos portugueses.</p>
<p>Os elevados custos com a educação têm sido um dos aspectos que o governo tem procurado alterar com a criação de consecutivas ajudas estatais além dos instituídos escalões de subsídio, tais como bolsas pontuais no princípio do ano e a oferta totalmente gratuita do cabaz escolar às famílias com maiores dificuldades. Porém, é ainda reduzido o número de agregados a beneficiar destes apoios mais extensos, não sendo, portanto, de estranhar, o crescendo de subscrições dos créditos bancários “regresso às aulas”, que nem sempre representam a melhor solução para fazer face aos encargos.</p>
<p>Os perigos que os financiamentos da banca acarretam têm vindo a ser destacados pela Associação Portuguesa para a Defesa dos Consumidores (DECO) em diversas comunicações. Contrariamente ao que se pensa à partida, esta entidade sublinha que crédito não é o caminho mais correcto para enfrentar as despesas que surgem no início do ano lectivo, sobretudo porque os juros cobrados são elevadíssimos e dariam para comprar outros tantos produtos.</p>
<p>Para quem se encontra com dificuldades em encontrar soluções para ultrapassar os elevados custos do material escolar, a DECO recomenda que se procurem familiares ou amigos que ainda possuam livros e acessórios que já não necessitem, sugerindo igualmente que se contactem as entidades camarárias locais ou instituições da zona de residência para esse efeito. Estas três opções são as mais viáveis e frequentemente resultam de forma positiva, pelo que nunca é demais verificar se essa situação poderá acontecer no seu caso.</p>
<p>Não obstante das dicas para ajudar a procurar soluções de contornar os custos da aquisição do cabaz educativo básico, aquela associação alerta também para o facto de que não é obrigatório adquirir os manuais escolares de apoio ao estudo, apenas os livros principais. Assim, frisa a DECO, é proibido que as papelarias se neguem a vendê-los individualmente, dado que não existe qualquer directiva do Ministério da Educação nesse sentido, salientou a entidade num dos artigos publicados na sua página oficial.</p>
<p>Para quem está com dificuldades em adquirir o material necessário para os seus educandos, a DECO aconselha a que seja feito um plano de contenção para meses de Setembro e Outubro, contemplando a quantia indispensável para liquidar os avultados gastos iniciais com a educação. Desta forma, será desnecessária a subscrição de um crédito para os suportar, já que isso poderia significar a entrada numa espiral onde o prejuízo é superior ao lucro, pois acaba por se “ganhar” mais uma despesa mensal, que permanece fixa ao longo dos vários meses de vigência do contrato.</p>
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		<title>Como ser um bom cliente de crédito?</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Jun 2010 23:43:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[crédito pessoal]]></category>

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		<description><![CDATA[São já vários os milhares de portugueses que não conseguiram cumprir prazos de pagamento de dívidas e, por isso mesmo, viram os seus limites de crédito amputados pelas entidades credoras, pois estas tomaram conhecimento (a que têm direito) de que o cliente em causa já tinha, por um motivo ou outro (não é especificado), deixado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>São já vários os milhares de portugueses que não conseguiram cumprir prazos de pagamento de dívidas e, por isso mesmo, viram os seus limites de crédito amputados pelas entidades credoras, pois estas tomaram conhecimento (a que têm direito) de que o cliente em causa já tinha, por um motivo ou outro (não é especificado), deixado de cumprir a liquidação de valores num momento prévio. </p>
<p>Embora não seja fácil, há sempre forma de conseguir dar a volta à situação e “limpar” o nome junto do Banco de Portugal (BdP), que é a instituição a quem se recorre para saber se uma determinada pessoa efectua devidamente o pagamento dos valores de que usufruiu em situações de crédito. Nesse sentido, explicamos em seguida três métodos para conseguir evitar que o nosso nome entre para a “lista negra” do BdP.</p>
<p><strong>1.</strong> Ter um bom <strong>histórico de pagamentos</strong> é um passo crucial para que se obtenha sempre as melhores respostas por parte das empresas de crédito. No entanto, nem sempre isso é possível, podendo a situação ser agravada por um acontecimento imprevisto. Se esse for o caso, a atitude certa a tomar é informar o credor de que se tem dificuldade em pagar as mensalidades, procurando estabelecer um plano de liquidação que beneficie ambas as partes. Esta acção demonstra responsabilidade nos seus compromissos, o que é muito validado pelas empresas de concessão daquele género de financiamentos.</p>
