Como ser um bom cliente de crédito?

São já vários os milhares de portugueses que não conseguiram cumprir prazos de pagamento de dívidas e, por isso mesmo, viram os seus limites de crédito amputados pelas entidades credoras, pois estas tomaram conhecimento (a que têm direito) de que o cliente em causa já tinha, por um motivo ou outro (não é especificado), deixado de cumprir a liquidação de valores num momento prévio. Embora não seja fácil, há sempre forma de conseguir dar a volta à situação e “limpar” o nome junto do Banco de Portugal (BdP), que é a instituição a quem se recorre para saber se uma determinada pessoa efectua devidamente o pagamento dos valores de que usufruiu em situações de crédito. Nesse sentido, explicamos em seguida três métodos para conseguir evitar que o nosso nome entre para a “lista negra” do BdP. 1. Ter um bom histórico de pagamentos é um passo crucial para que se obtenha...

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Cuidados a ter na escolha dos conselheiros financeiros

As complicadas situações de crédito e finanças pessoais levam a que se tenha crescentemente em conta a possibilidade de recorrer a profissionais da área económica para ajudarem a “pôr ordem” no nosso bolso. É a estas pessoas conhecedoras dos mercados, das suas estratégias e mecanismos que se deve dirigir quem tenha dificuldades em controlar as suas despesas. Muito embora a maioria das pessoas parta do princípio que são capazes de manter “saudável” e bem administrado o orçamento, a verdade é que a ajuda especializada é muitas vezes a única solução para sanar a economia privada. No entanto, quando se opta por enveredar pela escolha de profissionais, há uma série de cuidados a ter em atenção, pois esta é uma área “poluída” por demasiados vigaristas que procuram levar avante uma fraude contra aqueles que se encontram mais frágeis devido a uma eventual e desfavorável situação financeira. A escolha da pessoa ou empresa para...

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Dificuldade em obter crédito. Quais as razões…

Já não é novidade nenhuma que hoje em dia a obtenção de crédito está mais difícil que nunca e as normas impostas todos os dias apertam o cerco a quem pretende recorrer a este financiamento. A realidade afecta não só os particulares como as próprias empresas, especialmente as de pequenas dimensões, que passa a ter (ainda) mais entraves para conseguirem verbas necessárias para o início de um negócio. Dois dos sectores onde se verificam normas mais rígidas para a concessão de crédito são a habitação e os empréstimos a Pequenas e Médias Empresas, que no último trimestre viram agravadas as suas hipóteses de financiamento. A confirmação é dada pelos resultados do último relatório do Banco de Portugal (BdP), onde se pode verificar que cinco das entidades bancárias que constam dos dados estatísticos reviram fortemente os seus critérios para analisar que clientes poderiam ter acesso ao crédito. Na base dos pressupostos mais apertados...

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Crédito Pessoal… mas com moderação

A sociedade actual é definida por duas palavras: moderna e consumo. Embora se possa pensar que uma está desassociada da outra e apenas descrevem partes distintas da Humanidade, a verdade é que não podia haver vocábulos mais indissociáveis. A primeira leva precisamente à segunda, que não existiria num cenário sem a anterior. O mesmo é dizer que as vantagens proporcionadas pela modernização vieram criar o consumismo que é hoje apanágio da sociedade. Os processos de evolução contemporâneos acontecem à “velocidade da luz” e todos os dias surgem novos gadgets, adereços, acessórios, objectos, produtos culturais e outros, serviços para tudo e mais alguma coisa… Enfim, a variedade é quase infinita e a capacidade das pessoas resistirem aos “encantos” destes bens é algo (e extremamente) reduzida. Por isso, na maioria das vezes a solução mais fácil para adquiri-los é recorrer ao crédito, também ele uma característica das sociedades de hoje. É uma verdade que...

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O que muda com o PEC?

Muito se fala no Plano de Estabilidade e Crescimento (PEC), mas de entre as variadas informações que vão sendo divulgadas, a distinção das medidas que realmente nele constam andam um pouco “aqui e acolá”, pelo que é de valor fazer um ponto de situação e perceber exactamente o que vai mudar, tanto para as famílias, como para as empresas. - Subsídio de desemprego. O limite máximo passa a ser 75 por cento do salário líquido, eliminado a possibilidade de ser recebido o valor integral da remuneração, o que acontecia anteriormente; - Novo escalão de IRS. Passa a ser tributado 45 por cento de Imposto sobre o Rendimento de pessoas Singulares a todos contribuintes com proventos anuais superiores a 150 mil euros; - Tributação das mais-valias já anunciadas pelo Governo e início da introdução das portagens em algumas rodovias que nunca tinham sido alvo de passagem condicionada a pagamento, a começar já pelas auto-estradas...

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Descoberto autorizado. É bom ou mau?

Actualmente, as pessoas estão com “medo” de aceder ao crédito. Sabemos que as coisas não estão bem e que os tempos não são os melhores para as populações. Com isto em mente, as instituições bancárias criaram uma série de produtos bancários que são normais linhas de crédito, mas dissimuladas com funcionalidades. Uma das mais flagrantes linhas de crédito é a conta ordenado. As instituições bancárias forçam ao máximo a utilização destes produtos bancários. E os benefícios que daí têm são muitos. Se não vejamos: Ao domiciliarmos o nosso vencimento numa instituição bancária (condição obrigatória para este tipo de conta) têm noção exacta dos rendimentos e padrões de consumo do seu cliente.
  • Ao utilizarmos o crédito ficamos dependentes dos seus serviços.
  • Normalmente domiciliamos também o pagamento de contas bem como transferências programadas nessa conta. Aos poucos ficamos completamente dependentes do serviço.
  • Ao termos e usarmos um banco, são maiores as probabilidades de
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