Como funciona o crédito por telefone? – parte 2
Mar 20, 2010 Informação
No seguimento do artigo publicado ontem sobre o crédito por telefone, damos hoje seguimento às dicas para que tenha todos os cuidados e esteja preparado para este tipo de contacto com as empresas financeiras.
Assinatura do contrato
Após devidamente informado sobre as condições e já seleccionada a empresa que lhe irá conceder o crédito, segue-se a assinatura do contrato. Este é um passo quase imediato após a confirmação do seu interesse, que deve ser feita telefonicamente, junto de um operador da empresa. Depois de validar que pretende pedir o seu crédito, aquele profissional irá solicitar a sua morada, para que lhe possam ser enviada toda a documentação necessária para o início do processo.
Em média, os documentos demoram cerca de três dias úteis a chegar ao destinatário. Assim que os tenha, leia atentamente os mesmos e proceda ao correcto preenchimento dos formulários. Não descarte todos os pormenores e releia o que assina, sem nunca se esquecendo das “letras pequeninas”, que vastas vezes dizem muito. No final, é só enviar o contrato assinado e preenchido de forma correcta pelo correio. Na maioria dos casos, a empresa já lhe envia um envelope RSF para que o possa fazer, sem quaisquer custos adicionais. Feito isso, basta esperar pelo telefonema da empresa, que lhe informará da sua decisão.
Finalização do processo: crédito aprovado
Após o envio da documentação solicitada, resta esperar pela aprovação do pedido de crédito. Embora, mais uma vez, o tempo de espera para a aprovação do crédito possa variar consoante a empresa, em média, se tudo estiver dentro dos conformes, a resposta deve chegar 24 a 48 horas depois da recepção do seu pedido. Esta resposta é-lhe dada por telefone, iniciando-se, a partir daí, a disponibilização do crédito, cujo valor lhe será imediatamente depositado na conta bancária indicada previamente.
Dados e documentos solicitados no crédito por telefone
Também nos documentos e informações que lhe são solicitados poderá haver variação de empresa para empresa. No entanto, há os que são comuns a todas, precisamente aqueles que passamos a enumerar:
- Quantia de crédito pretendida (indicação de tipo de aplicação a que se destina);
- Prazo para a liquidação do crédito (tempo de duração do crédito);
- Número de Identificação Bancária (NIB);
- Comprovativo do NIB (cópia de extracto de conta ou cheque);
- Fotocópia do cartão de contribuinte;
- Fotocópia do Bilhete de Identidade (BI) ou Cartão do Cidadão (CC);
- Fotocópia dos últimos dois recibos de vencimento (trabalhadores por conta de outrem) ou última declaração do IRS (trabalhadores independentes);
- Comprovativo de morada (fotocópia de uma qualquer factura que tenha o nome de quem solicitou o crédito);
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Como funciona o crédito por telefone? – parte 1
Mar 19, 2010 Informação
Os pedidos de crédito aumentaram nos últimos cinco anos em Portugal, muito há custa das modalidades online e por telefone, duas das que mais contribuíram para o crescimento de pedidos de crédito e, por consequência, da escalada dos valores do malparado. A chave para evitar fazer parte destes números é perceber como funciona o mecanismo de atribuição, para não se deixar levar pelas principais características destes créditos: facilidade e rapidez de início até à conclusão do pedido.
Apesar de existirem inúmeras empresas de concessão de crédito por telefone, que mantêm um aumentarem em número, o funcionamento é basicamente igual em todas elas. A diferença está nas taxas e critérios de cada uma, que devem merecer a sua atenção, sendo ainda conveniente que sejam submetidos a um estudo atento, para que não afecte em demasia o seu orçamento familiar mensal, sem que você tenha consciência – o que acontece quando são feitos por impulso.
Recorrendo às opções empresariais que temos em Portugal para a concessão de crédito, passamos agora em revista os passos imprescindíveis para solicitar o seu processo. Adverte-se, no entanto, que poderá haver algumas alterações, consoante a entidade a que recorre, pelo que as etapas que abaixo se indicam devem ser encaradas como uma exemplificação, não representando a única sequência a seguir.
Procedimentos comuns do crédito por telefone
1.Escolha da empresa
A primeira decisão a tomar é a que diz respeito à entidade a que iremos solicitar o crédito. Esta deve ser uma deliberação que não se deve considerar de ânimo leve, sobretudo porque é das mais importantes na aquisição de crédito. Dada a variedade de possibilidades existentes no mercado nacional, é altamente aconselhável recolher informação de todas, optando posteriormente por aquela que ofereça as melhores condições para o crédito que se pretende.