<p><strong>2.</strong> Use o crédito com <strong>margem de manobra</strong>, deixando sempre um valor que deverá ser superior a 60/70 por cento da verba total de crédito que pode utilizar. Assim, nunca atingirá o máximo da quantia que o crédito lhe é permitido utilizar, ficando este valor como resguardo para que possa inclusivamente liquidar algumas prestações, se for caso disso. Portanto, não se iluda pelos bons plafonds dos cartões de crédito e usufrua de um máximo de 30 por cento da importância que estes lhe facultam pois, caso contrário, uma pequena contrariedade nas suas finanças pode acabar por lançá-lo numa espiral de problemas.</p>
<p><strong>3.</strong> <strong>Não falhe as mensalidades</strong>, prevenindo sempre eventuais dificuldades através do resguardo da quantia necessária para os créditos logo no início de cada período. É importante ter em conta que todos os créditos que se tenham não ultrapassem mais de 35 por cento do orçamento mensal disponível, ou seja, já com a subtracção dos gastos em despesas correntes. Depois de assegurado os valores para estas necessidades quotidianas fixas, o montante para o crédito é o seguinte a colocar logo de parte. Quando estão garantidas estas duas parcelas, poderá considerar livre a importância restante, investindo uma parte desta sempre que lhe for possível, fazendo-a render.</p>
<p>Estas três acções não são muito complicadas de respeitar e já prevêem o que fazer numa eventual situação de asfixia financeira. Em conjunto, as tarefas enunciadas podem ser encaradas como uma espécie de guia elementar para ser um bom cliente de crédito, pois só quando as pessoas são responsáveis na execução dos seus compromissos é que voltam a ser consideradas, sem reservas, pelas entidades credoras, sempre que pretendam este género de financiamento.</p>
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		<title>Cuidados a ter na escolha dos conselheiros financeiros</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Jun 2010 23:29:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opiniões]]></category>
		<category><![CDATA[financeiros]]></category>

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		<description><![CDATA[As complicadas situações de crédito e finanças pessoais levam a que se tenha crescentemente em conta a possibilidade de recorrer a profissionais da área económica para ajudarem a “pôr ordem” no nosso bolso. É a estas pessoas conhecedoras dos mercados, das suas estratégias e mecanismos que se deve dirigir quem tenha dificuldades em controlar as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As complicadas situações de crédito e finanças pessoais levam a que se tenha crescentemente em conta a possibilidade de recorrer a profissionais da área económica para ajudarem a “pôr ordem” no nosso bolso. É a estas pessoas conhecedoras dos mercados, das suas estratégias e mecanismos que se deve dirigir quem tenha dificuldades em controlar as suas despesas.</p>
<p>Muito embora a maioria das pessoas parta do princípio que são capazes de manter “saudável” e bem administrado o orçamento, a verdade é que a ajuda especializada é muitas vezes a única solução para sanar a economia privada. No entanto, quando se opta por enveredar pela escolha de profissionais, há uma série de cuidados a ter em atenção, pois esta é uma área “poluída” por demasiados vigaristas que procuram levar avante uma fraude contra aqueles que se encontram mais frágeis devido a uma eventual e desfavorável situação financeira.</p>
<p>A escolha da pessoa ou empresa para aconselhamento deve ser feita com tempo e somente após serem devidamente avaliados todos os pressupostos essenciais, entre os quais o mais importante, a credibilidade. Este é o factor crucial que deve ditar sobre quem depositar a confiança para lidar com o nosso dinheiro.</p>
<p>Apesar de não haver segredos para depreender a seriedade do conselheiro financeiro, existem algumas tarefas que podem ser concretizadas no sentido de perceber o nível de integridade deste. Para isso, é importante que se tenha em mãos o máximo de informação possível sobre quem se pretende contratar, nomeadamente recorrendo à internet, utilizando a pesquisa em fóruns e páginas dedicadas aos assuntos de endividamento. Estas fontes são as principais e podem conceder dados decisivos, funcionando da mesma forma que a opinião de amigos ou conhecidos que já tenham usufruído de serviços semelhantes.</p>
<p>Além dos pareceres de terceiros, um bom método para estimar a credibilidade dos conselheiros financeiros são as acções destes, mais concretamente a forma como trabalham com os seus clientes, porque isso dirá muito sobre eles. Assim, desconfie de quem lhe apresenta soluções realizáveis em curtos espaços de tempo, sobretudo quando esta é uma afirmação efectuada antes mesmo de ter contacto com a sua situação.</p>
