Saiba quais os créditos pessoais mais acessíveis

O apertar do financiamento aos bancos nacionais tem sido um dos grandes responsáveis pela suposta necessidade de as entidades a operarem em Portugal subirem em flecha o preço dos seus créditos. Porém, a verdade é que o que se pretende é continuar a registar ganhos recorde em pleno tempo de crise, não importando quais as reais possibilidades económicas dos clientes no actual período de estrangulamento da economia lusa. A atitude das empresas bancárias começa agora a surtir efeitos na face mais visível do problema, o disparar do malparado para valores nunca antes verificados. Este é um indicador crucial da saúde das finanças de um país, que tem sido constantemente actualizado para cima, tendo registado em Abril, e somente no sector do crédito pessoal, um total de incumprimento na ordem dos 7.29 por cento. Face às novas disposições de mercado, o mais indicado é a escolha muito cuidadosa na hora de optar por...

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risco de endividamento

As famílias cujos créditos representem mais de 40% do rendimento mensal encontram-se em risco de endividamento e não devem contrair mais empréstimos. Esta é a recomendação da Deco, a associação de defesa do consumidor. Até final de Setembro entraram na Deco 2143 processos de sobreendividamento. O número de processos não é maior do que no ano passado, mas a quantidade de famílias que pede ajuda é bastante superior. Muitas das situações que chegam à Deco já se encontram numa fase muito tardia, com processos em tribunal, ou em situações em que já não há possibilidade de reestruturação de créditos. Os tempos que se aproximam não vão ser fáceis e significa que as famílias têm de gerir mais responsavelmente o seu dinheiro. A recomendação é que os créditos não ultrapassem os 40 por cento do rendimento mensal das famílias, segundo o Gabinete de Apoio ao Sobreendividamento da Deco. Actualmente, face às medidas de austeridade...

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Crédito bancário para emigrantes

Os portugueses são um dos povos que mais cidadãos nativos tem a viver fora das suas terras, não sendo por isso de estranhar que algumas instituições financeiras tenham desenvolvido produtos e serviços que lhes são especialmente dedicados. Estas propostas encontram-se disponíveis em vários sectores e podem ser solicitadas actualmente, bastando que para isso se tome conhecimento das condições concretas de requisição. Em Portugal, a criação de soluções próprias para emigrantes começou no início dos anos 80 e até meados 2000 manteve-se com ofertas bastante bonificadas, mas desde essa data que as mais-valias para este tipo de clientes têm decrescido de forma acentuada, não apresentando actualmente vantagens em relação às respostas que os portugueses conseguem nos países onde residem. Quando há cerca de uma década os emigrantes obtinham negócios benéficos com os bancos nacionais, que incentivavam o depósito daqueles nos seus cofres, assim como a aplicação de montantes em transacções internas, não se...

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Dicas práticas para subscrever um crédito

As dificuldades económicas dos portugueses já não constituem novidade e também conhecido é o crescente recurso dos cidadãos lusos ao financiamento bancário com vista a atenuar os problemas de natureza monetária. Contudo, há que ter bastante cuidado quando se envereda por esta opção, e nunca é demais sublinhar alguns dos conselhos que devem ser considerados nestes casos. Por isso, deixamos agora sete dicas cruciais para quem está prestes a recorrer ao crédito. 1. Pense bem antes de subscrever este tipo de financiamento, pois existem algumas desvantagens que lhe estão associadas. Estude as oportunidades que possa ter, mas não impliquem subscrever um crédito, avaliando por si mesmo a necessidade em adquiri-lo, nomeadamente ponderando a finalidade para que aquele servirá. Se este destino for algo supérfluo, não hesite e abstenha-se da compra, porque mais vale ir poupando o dinheiro aos poucos e adquirir o que se deseja com uma quantia acumulada; 2. Estabeleça...

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Comparar Crédito Pessoal

O recurso a financiamento, em especial a produtos de crédito pessoal, é muitos vezes necessário para fazer face a despesas extra, ou até para cumprir um sonho ou para iniciar um projecto pessoal. Quando o dinheiro não chega para liquidar as contas na totalidade, sobretudo nos períodos em que surgem os custos com seguros, impostos e outros montantes com os quais é impossível falhar, um crédito pessoal poderá ser a tábua de salvação pela qual se esperava. Contudo, há que ter em conta que só mesmo em último caso se deve recorrer a este tipo de financiamento, porque apesar de deixar alguma margem de manobra extra, é sempre um encargo que se está a adicionar, sendo certo que se prolongará por alguns meses ou até anos, dependendo da quantia requerida e o prazo contratado. Atendendo às dificuldades económicas que os portugueses atravessam na actualidade, ocreditopessoal.com elaborou uma lista com diversos...

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Seguro de protecção ao crédito

A instabilidade da economia e dos mercados exige que actualmente as empresas de concessão de crédito comecem a optar crescentemente por formas de contornar as dificuldades, procurando assegurar os valores que emprestam aos seus clientes, eliminado os riscos máximos. O principal intuito dos seguros de protecção ao crédito (SPC) é reduzir ao mínimo o retorno dos valores em dívida, e os cada vez mais requeridos planos com vista ao acautelamento de problemas de liquidação futuros, tentando antever falhas. É com este objectivo que as entidades bancárias recorrem a estas apólices específicas e direccionadas para o sector do crédito, um dos mais voláteis hoje em dia. A ampla gama de coberturas que o presente seguro cobre incluem a garantia contra devedores, protecção a diferentes modalidades de crédito e ocorrências imprevistas. Estas são as três grandes áreas em que actuam os SPC, cuja popularidade, devido a estas propriedades, tem aumentado em Portugal de forma...

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