Cetelem e Credifin fundem-se
Fev 22, 2010 NotÃcias
O Banco Cetelem, entidade do Grupo BNP Paribas, que adquiriu em Maio de 2009 o Credifin – Banco de Crédito ao Consumo, pertencente ao Grupo Cofinoga Portugal, obteve recentemente a autorização do Banco de Portugal para a fusão das duas empresas, dando assim origem à criação de um novo lÃder de mercado no crédito especializado: o Banco BNP Paribas Personal Finance, S.A.
A nova entidade, que vai operar sob a marca comercial Cetelem, colocará à disposição do mercado uma oferta comercial equilibrada, resultante da junção dos melhores produtos de cada um dos bancos, para cada um dos diferentes mercados onde actua. O aproveitamento da expertise de cada uma das empresas visa fazer com que a nova entidade se consolide como primeira escolha do consumidor em termos de crédito a particulares e na primeira escolha de parceiros ao nÃvel do crédito no ponto de venda. Contará com 650 colaboradores, repartidos por Lisboa e Porto, com o objectivo de desenvolver uma oferta de crédito a particulares em todo o território português.
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Novas linhas de crédito anunciadas
Fev 2, 2010 NotÃcias
O primeiro-ministro anunciou hoje a criação de duas novas linhas de crédito, uma destinada a microempresas e outra na área do microcrédito, numa sessão em que fez veementes apelos à confiança na economia portuguesa.
José Sócrates falava perante cem jovens de variadas áreas sociais (mas em que dominavam os empresários), numa sessão que decorreu no Parque das Nações e que se integrou no programa que assinala os 100 dias de executivo minoritário socialista.
Respondendo a uma pergunta de uma jovem empresária (que ainda recentemente esteve no desemprego) de Castelo de Paiva, o primeiro-ministro disse que o Orçamento do Estado para 2010 “não apenas manterá as ajudas à s empresas e aos desempregados, como também as reforçará”.
“Vamos reforçar os apoios em especial para os jovens que querem promover a sua actividade, através da criação de duas novas linhas de crédito: uma destinada à s microempresas, a Invest mais; e outra destinada ao microcrédito, até 15 mil euros”, disse.
De acordo com Sócrates, a linha de micro crédito “será o primeiro estÃmulo para que jovens desempregados possam desenvolver a sua actividade”.
“Os jovens vão relacionar-se com os bancos, apresentando os seus projectos de investimento. Se os bancos aprovarem o projecto, o Estado participará no risco, cobrindo 75 por cento, reduzindo a taxa de risco e de esforço”, acrescentou.
Na sua intervenção, o primeiro-ministro referiu que o Orçamento do Estado para 2010 será “exigente e difÃcil, porque tem que compaginar rigor na contas públicas e a manutenção dos estÃmulos à economia”.
“O nosso paÃs precisa de iniciativa, de quem queira correr riscos e de formar empresas”, declarou, antes de fazer um apelo veemente “à confiança na economia portuguesa”.
Na conversa com os jovens, que foi moderada pela modelo e apresentadora de TV Helena Coelho, o primeiro-ministro disse ainda que “haverá apoios diversificados à contratação de novos trabalhadores por parte das empresas”.
“Haverá uma contrapartida na ajuda pública, nomeadamente com uma redução da taxa social única dos empregados. Compreendemos que as ajudas à s empresas são essencial para que 2010 seja encarado com maior confiança”, sustentou.
Neste ponto, Sócrates salientou mesmo que “nada poderá correr bem” na economia “sem confiança”. “Precisamos de confiança em nós próprios, no nosso paÃs e na nossa economia. Isto não é optimismo, apenas confiança em nós próprios e na nossa economia”, disse, numa sessão em que estiveram presentes vários atletas olÃmpicos, entre eles Francis Obikwelu e Susana Feitor.
fonte: jornaldenegocios
Comissões no crédito pessoal
Jan 7, 2010 NotÃcias
Na última edição da revista Dinheiro & Direitos, a DECO denunciou que o custo das comissões cobradas pelos bancos aumentou nos últimos cinco anos, representando nalguns casos mais 72% do que em 2004.
Este estudo indica que esses valores variam muito consoante os bancos e o montante e prazo do crédito pessoal. Em Setembro de 2009, as comissões médias cobradas pelo empréstimo de 2.500, 5.000 e 10.000 euros eram de 85,60; 97,73 e 157,56 euros, respectivamente.
Segundo a associação de consumidores, estes valores representam aumentos de 45, 50 e 72% relativamente às médias de Setembro de 2004.
A DECO critica ainda a variedade das designações das comissões para iniciar um empréstimo (entrada, abertura, dossiê ou contratação) e pede a uniformização da terminologia “para o consumidor não ser iludido”.
O trabalho refere também que as comissões periódicas “nem sempre têm fundamento” e pede a sua eliminação nos casos em que o extracto do crédito for enviado por e-mail, o que deve ser feito a pedido dos clientes.
O valor cobrado por estas comissões em seis bancos era, em média, de 1,17 euros, o que corresponde a um aumento de 8,2% face aos valores praticados em Setembro de 2004.
Tags: Comissões, crédito pessoal