Para se informar sobre todos os detalhes do crédito de cada empresa, pode recorrer a uma chamada telefónica, a conselhos de amigos ou conhecidos que atestem os bons serviços prestados por determinada empresa (desde que seja na área de crédito que pretende solicitar), mas acima de tudo, visite a página oficial das companhias. A grande maioria das informações necessárias estão lá, podendo ser exploradas atentamente por si, sem pressões. A web é o único meio que lhe dá essa possibilidade. E, em caso de pretender esclarecimentos adicionais, pode sempre colocar as suas questões por email ou directamente pelo telefone. Em qualquer das opções de recolha de informação por que opte, leve o tempo necessário a avaliar correctamente os critérios de cada empresa.
Não se precipite, tome uma decisão com cabeça.
Atenção ao próximo artigo sobre como funciona o crédito por telefone.
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Crédito para férias: qual é o mais barato?
Mar 15, 2010 Informação
Em tempos de crise, não há porque desprezar umas merecidas férias. Por isso, há que poupar ao longo do ano para gozar um merecido descanso, mas quando isso não é possível, a opção acaba por recair no crédito para férias, o que nem sempre é uma má escolha, tudo depende daquilo por que opta.

Para conseguir obter aquele valor de que necessita para ir de férias, poderá seleccionar de entre várias possibilidades. Desde cartões de crédito, a instituições financeiras e agências de viagens. Estas são as formas eleitas pelos portugueses para obter o crédito para as suas férias, mas de entre elas, a que mais se destaca são as agências de viagens. Se optar por estas entidades poupa, em média, 200 a 250 euros, uma grande diferença se estiver a equacionar umas férias para toda a família. Basta multiplicar o importância que economiza pelo número de elementos lá de casa.
O facto de as agências de viagens oferecerem dois produtos está na base da oferta “mais em conta”. Na verdade, ao comprar uma viagem e adquirir crédito através dessa mesma empresa, está a recorrer a dois serviços da “casa”. Não é, portanto, estranho, que se consiga obter o melhor preço para o seu crédito de férias nas agências de viagens.
A nível geral, as agências de viagens oferecem aos seus clientes o crédito solicitado, mas sem a cobrança de juros pelo mesmo. Assim sendo, é uma luta previamente ganha frente aos bancos, uma vez que estes têm nas taxas de juro a maior fatia do seu bolo de lucros, especialmente no que ao mercado de clientes particulares diz respeito.
Passamos agora a divulgar aquilo que se paga e não se paga nos créditos para férias, nas diferentes entidades a que estes podem ser solicitados. Antes de avançar para o pedido do seu crédito, tenha em mente as vantagens e desvantagens de cada alternativa possível e pese-as à medida do seu orçamento.
Se optar pelos bancos:
- Pagamento nunca inferior a 100 euros, além do valor do crédito
- Juros nunca são inferiores a dois dígitos
- Com todas as taxas, poderá pagar entre 100 a 200 a mais que o valor do crédito
Agências de viagens:
- Pagamentos em 6 meses ou menos (sem juros)
- Pagamentos com entrada nunca inferior a 200 euros
- Comissões de abertura de 10 a 25 euros
- Pagamento em 7 ou mais meses com juros à TAEG correspondente
Instituições de crédito e cartões de crédito:
- Pagamento nunca inferior a 20%, além do valor do crédito
Apresentados os valores, é hora de fazer cálculos ao que será gasto. Se optar por um crédito para as suas férias, tenha em conta as alternativas acima enunciadas, mas não deixe de consultar, de forma detalhada, as condições das várias opções possíveis, que podem variar consoante a entidade e o espaço temporal. Se acabar por decidir escolher um crédito que implique o pagamento de valores acrescidos à quantia do crédito solicitado, não se esqueça de que será mais uma verba a sair mensalmente do seu orçamento familiar.
Por isso, certifique-se de que essa escolha não causará problemas na “tesouraria” da sua casa, no seu orçamento familiar mensal.
O maior conselho na hora de optar por um crédito a féria é mesmo ter bastante atenção e pesar os vários pratos da balança. As férias são um tempo merecido, é certo, desde que isso não implique um esforço que acabe por ser incomportável. Tome a decisão acertada e evite engrossar os já grandes números do crédito mal-parado.
Tags: crédito pessoal, férias