<p>Um último conselho a deixar para as pessoas que procuram aconselhamento financeiro é nunca pagar valores alguns antes de serviço realizado. Deve ser exigido um contrato com os seus trâmites devidamente expostos, identificados e especificados claramente, sem que dele possam decorrer dúvidas. Qualquer importância só deve liquidar-se após dissipadas todas as dúvidas relativas ao contrato de serviços e respectivos custos, com uma ressalva que imponha a devolução, a si, de cópias da totalidade dos documentos entregues a entidades e instituições, porque além de ficar a saber que está a ser feito o trabalho, poderá seguir os passos dados de perto. </p>
<p>Não tenha receio em fazer as imposições enunciadas na escolha do conselheiro financeiro, uma vez que este lidará com informações sensíveis a seu respeito. Ninguém irá zelar por si, a não ser você mesmo. Por isso, previna-se e esteja atento a tudo, sem perder nada de vista. Seja cauteloso e não dê nenhum passo em falso, porque isso pode ser fatal.</p>
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		<title>Dificuldade em obter crédito. Quais as razões&#8230;</title>
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		<pubDate>Mon, 31 May 2010 23:17:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opiniões]]></category>
		<category><![CDATA[crédito pessoal]]></category>

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		<description><![CDATA[Já não é novidade nenhuma que hoje em dia a obtenção de crédito está mais difícil que nunca e as normas impostas todos os dias apertam o cerco a quem pretende recorrer a este financiamento. A realidade afecta não só os particulares como as próprias empresas, especialmente as de pequenas dimensões, que passa a ter [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Já não é novidade nenhuma que hoje em dia a obtenção de crédito está mais difícil que nunca e as normas impostas todos os dias apertam o cerco a quem pretende recorrer a este financiamento. A realidade afecta não só os particulares como as próprias empresas, especialmente as de pequenas dimensões, que passa a ter (ainda) mais entraves para conseguirem verbas necessárias para o início de um negócio.</p>
<p>Dois dos sectores onde se verificam normas mais rígidas para a concessão de crédito são a habitação e os empréstimos a Pequenas e Médias Empresas, que no último trimestre viram agravadas as suas hipóteses de financiamento. A confirmação é dada pelos resultados do último relatório do Banco de Portugal (BdP), onde se pode verificar que cinco das entidades bancárias que constam dos dados estatísticos reviram fortemente os seus critérios para analisar que clientes poderiam ter acesso ao crédito.</p>
<p>Na base dos pressupostos mais apertados para novos abonos está sobretudo a ampliação dos riscos, que são agora mais do que há um ano atrás, bem como as menores probabilidades de lucro, cujas margens de rendimento sofreram quedas acentuadas. Na prática, isto significa que os bancos têm mais cautelas e não concedem crédito “desalmadamente”, analisando de forma detalhada todos os casos, consultando o histórico de pagamentos dos possíveis clientes e a respectiva situação económica. Ou seja, só quem possui bons indicativos nestes critérios poderá ver o seu pedido aprovado sem obstáculos de maior.</p>
<p>Ao nível das alterações visíveis, o que acontece em consequência dos pressupostos menos flexíveis é a subida dos spreads e revisão, em alta, de comissões e taxas de juro aplicadas em alguns produtos e serviços. Por exemplo, no crédito à habitação, aquela taxa não só aumentou, como existe uma menor diferença entre valor da garantia e importância do empréstimo, justificada pela falta de perspectivas de uma evolução positiva do mercado a curto prazo.</p>
<p>Do lado das empresas, as dificuldades foram substancialmente agravadas, com menor número de PME’s a receberem ajudas de início de actividade ou empréstimos a longo prazo, exceptuando as sociedades ditas financeiras, às quais se mantêm condições de uma regrada flexibilidade, ainda que também suficientemente prudentes.</p>
<p>A nova realidade da concessão de crédito, mais apertada em termos de pressupostos, deverá manter-se assim durante os próximos meses, não se antevendo modificações para breve. A única solução para que se volte a restituir uma certa agilidade será um novo clima de segurança e confiança ou, mais drasticamente e menos provável, uma queda brusca da procura de crédito por parte dos consumidores. Se nenhuma destas situações se verificar, não haverá lugar a alterações significativas num futuro imediato. </p>
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